Você é paranóico ou prevenido?

Sempre que entro nas redes sociais me deparo com uma série de postagens de colegas sobrevivencialistas falando de desastres que estão ocorrendo e o quão rápido precisamos nos preparar para não sermos vítimas deles. Para piorar, alguns publicam textos quase que proféticos sobre um possível apocalipse e muitos apoiam tais postagens, mas isso me faz pensar sobre um ponto muito importante… Até que ponto a preocupação e prevenção deixa de ser saudável?

Fico muito preocupado em sentir que para algumas pessoas o sobrevivencialismo é a única atuação que existe em suas vidas. Isso é ERRADO. Quando comecei a estudar sobre esta ideologia percebi claramente que o sobrevivencialismo é uma complementação da vida, não o objetivo principal.

O sobrevivencialismo é uma forma de pensar que lhe dá maior segurança para que você possa aproveitar sua vida com mais tranquilidade, e é isso. A partir do momento que suas preparações e planos começam a prejudicar ou ofuscar o real objetivo, que é a tranquilidade, alguma coisa está errada.

Provo isso com um exemplo muito real, o de minha vida. Todos os dias acordo e vivo minha vida ao máximo. Estou estudando e trabalhando como um louco, praticando para o meu primeiro Triathlon e desenvolvendo uma série de projetos ousados que muitas vezes só deus sabe no que vão dar. Isso quer dizer que não me importo com as catástrofes que ocorrem mundo a fora?

A resposta é simples: Me importo, porém não vivo imerso em ansiedade ou sofrendo por antecipação.
Ser um sobrevivencialista é acordar todos os dias e dar o melhor de si em todas suas atividades, sejam profissionais ou pessoais e ir dormir tendo a certeza de que o dia de amanhã será melhor ainda. Sabe por que? Pois as ferramentas e técnicas que desenvolvemos nos garantem esse sono tranquilo.

Claro, caso o dia de amanhã não seja “melhor ainda”, tenho todas minhas preparações e técnicas em dia e devidamente preparadas para uso em caso de necessidade.

O mundo anda bastante confuso e agressivo, porém se você se deixar contaminar por esse clima estará limitando sua vida e sofrendo por tabela. Já vi colegas adotarem posturas extremistas e quase que fóbicas, evitando sair de casa e criando planos para evitar quaisquer eventos sociais ou do gênero… Isso meu amigo, é perigoso.

Deixo aqui um recado muito importante para todos aqueles que perceberam estar no time dos “paranóicos”:

Não use do sobrevivencialismo para justificar suas inseguranças e medos de sair lá fora e conquistar o que você quer na vida, isso não é justo contigo e também prejudica imensamente a imagem que todos os dias tentamos construir do movimento sobrevivencialista. Entenda que ser preparador é uma coisa, ser fóbico é outra.

Leia notícias, saiba o que anda acontecendo no mundo e em sua região e prepare-se de acordo, porém pare por aí. O dia que algo efetivamente acontecer você poderá ativar seus planos e dar o melhor de si para sair da situação, mas até lá, seja o melhor que você conseguir com as pessoas e nunca, nunca limite seus planos de vida ou desejos simplesmente por algo que poderá eventualmente acontecer.

O prevenido morreu de velho, mas o ansioso morreu jovem de estresse e depressão.

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29 Comentários

  • Rui Moleiro

    Um grande bem haja caro Lobo , eu sou um pouco suspeito para poder falar acerca de sobrivencialismo pois so agora estou a dar os primeiros passos em termos de sobrevivencialismo, cumpri serviço militar fui fuzileiro Portugues tive a sorte de ter sido um dos escolhidos para ter tido algum tipo de treino militar mais especializado e o pouco que aprendi dizme que falar so nao chega temos de ter a capacidade de poder testar no terreno as coisas que aprendemos e so assim nos aperfeiçoamos , talvez por ter tido esse tipo de formaçao militar e tenha a capacidade de analisar o que me rodeia ( assim espero ) sou cauteloso e tento ser justo e racional nas decisoes que tomo no meu dia a dia inclusive com a minha familia e principalmente com os meus filhos que ja estao a ficar homens, tenho tentado absorver o maximo de informaçao possivel na internet (forums , videos e alguma literatura ,,que tambem nao existe muita disponivel em Portugues ,( pelo menos aqui em Portugal ) e tenho-me confrontado com informaçao em determinados Sites que são pura simplesmente INCRIVEIS!! em que mais parecem ser digidos pelo IRONMAN ou CAPITAO AMERICA. Pois a pouca experiencia que tenho dizme que quando as situaçoes realmente acontecem no terreno e ficam realmente feias e que realmente se vê quem tem o conhecimento certo na hora certa ( que por vezes nao chega, e temos de ter a sorte do nosso lado ) no meu ver existe uma grande diferença entre paranoia e precauçao, um individuo paranoico e sempre aquele que cometes os erros mais graves e dificilmente consegue sair ileso,, um individuo que tenha uma certa precauçao normalmente , pensa ,analiza , e tenta tomar a decisao que seja mais acertada ao momento,,, nao espero nenhuma invasao de Zombies ,,,mas se vierem ca estamos para nos desenrascarmos,,, ..Desde ja expresso o meu carinho por este Site porque de todos os que tenho consultado é o mais completo e feito por pessoas inteligentes e simples ( ao contrario de alguns Site feitos por Rambos,, principalmente Americanos ) porque no final das contas são as pessoas inteligentes,simples e humildes que melhores resultados tiram de situaçoes mais complicadas.
    Um abraço e continua o bom trabalho que tens feito.
    E como nao podia deixar de ser,, um abraço a todos os sobrivencialistas deste Site

  • Claudia Lavor

    É isso mesmo Júlio precisamos mantermos equilibrados no dia dia, para quando chegar qualquer tipo de crise podermos enfrenta-la de cabeça fria e tomarmos decisões coerentes.

  • Olá Julio e amigos! Continuamos a espera de contatos regionais para podermos tentar encontro presencial!
    Aqui em Angra dos Reis pode ser um bom local para fazermos um camp na selva e realizarmos palestras e ou demonstrações sobre o estilo de vida que por prevenção adotamos!

    Abraços a todos e na escuta

  • Luciano neres

    Valeu julio… Tô com o januario, como ja falei também sou cristão e gostaria d saber não só a tua opiniaõ + dos colegas também! Tô no aguardo e valeu mesmo pela postagem sobre a paranóia confesso q as vzs chego a pensar q a coisa vai estourar a qualquer momento… + é justamente a minha base espiritual q me sutenta… “Tudo posso nauqle q me fortaleçe”…. Lógico q s Deus nos deu capacidade para sobreviver devemos usa-la!!!! Vaelu galera ……

  • Boa noite. Excelente texto Júlio, muito bom ter tocado nesse ponto.

    Vou deixar meu ponto de vista, tentarei ser o mais conciso possível.
    Para começar o assunto peço que se lembrem do o que é SOBREVIVENCIALISMO. Não vou explanar aqui o significado do termo, pois para quem ainda não está familiarizado existe vasto material na internet e aqui mesmo no Blog, explicando o que vem a ser. Vou resumir basicamente o príncipio: “Esteja PREPARADO!”
    Vejo o SOBREVIVENCIALISMO como uma DOUTRINA, e como em qualquer doutrina, existem os EXAGEROS, os que estão pela moda, os que esperam um APOCALIPSE, os que até querem um CAOS para provarem que estavam certos, os agitadores, os que se aproveitam da situação, etc, e etc e por fim os FANÁTICOS.
    Os tais PARANÓICOS podem ser bem chamados como FANÁTICOS.
    Basta fazer comparações com uma DOUTRINA Religiosa qualquer, os mesmos tipos existentes lá existem no SOBREVIVENCIALISMO.
    Existem por aqui os modistas, os exibicionistas e muitos outros istas da vida.
    O sobrevivencialista sabe que estar preparado não é viver em função de uma catástrofe, mas saber como deve agir diante de uma.
    Quando digo “saber como agir” eu não quero dizer somente na TEORIA. A TEORIA na PRÁTICA é bem diferente. O sobrevivencialista deve treinar sim, deve aprender sim, e não é pouco e nem fácil, mas não deve deixar de viver por causa disso. Pois qual seria a lógica sucumbir em paranóia e fanatismo por causa do sobrevivencialismo se o mesmo prega exatamente o conceito de você “ESTAR PREPARADO PARA SOBREVIVER”?
    O sobrevivencialismo deve fazer parte de sua vida diária, deve te acompanhar sempre, mas não como uma paranóia e sim como um estilo de vida. Com o tempo, tudo passa a ser automático, se torna uma forma de viver.
    Exemplo: mesmo sem saber, a pessoa que antes de viajar com seu carro verifica tudo, coloca remédios básicos em um bolsa, coloca uma lanterna e pilhas ou baterias extras na bagagem, entre outras coisas, está agindo como sobrevivencialista, pois se PREPAROU. Isso não quer dizer que nada vai acontecer, mas quer dizer que as “VARIÁVEIS” da equação que podem ser controladas, FORAM.
    Existem muitos outros exemplos, existem pessoas que sequer sonham com a palavra SOBREVIVENCIALISMO mas que garanto, dão banho em muito dito sobrevivencialista da moda por aí.

    Isso é SOBREVIVENCIALISMO: é estar PREPARADO para o pior, e procurar sempre aprender na TEORIA e PRÁTICA, é se ADAPTAR e SUPERAR, é tudo isso, mas sem FANATISMO, sem ser uma OBRIGAÇÂO, sem ser uma PARANÓIA.

    Acima de tudo devemos viver, cada um do jeito que quiser e a sua maneira. Mas se por acaso o objetivo de vida de alguns é PURA e ÚNICAMENTE o sobrevivencialismo, se para eles o FANATISMO é seu ideal, por mim também tudo bem, cada um com o que acha melhor pra si. Com certeza ainda vou preferir um dia sentar para conversar com um FANÁTICO SOBREVIVENCIALISTA do que um FANÁTICO RELIGIOSO.

    LEMBREM-SE: Tentar controlar o máximo de variáveis possível. Infelizmente existem as variáveis que fogem ao nosso controle e em relação a elas nada podemos fazer.

    • Olá Nômade,

      Não poderia concordar mais com seu comentário. Além de muito claro e congruente com o que acredito e escrevo, é uma bela complementação de conteúdo para esta postagem. Agradeço pelo apoio, são pessoas como você que me deixam mais tranquilo em saber que os conhecimentos estão sendo usados da forma correta.

      Abraços.

  • https://www.youtube.com/watch?v=KGalAhFlfO0 O vídeo é uma das reportagens sobre o “eremita do cassino”. O cara se isolou numa praia por mais de 20 anos e conseguindo manter-se sem os serviços públicos básicos (água e energia elétrica), embora conseguisse algum dinheiro fazendo consertos eletrônicos.
    Ele queria sair do “sistema”, que ás vezes parece que ele se refere aos vícios do capitalismo, ás vezes é crítico com os defeitos humanos comuns (inveja, mentira). Eu o conheci antes de ser um eremita, mas não tive muito contato (eu era adolescente na época). Hoje, acho que está em SP.
    O que tem haver com o artigo, se ele em nenhum momento se diz um “sobrevivencialista”? Pois bem, acho que a percepção de crise pode variar muito de pessoa para pessoa: crises humanitárias (catástrofes,guerras, fome,epidemias, etc) e crises econômicas são óbvias. As crises pessoais também são e ainda mais recorrentes.
    Como já foi tratado no site, crises financeiras pessoais são comuns. Mas existem as crises emocionais ou espirituais: após um divórcio, perda de ente querido, depressão, etc. Mas no caso do “eremita”, ele teve uma crise de valores (sociais) que o fez não se encaixar na sociedade. Vai dizer que ninguém sentiu isso alguma vez?
    Francamente, esperava que o eremita tivesse um insigth, uma nova filosofia de vida, mas em outras entrevistas só se queixa que sofre inveja, calúnias, etc.. Nada que uma vizinha chata não fale também. Mas vale a pena ver como ele conseguiu viver num ambiente hostil, porque a Praia do Cassino” não tem nada de paradisíaca.

    • Fala Max,

      Ótima complementação. Acho que é importante entender que as crises pessoais são muito variadas e a forma como reagimos a elas vai determinar o nosso nível de sucesso em superá-la. Em meu ponto de vista acho que existem saídas mais saudáveis do que excluir-se por completo da sociedade quando não concordamos com ela, talvez uma mudança de cidade/região já ajudaria um pouco a retirar essa percepção “tóxica” do comportamento humano. Todos nós já passamos por sentimentos semelhantes e sabemos que não é fácil.

      Abração.

  • Júlio parabéns pelo artigo paranóico ou prevenido, você conseguiu deixar muito bem frisado a diferença entre paranóia e prevenção, muitas vezes as pessoas deixam de viver o dia de hoje para viver o dia de amanhã com suas prioridades em prevenções, e muitas vezes até esquecem do ambito familiar as vezes mesmo até deixando de viver a vida mergulhados em seus apocalípses, sobrevivencialismo significa saber viver tambem, um abraço.

    • Olá Sérgio,

      Agradeço seu apoio e ponto de vista.

      Abraços!

  • Segue um link de um artigo científico acerca da utilização de cinzas vegetais como aditivo ao cimento: http://faesa.br/sea/trabalhos/UTILIZA%C3%87%C3%83O%20DE%20CINZAS%20PROVENIENTES%20DA%20QUEIMA%20DE%20MADEIRA%20EM…pdf

    • Estas são links da Wikipédia:
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Pozolana
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinzas_volantes

  • Exelente postagem. Pra min sobrivencialismo tem haver com qualidade de vida e conforto.

    • Se você acha que SOBREVIVENCIALISMO tem a ver com “qualidade de vida e conforto”, certamente você está no local errado!

  • Murilo Almeida

    Não se trata de ser paranoico, mas desastres acontecem com certa frequencia… Principalmente depois que o ser (DES)HUMANO passou a intervir agressivamente na natureza, então a melhor resposta é mesmo ser prevenido… Mas não acredito nestas “preparações” como resposta a vida… Pelo contrário, acho que a vida é pra ser vivida ao extremo, ser experimentada, ser amada, ser curtida minuto a minuto, segundo a segundo… Lembre-se que a única certeza que temos da vida é que um dia ela chega ao fim, com a morte, o restante é especulação…

    • Olá Murilo,

      Não poderia concordar mais. Agradeço a complementação.

      Abraço!

  • Senhores, estou neste exato momento e um grande engarrafamento na rodovia (BR 386) que liga as duas cidades onde trabalho/moro (Estrela/Lajeado RS). Motivo: pequena recapagem asfaltica. Cidades de 35 e 70 mil habitantes. Acabo de tomar consciência da absoluta, total incapacidade de escape pelas vias normais (veículo) no momento da SHTF.

    • Tudo dependerá da antecipação. De sair bem antes de todos tentarem sair.

    • Olá Miguel,

      Pois é, situações assim devem sempre ser avaliadas a partir da ótica sobrevivencialista. Agora é o momento de pensar em desenvolver um plano alternativo.

      Abraços.

  • um prevenido vale por 2 , um paranoico vale por 3

  • Artur Stabile

    Oi Júlio! Muito legal esse artigo. Fico imaginando esses “sobrevivencialistas em tempo integral” desistirem de oportunidades e projetos, porque eles perguntam: de que adianta ganhar dinheiro, comprar carro, casa, fazer um curso superior, frequentar ambientes sociais, se em breve o SHTF virá e destruirá tudo?
    Dessa forma a vida vai passando e o paranóico não aproveita.
    Outra coisa interessante: muitos trabalham em suas mentes com categorias tudo ou nada, como se fosse possível duas opções simplesmente, a normalidade e o SHTF. As crises e desordens sociais ocorrem em matizes intermediárias. Dificilmente vai ocorrer um evento do tipo destruição total e permanente da civilização. As crises podem ser parciais, com os governos tendo ainda algum controle, e mesmo que venha o caos total, depois de algum tempo (meses, anos) a sociedade tende a se reorganizar em outras bases, novas estruturas surgem. Não existe vácuo permanente de poder. quem sonha com um mundo “Mad Max” pode se decepcionar, pois as coisas podem não ser da forma como estão esperando.
    Júlio, quero deixar uma sugestão para você e os outros autores: que tal um artigo sobre fé e sobrevivencialismo? Sempre leio artigos em vários sites onde se diz que não adianta esperar nada do céu, que o preparador está sozinho, etc. Particularmente, sou cristão e acredito que a fé em Deus é muito importante. Há estudos relacionando a fé à capacidade de suportar pressões de vários tipos. Não estou dizendo que devemos esperar passivamente ajuda espiritual sem nos preparar-mos, mas creio que ter fé ajuda. Posso estar enganado, mas tenho a impressão de que muitos sobrevivencialistas desdenham e ridicularizam a idéia de que um ser superior pode nos prover e nos ajudar em situações difíceis. Você que é psicólogo, que tal desenvolver esse tema?
    Um abraço aqui de Dourados – MS

  • Sempre é bom lermos sobre o assunto..preparacao, conhecimento, dicernimento, treinamento, sempre alerta, essa é a maneira de estarmos atentos, num dia o dia amanhece com sol, noutro com chuva, no dia de sol forte se nao tivermos agua, sentiremos sede… Se no outro de chuva nao soubermos captar a agua, tambem sera prejudicial… Tenho uma citacao, “Melhor a ânsia da procura, do que a paz da acomodação”,,, Selva Guerreiros. BlackEagle.

  • Muito bom. Mas não pare seus preparos por medo de virar mais um “paranoico”. Se preparar é pensar na vida e poder viver em paz no futuro. O importante é controlar sem deixar de estar preparado! 😉

  • Princípio de Operações Especiais:
    PREPARE- SE PARA O PIOR
    ESPERE O MELHOR

    FORÇA e HONRA !
    CAVEIRA!!!
    PS: Parabéns pela excelente postagem.

  • Ótimo texto Júlio, é sempre bom estarmos preparados mas não deixar que isso se torne o único objetivo de nossas vidas.

  • Excelente post , parabéns !
    Abraço galera !!

  • Eremita Urbano

    Texto perfeito, devemos ter muito cuidado com a paranoia. Devemos nos precaver e é isso. Vejo muitas pessoas torcendo por um grande SHTF e isso não é legal. Eu penso que a preparação e como o air-bag dos carros, Ninguém em sã consciência fica torcendo para bater para poder usá-lo, apenas é bom saber que ele esta alí. Nos preparamos, mas sem deixar de viver, sem deixar que a paranoia tome conta de nossas mentes.

  • Olá Julio, muito prazer! Aqui Otto Smik de Angra dos Reis. Sim sem paranóia, com Triathlon para melhorar a vida e de vez enquanto um treinamento de selva e ou mar para poder praticar algumas habilidades e conhecimentos para caso venhamos a ter que sobreviver estarmos prontos para e em condições de!
    Abraços aqui de Angra esperando os parceiros me convidarem para algum encontro onde possamos nos conhecer!
    Selva sempre!

  • Realmente tem hora que fico com medo de tudo e todos, por exemplo hoje sai sem meu kit diário, sai somente com canivete multi função e uma lanterna e isso para mim me deixa com medo, por que fico pensando vai que preciso de tal coisa e ela fico em casa, sei que devo me corrigir mas estou sempre ultra alerta e tem vez que isso me incomoda muito, mas fazer o que já acostumei, ótimo post, abraço.

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