Equipes CERT

Bem, o termo CERT vem da língua inglesa e é a abreviatura de (Community Emergency Response Teams), podemos é claro, adotar um nome aportuguesado com o mesmo sentido para facilitar o entendimento, que seja Times Comunitários de Resposta à Emergências. 

Como o próprio nome já propõe, são equipes de civis comuns que recebem certo treinamento para que em situações de emergência saibam como agir e como ajudar a maior quantidade possível de pessoas. Assim sendo, as qualidades das equipes devem ser focadas aos interesses da comunidade em que ela está inserida (não adianta ensinar as pessoas como agirem em casos de tornados se na sua região o mais comum são as enchentes). A equipe tem que ter uma finalidade objetiva para que as pessoas percebam a sua necessidade, e a necessidade de entender o “como proceder” nas situações propostas.

As equipes CERT visam ensinar pessoas comuns como eu e vocês, que nem sempre acreditam em teorias da conspiração, apocalipses, e afins (visto que todos precisam adquirir o conhecimento proposto) para que se alcance um objetivo realístico, que não seja menosprezado ou ignorado.

A principal prioridade de um membro das CERT é garantir sua própria segurança e dos seus próximos. Portanto dá-se enfase à necessidade de que cada um tenha um preparo individual para desastres, por meio de de kits de emergência e de alguns planos de como proceder em certas situações. Lembrem que em momentos de medo o pensamento racional é bem mais complicado do que em situações de conforto, então quanto mais treinado você estiver, mais preparado estará.

Bem, esta é apenas uma abordagem inicial, feita à partir da sugestão de um leitor do blog, espero que dê pra entender (mesmo que de forma bem rasa) a necessidade de se ter um grupo treinado para situações de risco.

Espero que gostem.

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5 Comentários

  • Anderson Mendes

    As pessoas são mais solidárias do que pode parecer a primeira vista! Pelo menos 40% da população brasileira desenvolve trabalho voluntário!
    Já trabalhei em favelas e acreditem as pessoas se auxiliam mutuamente, repartem comida, cuidam dos filhos dos outros, limpam e reconstroem casas e barracos uns dos outros em caso de enchentes e incêndios.
    As pessoas que fazem estas coisas são se consideram como voluntárias, portanto o número de pessoas de boa vontade é maior do que a pesquisa apurou!
    Portanto, o mais difícil creio que já temos!
    Necessitamos do líder, ou agente aglutinador de gente e idéias! Já disse isso aqui em outra parte! O sobrevivencialista é o líder natural! É você aí, que tá lendo! Você deve ter iniciativa e conhecimento, só falta a boa vontade!
    Fui ligado a uma Liga de Primeiros Socorros na faculdade cuja uma das principais metas era levar conhecimento de socorrismo à comunidade em geral. Nela contávamos com o apoio costante do glorioso Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, ministrando palestras de prevenção e combate a incêndios, acidentes, ensinando técnicas de transporte de feridos, posturas comportamentais frente a crises, multidões, catástrofes, etc… Ainda lembro de recuado tempo que contávamos com o apoio dos valorosos soldados do fogo para ajudar a lixar e pintar o mastro, desnferujar ou reparar as polias onde corrias a adriça que levavam o Pavilhão Nacional. Ao Grupo de Escoteiros ou Bandeirantes era só pedir mediante documento, e em pouco tempo, estavam lá, nos intervalos das chamadas trabalhando pela comunidade.
    A Agência Federal de Manejo de Emergências dos E.U.A., cuja sigla em inglês é FEMA, encoraja o cidadão comum a criar em sua comunidade um CERT. Mesmo lá, não se dispensa o voluntariado, sendo que pequenas cidades só contam com Corpo de Bombeiros Voluntários! Claro que é preciso conhecimento para tanto!
    Ouso dizer que se um grupo de pessoas organizado, levar por escrito, um documento solicitando ajuda do Corpo de Bombeiros de sua cidade para criar uma Equipe Comunitária de Resposta à Emergências, receberá apoio talvez tímido no começo, mas de muitíssima boa vontade!
    Uma alternativa ao s Bombeiros é a Defesa Civil, ou a Cruz Vermelha do Brasil, instituições que não tive contato.
    Não procrem as pessoas desocupadas para reaizarem algo importante, mas procurem as ocupadas, porque entre essas será mais fácil achar alguém de boa vontade que certamente achará espaço emsua agenda para ajudar!
    Não espere a situação ideal para agir no bem, comece já que a ajuda não tardará!
    Até!

  • Fato é, ninguém conseguirá sobreviver como um “lobo solitário” em momentos de crise durante muito tempo. O ser humano é por natureza sociável e caso o privem disso, provavelmente enlouquecerá em pouco tempo.

    Vem aí à tona a importância de estabelecer conexões com seus vizinhos para que todos tenham em mente como proceder em caso de dificuldades na região, afinal, 5 ou seis moradores de uma rua defendendo-se são muito mais eficazes do que você trancado no quarto…rs.

    • homo homini lupus

  • No Brasil, existe algo aplicável às mesmas situações emergenciais. Mas a abreviatura é bem maior. C.U.P.S.R.Q.S.F. Significa Cada Um Por Si e o Resto Que se Fod*. Cada membro de um C.E.R.T. é chamado “cidadão solidário”. O equivalente brasileiro se chama “queroomeu”. Já devem ter ouvido falar.

    • Sim, muito ativo em situações de emergência e no congresso.

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