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SHTF School: Mantenha o povo alimentado e entretido

Nota do tradutor: Para aqueles que não conhecem, o blog SHTF School relata as experiências e pensamentos de um sobrevivente da guerra balcânica, que passou um ano morando em uma cidade sitiada onde não haviam leis, comida ou qualquer recurso. Peço também que percebam o quanto o texto abaixo se enquadra no cenário atual de nosso país e por favor, compartilhem este texto em suas redes sociais e afins para que possamos alertar mais pessoas sobre o que poderá nos abater em breve.

As pessoas que estão no movimento de preparação e sobrevivência no mundo e na internet estão fazendo diversas coisas para se preparar para possíveis crises.

Numerosos blogs e fóruns estão por aí, todos tentando descobrir quando a @!#@ vai bater no ventilador e como o cenário será. Meu tempo de guerra era o pior cenário possível e imagino que poucas pessoas enfrentarão algo tão ruim mesmo quando há completo colapso da lei (ao menos você não terá atiradores de elite e bombardeios se seu governo se comportar).

Vestimentas em cenário de crise

Após refletir bastante sobre as colocações do Selco no post sobre equipamentos decidi fazer uma espécie de introdução a um tema muito extenso, que são as vestimentas mais adequadas para cenários de crise.

Primeiramente devo lhes dizer que todas as informações passadas são baseadas na realidade onde vivo e podem haver diferenças de acordo com a cultura do local onde você reside.

SHTF School: O poder da mídia

No mundo de hoje é fácil ser enganado e pensar que toda a mídia nos ajuda e nos apoia para ficarmos atualizados, para deixar a vida mais fácil ou seja lá o que for. Cerca de vinte anos atrás, eu estava sentado em um abrigo improvisado do lado da rua, atrás de um caminhão de lixo que capotou e estava cheio de buracos de bala. Eu estava esperando pela noite para continuar.

Eu não estava sozinho, eu meu amigo e mais três caras dividíamos uma pedaço de cobertura que nos protegia dos atiradores inimigos. Eu conhecia um deles, mas não significava nada. Quando o tiroteio começou nós todos pulamos ao mesmo tempo. Depois de alguns minutos concordamos que dividiríamos aquele espaço até a noite.

Cerca de meia hora depois um deles puxa de sua mochila um pequeno rádio FM, algo como aqueles rádios de plástico usados pelas pessoas que sentam em suas varandas.