Autor: hwidger

2012 – Apenas o começo

Como eu já havia reiterada vezes afirmado em posts anteriores, 21/12/2012 chegou e passou, como era de se esperar. Nosso sol não foi afetado pelo sol mágico da chama violeta no centro da galaxia, Godzila não destruiu Tóquio (nem a Fiel…É nóis, Curintia!). Nenhum deus voltou, o homem de milho não se desfez, terremotos e vulcões só nos locais de sempre. Os Incas Venusianos não apareceram, nem os zumbis.2012_fail

Realidade e Ficção: Profetas e Crenças

Passada a pauleira do período eleitoral, que consome cada segundo de meu tempo livre, volto a ter tempo para meus pequenos prazeres, como escrever para este blog. Aproveitando esse feriadão para renovar as energias, não pude deixar de ver essa notícia, de ampla divulgação: clique aqui.

Um suposto “profeta” conseguiu arregimentar uma centena de seguidores, que abandonaram família, emprego, bens, para habitarem em uma “arca” (na verdade, uma modesta residência) que seria poupada pela “besta-fera”

2012 – Uma Opinião

O legal de quando já se tem uma certa idade é que posso falar “quando eu era criança…..”…então….quando eu era criança, perdi muitas noites de sono graças ao programa “Fantástico”, da Rede Globo. Naquela época, lá pelos anos 70, eram comuns reportagens sobre o “fim do mundo”, o que ocorreria no ano 2000. Eu ficava apavorado, e fazia as contas para saber com quantos anos iria morrer…hehe

Entrevistavam-se “especialistas” que garantiam que o apocalipse estava ali na esquina, e logo chegaria. Pois bem, o ano 2000 chegou, passou, e o maior risco que corremos foi com o tal “bug do milênio, em boa medida por culpa de um tal de Bill Gates e da IBM, que, frise-se, não se parecem em nada com os cavaleiros do apocalipse.

The Darkest Hour – Heróis, Covardes e Armas

Ontem, resolvendo sair mais cedo do escritório, e precisando comprar uma camiseta para usar na academia (estou tentando entrar em forma, graças ao blog…), circulando pelo shopping resolvi assistir “A Hora da Escuridão”. Não havia visto nada sobre o filme, mas como o diretor é conhecido de um filme russo “Guardiões do Dia”, muito bom, resolvi assistir. Fique tranquilo, não vou contar o filme. Mas, basicamente, somos atacados por monstrinhos elétricos (não, não são “Pikachus”…) que matam quase todo mundo.

Enquanto via o filme, não podia deixar de lembrar do Selco, e sua experiência em sobreviver um ano em uma cidade sitiada. No filme, o covarde morre tão rápido quanto o herói. Quem sobrevive? O “malaco”….mas não por o ser, mas sim pela DETERMINAÇÃO em sobreviver. E se pensar em situações extremas, a sobrevivência é algo que depende de determinação. Absoluta. Sobreviver é algo feio, como já dissemos em posts anteriores. Não há espaço para a covardia ou para o heroismo sem sentido. Custer quis ser herói e levou suas tropas ao matadouro em Little Bighorn, nas mãos de Touro Sentado e Cavalo Louco.

Outra coisa que me chamou a atenção é o fato de que quando explode a confusão todos pensam em armas de fogo, ou em meios militares. Isso é curioso. Já vivi situações onde “anti armas” perguntaram se ninguém estava armado, em especial durante situações com risco de assaltos ou coisa pior.

Não tema a noite na mata!

Parece assustador, não?

Peço desculpas aos amigos, mas a postagens nesse fim de ano foram prejudicadas por excesso de trabalho e pelo tempo consumido por uma monografia. Assim, os reviews que queria fazer ficarão para o começo do ano.

Gostaria, porém, de aproveitar o pouco tempo para falar de algo que vi muitas vezes no mato: a apreensão, ou medo mesmo, dos novatos.