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SHTF School: Tipos reais de sobrevivencialistas – O chefe bom

Apenas um lembrete rápido sobre esta série de posts, você pode encontrar os outros tipos de sobrevivencialistas sobre os quais Selco escreveu e também os outros textos clicando aqui.

Hoje eu escrevo sobre o típico líder que sabia como lidar com a situação de sobrevivência durante a guerra.

Ele era policial, nós o chamávamos de “chefe” devido ao seu olhar e postura. Tinha cerca de trinta anos de serviço e eu não acho que tinha usado sua arma muito, mas ele tinha a mão do tamanho de uma pá e usava isso constantemente com adolescentes problemáticos.

Sobrevivendo a um atentado ou tiroteio

Mesmo que ainda sejam raras as situações onde há um atirador tentando matar todos (especialmente no Brasil), é um fenômeno que parece estar aumentando com regularidade. Do mais recente tiroteio no cinema até terroristas atacando em todos lugares do mundo, esses eventos acontecem e são situações para as quais devemos nos preparar e responder.

Tiroteio no cinema em Colorado

Princípios psicológicos de sobrevivência

Como já falamos em alguns posts sobre situações de emergência, todos nós já temos certa ciência que se nos encontrarmos em uma situação em que as práticas de sobrevivência devem ser utilizadas, não será nada fácil. Por sorte poderemos ter um de nossos kits ou quem sabe uma faca, porém se não tivermos conhecimento e nem ter praticado estas habilidades, de nada vai adiantar termos esses recursos à mão. Por isso é bom compreendermos alguns princípios da “psicologia da sobrevivência”.

A vontade de viver

Existem casos de pessoas que foram tratadas de todas as formas e, mesmo tendo chance de sobreviver perderam suas vidas, ou seja, perderam a vontade de viver. A experiência de militares, principalmente na 2º guerra mundial, isolados em combate, demonstram que a sobrevivência fundamentalmente é uma questão de perspectiva mental. A vontade de viver é o que vai falar mais alto, se você não estiver mentalmente preparado para vencer os obstáculos e esperar o pior, as suas chances de sair com vida são grandemente reduzidas.

Sobreviventes uruguaios de uma tragédia aérea ocorrida na cordilheira dos Andes em 1972 comemoraram o início do resgate dos 33 mineiros presos no Chile, certamente se os dois casos tivessem desistido, não estariam contando as suas histórias.