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Como fazer uma avaliação de riscos

Para nos prepararmos devemos ter uma ideia básica sobre o tipo de ameaças que estamos enfrentando. Se é possível ter uma ideia sobre os riscos potenciais, podemos obter as habilidades, conhecimento, treinamento, equipamentos e planos que podem nos ajudar a superar, prevenir e reduzir os efeitos destes riscos.

Governos, empresas, organizações militares e Agências de inteligência gastam uma fortuna a cada ano na coleta de informações visando entender as ameaças e evitar que elas se manifestem em realidade ou catástrofes. Os riscos são também uma questão de percepção. As instituições e os meios de comunicação formam a aceitação daquilo que é considerado aceitável como risco potencial ou não.

Como fazer uma análise SWOT (FFOA)

Bom, após passarmos por uma explicação de como fazer uma análise de risco chegou o momento de estudarmos de forma um pouco mais aprofundada o aspecto mais importante do sobrevivencialismo, nossas preparações e planejamentos. Para tal tarefa, a análise SWOT cai como uma luva.

A partir dela você poderá detectar quais são suas forças e fraquezas e também compreenderá as oportunidades e ameaças que o ambiente à sua volta lhe oferece.

Como fazer uma avaliação de risco?

Antes de iniciarmos nossas preparações, precisamos saber para quê estamos nos preparando. Muitos iniciantes na prática sobrevivencialista ficam perdidos ao encontrarem tantas informações em tantos temas diferentes, e foi por isso que decidi elaborar este pequeno explicativo para ajudar quem estiver com dúvidas.

Um dos principais fatos que devemos reconhecer em nossa prática é a de que nunca conseguiremos nos preparar para todas ameaças existentes, o que requere então o planejamento para nos proteger das ameaças que tem maior probabilidade de acontecer em nossa região.

Princípios psicológicos de sobrevivência

Como já falamos em alguns posts sobre situações de emergência, todos nós já temos certa ciência que se nos encontrarmos em uma situação em que as práticas de sobrevivência devem ser utilizadas, não será nada fácil. Por sorte poderemos ter um de nossos kits ou quem sabe uma faca, porém se não tivermos conhecimento e nem ter praticado estas habilidades, de nada vai adiantar termos esses recursos à mão. Por isso é bom compreendermos alguns princípios da “psicologia da sobrevivência”.

A vontade de viver

Existem casos de pessoas que foram tratadas de todas as formas e, mesmo tendo chance de sobreviver perderam suas vidas, ou seja, perderam a vontade de viver. A experiência de militares, principalmente na 2º guerra mundial, isolados em combate, demonstram que a sobrevivência fundamentalmente é uma questão de perspectiva mental. A vontade de viver é o que vai falar mais alto, se você não estiver mentalmente preparado para vencer os obstáculos e esperar o pior, as suas chances de sair com vida são grandemente reduzidas.

Sobreviventes uruguaios de uma tragédia aérea ocorrida na cordilheira dos Andes em 1972 comemoraram o início do resgate dos 33 mineiros presos no Chile, certamente se os dois casos tivessem desistido, não estariam contando as suas histórias.