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SHTF School: A onda de refugiados que corre para a Europa

Há uma grande crise na região por conta dos imigrantes chegando da Síria, Afeganistão, Líbia… E os jornais e fóruns estão cheios de manchetes e tópicos sobre como os políticos deveriam abordar o problema. Pessoas normais geralmente não tem noção da realidade e toda a discussão é apontada para “as pessoas devem ajudar os imigrantes ou vê-los como uma ameaça potencial”.

O problema é muito mais profundo que este e, novamente, como todos os problemas reais a maioria das pessoas acaba ficando presa em discussões vazias.

SHTF School: A primeira lição de sobrevivência – Fique longe de problemas

Procurar por recursos ou itens úteis durante a guerra significava ter de me colocar em situações e cenários muito estranhos. Eu conhecia muitos caras que arriscavam suas vidas apenas para chegar a lugares destruídos que podiam ter alguns itens que significavam muito para eles pessoalmente, mesmo que fossem inúteis para o cenário que estava acontecendo ao nosso redor naquele tempo.

SHTF School: O essencial para entender a sobrevivência é entender a morte e o morrer

Death and Survival

Quando eu era jovem e estava sob influência de filmes e livros sobre lutas, guerras e morte, de alguma forma eu adotei a visão de que a morte e o morrer é algo inevitável e geralmente é nobre e limpa, pois sempre tem algum tipo de causa ou razão.

Infelizmente eu percebi cedo demais que a realidade era bem diferente e não existe nada limpo nisso.

SHTF School: Tomada de decisões em cenários de crise

Nós sempre esquecemos que quando uma crise acontecer muitas coisas serão diferentes.

Falamos sobre falta de comida, água limpa, café ou simplesmente falta de higiene. Nós também dizemos que as pessoas vão morrer por causa da grande quantidade de violência. Baseando-se na minha experiência tudo isso está certo, mas nós sempre esquecemos um simples fato: a pressão.

Um cara da minha rua trabalhava como técnico de computadores antes da crise. Foram aqueles anos onde os computadores começaram a ser adotados pelas grandes empresas. Ele era algo como “famoso” na área, então tinha uma boa vida, uma casa bonita, carro, família e todo o resto.

Você é paranóico ou prevenido?

Sempre que entro nas redes sociais me deparo com uma série de postagens de colegas sobrevivencialistas falando de desastres que estão ocorrendo e o quão rápido precisamos nos preparar para não sermos vítimas deles. Para piorar, alguns publicam textos quase que proféticos sobre um possível apocalipse e muitos apoiam tais postagens, mas isso me faz pensar sobre um ponto muito importante… Até que ponto a preocupação e prevenção deixa de ser saudável?

Minha familia não gosta e acha estranho, como fazê-los aceitar a preparação e o sobrevivencialismo?

Por Eremita Urbano

Diversas são as vezes que vejo perguntas similares, e sinceramente tentar fazê-los aceitar é uma grande perda de tempo. A maioria das pessoas não tem a capacidade de abstrair o assunto, elas acreditam fortemente que o governo sempre vai cuidar delas e muitos não aceitam que algo ruim possa acontecer, acreditam realmente que são imunes a crises. Sendo assim acham uma grande perda de tempo e dinheiro se preparar.

Então, Eremita… Tenho que deixar tudo pra lá então? Bom amigo leitor, se não dá para você convencer o outro, use a sutileza.

SHTF School: Como lidar com doenças em cenários de crise de longa duração

Existem grandes preocupações sobre uma possível pandemia do Ebola saindo da Africa. A mídia tem inclusive nos bombardeado de informações. Eles divulgam que as possíveis razões para o vírus estar tão forte na Africa são de caráter religioso e cultural, pois as pessoas manejam os corpos sem conhecimento adequado e contribuem para a propagação. Dizem também que eles não tem conhecimento geral sobre doenças, higiene e comem carne de caça sem restrição ou análise da carne. Fatos interessantes para serem lidos, sem dúvida.

Eles também dizem que não existe possibilidade alguma de um cenário apocalíptico acontecer onde uma pessoa entra em um voo e contamina todo mundo, pois a doença só se propaga por fluídos corporais. Toda essa informação é válida, mas em algum lugar no final do artigo há uma frase assim: “… Então claramente não há razão para pânico…”