Aumento de ataques com faca no mundo mostram: O problema não são as armas, são as pessoas

Na China (onde armas de fogo são altamente restritas), não é grande surpresa saber que aqueles que querem machucar outros encontram outra forma de fazer suas maldades. O aumento dramático de ataques com facas ao redor do mundo mostra que o problema atual não são as armas. São as pessoas.

Talvez os desarmamentistas agora estejam pensando “Bom, ataques de faca são ruins, mas só pessoas com ARMAS podem matar várias vítimas rapidamente.”

Para os que acham que este argumento é válido, sinto muito, mas vocês estão errados. Vamos aos exemplos:

Todos estes acontecimentos trágicos acima me levam a concluir uma coisa simples: O problema são as pessoas, não as armas.

Em vez de tiroteios em massa, agora eles tem esfaqueamentos em escolas

Enquanto nos Estados Unidos os “mass shootings” se tornaram infelizmente bastante presentes, o que muitos não sabem é que na China os ataques com faca dentro de colégios é uma ameaça real. No exato mesmo dia que o mass shotting aconteceu em Sandy Hook nos EUA, um homem com uma faca feriu 22 crianças e um adulto em uma escola na vila de Chenpeng.

Os ataques de faca nas escolas chinesas são comuns. Ano passado, um homem pulou o muro de um jardim de infância e atacou 11 estudantes. Nenhum sofreu ferimentos graves ou foi a óbito.

Em 2016, um homem na provícia de Hainan esfaqueou 10 crianças antes de se matar, as autoridades disseram. Em outra situação no ano de 2014, um homem matou 3 estudantes em um colégio antes de pular do prédio.

Talvez a pior frequência já vista aconteceu em 2010 quando criminosos invadiram escolas durante 3 dias consecutivos para realizar ataques com facas. (fonte)

Neste ano um homem com uma faca matou 9 crianças e feriu outras 10 do lado de fora de um colégio onde ele disse que sofria bullying.

Este não é um problema apenas da China

Aconteceram esfaqueamentos em massa ao redor do mundo inteiro.

Na Inglaterra aconteceram ataques letais com facas a cada 3 dias em 2018. Em 2017, a polícia registrou 37.443 ataques com facas e 6.694 ataques com armas. O problema é tão ruim que um juiz sugeriu banir a venda de facas de cozinha de tamanho grande e aqueles que já a possuem deveriam ter documentação delas para evitar o uso criminoso.

Em 2016, dois soldados foram atacados por um homem com uma faca na Bélgica, e alguns dias atrás, um prisioneiro em sua condicional esfaqueou dois policiais, pegou suas armas e atirou neles.

Quatro pessoas foram feridas e uma foi morta quando um assaltante agrediu o grupo em Paris, na semana passada.

Este são apenas alguns exemplos e eu não precisei ir além da primeira página de pesquisas do Google. Eu poderia continuar, mas você já entendeu meu argumento.

O que acontece quando você tira as armas da população?

Em cada um desses casos, algo diferente foi utilizado para justificar a culpa.

  • Alguns atacantes estavam gritando “Allahu Akbar” enquanto esfaqueavam suas vítimas;
  • Alguns sofriam de estresse agudo;
  • Alguns disseram serem vítimas de bullying ou maus tratos;
  • Alguns atacantes eram doentes mentais e tinham histórico de problemas psicológicos;
  • Alguns atacantes tinham diferenças étnicas ou religiosas de suas vítimas.

Tudo lindo e justificado? Não. Você não pode esperar “arrumar” pessoas que tem o desejo de machucar os outros apenas tirando suas armas. Você só vai fazer com que seja muito mais difícil que nós, cidadãos de bem, consigamos nos defender.

Tire as armas, você ganha as facas. Tire as facas e você ganha explosivos improvisados, porretes, pedras… Não existe forma de tirar a vontade que os outros tem de matar o próximo.

FONTE: ZeroHedge