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Qual é a essência do Sobrevivencialismo?

Recentemente publicamos um pequeno vídeo mostrando a história de um dos candidatos da Oficina de Desgaste e Resiliência (ODR) que realizamos nos dias 28 e 29 de Abril deste ano e uma série de dúvidas surgiram, inclusive alguns questionamentos sobre a real validade deste tipo de abordagem dentro do Sobrevivencialismo. Então… Vamos conversar.

Programas de sobrevivência – Hora de separar a fantasia da realidade

Atualmente vemos uma popularização da prática sobrevivencialista e principalmente a do Bushcraft no nosso Brasil, temos muita gente nova chegando no nosso meio com muitas dúvidas e sede de conhecimento.

Parte desse crescimento se deve aos programas de sobrevivência que encontramos na televisão, que incita um ambiente cheio de aventuras e desafios sem precedentes para qualquer um que goste de adrenalina e também da natureza.

Bear Grylls, do programa “A prova de tudo”

Temos hoje uma variedade de programas com personagens já bastante famosos como: Bear Grylls, Les Stroud, Dave Canterbury e outros expoentes da prática em áreas selvagens.

Como nem tudo são flores, um fenômeno complicado vêm acontecendo

The Darkest Hour – Heróis, Covardes e Armas

Ontem, resolvendo sair mais cedo do escritório, e precisando comprar uma camiseta para usar na academia (estou tentando entrar em forma, graças ao blog…), circulando pelo shopping resolvi assistir “A Hora da Escuridão”. Não havia visto nada sobre o filme, mas como o diretor é conhecido de um filme russo “Guardiões do Dia”, muito bom, resolvi assistir. Fique tranquilo, não vou contar o filme. Mas, basicamente, somos atacados por monstrinhos elétricos (não, não são “Pikachus”…) que matam quase todo mundo.

Enquanto via o filme, não podia deixar de lembrar do Selco, e sua experiência em sobreviver um ano em uma cidade sitiada. No filme, o covarde morre tão rápido quanto o herói. Quem sobrevive? O “malaco”….mas não por o ser, mas sim pela DETERMINAÇÃO em sobreviver. E se pensar em situações extremas, a sobrevivência é algo que depende de determinação. Absoluta. Sobreviver é algo feio, como já dissemos em posts anteriores. Não há espaço para a covardia ou para o heroismo sem sentido. Custer quis ser herói e levou suas tropas ao matadouro em Little Bighorn, nas mãos de Touro Sentado e Cavalo Louco.

Outra coisa que me chamou a atenção é o fato de que quando explode a confusão todos pensam em armas de fogo, ou em meios militares. Isso é curioso. Já vivi situações onde “anti armas” perguntaram se ninguém estava armado, em especial durante situações com risco de assaltos ou coisa pior.