Super bactérias: Estamos à beira de uma pandemia que não pode ser parada?

Ultimamente tenho acompanhado em diversas fontes de notícias e informações a crescente atenção às super bactérias. Hoje, lhes trago algumas considerações que apresentam uma perspectiva muito assustadora.

Com o descobrimento e aprimoramento dos antibióticos os seres humanos finalmente saíram da era onde simples infecções matavam milhares de pessoas. A medicina pôde se desenvolver e criar todo um sistema de luta contra estes adversários, porém fato é que nós nunca estivemos nem perto de ganhar esta batalha.

Trago aqui um trecho encontrado no site do History Channel:

“Em 1928, ao descobrir a penicilina, Alexander Fleming já advertia sobre a possível curta duração do efeito benéfico dos antibióticos. As bactérias que anteriormente não resistiam aos efeitos da penicilina, hoje são totalmente indiferente a sua ação. Em menos de 10 anos, as cepas bacterianas imunes a um antibiótico cresceram de 0.5% para aterrorizantes 50%.”

Isso basicamente quer dizer que cada vez temos de criar antibióticos mais fortes para combater bactérias cada vez mais fortes.O problema é que as bactérias estão ganhando a corrida e estão se tornando imunes rapidamente aos antibióticos. Para complicar ainda mais, a indústria farmacêutica não tem recebido incentivos para a produção de novos antibióticos (existem medicações que rendem maior lucro) e os últimos lançados já tem quase 4 anos.

Estas chamadas super bactérias se desenvolvem no ambiente mais exposto a diversas medicações e enfermidades, o hospital. O problema é que elas estão conseguindo sair deste local e contaminar escolas, academias e diversas instituições. Nos EUA estudos demonstram que estas levam cerca de vinte mil vidas todo ano, por simplesmente não conseguirmos eliminá-las… E o número vai aumentando.

Este problema não seria tão emergencial se a nossa cultura não piorasse as coisas. Atualmente a auto medicação e o abuso de diversos medicamentos prescritos têm acelerado esse processo de criação de resistências nas bactérias. Como se já não bastasse somente isso, utilizamos princípios dos antibióticos na agricultura e criação de animais para acelerar a engorda destes.

Como o trecho retirado da NBC News demonstra, a situação é complicada:

“O último antibiótico lançado foi a ceftarolina, em 2010. Só levou um ano até que o primeiro germe staph (tipo de bactéria) surgisse com resistência aos seus efeitos”

E não pense que nossa realidade está distante. Já temos sinais da chegada destas bactérias aqui no brasil, como reporta o site G1:

“…no Norte Fluminense do Rio de Janeiro, surge o primeiro caso confirmado de um paciente com uma bactéria modificada pelo gene NDM-1, conhecida como superbactéria, e que é resistente a antibióticos. A confirmação foi da Secretaria Estadual de Saúde. 

A superbactéria anula os efeitos de antibióticos, inclusive os que são mais usados para combater infecções por micro-organismos multirresistentes.”

Fato é que não estou trazendo tais informações de sites conspiracionistas ou de fontes sem credibilidade. Tais dados vêm sido mostrados por organizações como o CDC (Centro de controle de doenças) dos EUA e grandes mídias que apresentam dados concisos e compilados de diversos estudos científicos.

A tendência é que pela falta de antibióticos que consigam competir com estas super bactérias nós utilizemos coquetéis de antibióticos e substâncias mais tóxicas, das quais ainda não temos controle dos efeitos colaterais. 

Estamos próximos a retornar à uma era onde a penicilina não existia, onde um simples ralado no joelho pode infeccionar e levar à morte? Corremos o risco de ter uma pandemia como a gripe espanhola em 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas?

Essas são as perguntas que infelizmente podem receber um “sim” como resposta.

Até.

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30 Comentários

  • Marcelo Arantes

    Um problema muitas vezes ignorado é o consumo fora de controle de antisepticos bucais (só devem ser usados em casos específicos), sabonetes bactericidas (vide Protex e outros) e produtos que contém triclosam, um veneno para a natureza (vide Colgate total 12, que na verdade é total 6…). Esses produtos tem o mesmo efeito de deixar as bactérias “do mau” mais resistentes assim como os antibióticos. É necessário um esclarecimento melhor da população sobre a real função das bactérias e outros microrganismos. A maioria deles é inofensiva ao ser humano, muitos necessários a sobrevivência humana (te defendem dos microrganismos que são realmente perigosos), e a indústria incentiva a eliminação generalizada deles a todo custo, passando a imagem que todos são “do mau”. Você mata “os bons” que destroem “os ruins” e “os ruins” evoluem e proliferam.

  • Geralmente há algo de 100 em 100 anos ou menos para digamos “controle” da população mundial.(Não querendo ser sarcástico com uma coisa desta gravidade) Porém meu comentário infelizmente não é infundado.EX: 1ª e 2ª guerras, principalmente gripe espanhola em 1918. apesar destes terem acontecido em um “curto” espaço de tempo (do meu ponto de vista) mas foi no começo do século passado, e digamos que 2018 está próximo.

  • André Cruz

    Gente, trabalho em hospitais e existe mesmo esse tipo de micro-organismos resistentes, muitas vezes bactérias, e o principal meio de evitar pega-los é com higiene adequada e ambiente adequado. A higienização das mãos, lavar as mãos, é desvalorizada, mas é uma ótima maneira de evitar-se vários micro-organismos que se transmitem por contato, principalmente as mais virulentas, simples, e um ambiente adequado, arejado e com a iluminação natural evita muita transmissão por ar, a luz solar destrói muitos micro-organismos, incluindo o da tuberculose. Uma nutrição e hidratação adequada também não deve ser desprezada, muita gente tá se alimentando mas não está se nutrindo e evitar usar antibióticos para curar gripes ou viroses, sua flora bacteriana fica resistente também a antibióticos, algo que não seria problema se as bactérias não trocassem informações entre elas, cultive o seu corpo, mas se a situação apertar, vá ao médico e tome antibiótico como se deve, veja as maneiras de potencializa-lo, evitando tomar leite pela dificuldade do teu corpo absorver antibióticos quando você toma leite, por exemplo, e siga os horários, se você esquecer uma vez pode babar todo o tratamento, no mais se cuidem.

  • paulo americo

    Julio, meu filho, quando tinha 21 anos, se acidentou de moto e ficou uns 5 meses no hospital (em torno de um mês em coma). TODOS os médicos me convenceram que era melhor levá=lo pra casa, pois o hospital tinha naquela época, quase dez anos atrás, supertuberculose (incubada em aidéticos que tomavam coquetéis de antivirais etc etc etc os mais variados), resistente até a cloro puro; super streptococus aureus, mais duas cepas de gangrena. Vc não está alarmando não, muito menos paranóico. Existe.

  • Rafael Abreu da Matta

    A poucos dias eu vi uma notícia sobre uma gripe aviária chamada H10N8 que existem em muitos pássaros, e que recentemente essa gripe transmitiu-se para uma idosa na China e a idosa morreu em pouco tempo e eu quero saber como essa gripe aviária foi transmitida para um ser humano, porque pelo o que parece essa gripe é bem capaz de matar um humano facilmente.

    • Cara, o que eu li a respeito nos últimos dias foi que de fato uma mulher faleceu a alguns dias devido ao H10N8, sendo ela o primeiro caso relatado de morte causada por esse vírus. Ela já era uma idosa (78) e também tinha a saúde debilitada, de acordo com as fontes que eu li, e contraiu o vírus em um mercado com animais vivos.
      O simples contato com o animal pode ter causado isso, provavelmente o contato com algum muco ou secreção semelhante, superfícies contaminadas, as fontes podem ser muitas. Como eu disse em outro comentário, a taxa de mutabilidade dos vírus, principalmente da gripe, é muito alta, então é relativamente fácil para o mesmo conseguir se adaptar e contaminar outras espécies.
      Se não to enganado, foi publicado um estudo no Journal of Virology, ano passado, em que se constatou que a infeção em aves era menos patogênica, mas em camundongos o vírus se comportava de uma maneira muito mais eficiente, inclusive aumentando sua virulência após a adaptação ao tecido do camundongo.

  • E quanto a vacinas, como a da gripe que o governa distribui gratuitamente. Alguma contra-indicação?

    • Não. A situação da gripe e que a vacina, com validade de 1 ano, tem o mesmo efeito que simplesmente pegar uma gripe: até o ano que vêm, você não irá pegar esse mesmo gênero de gripe (não confunda gripe com resfriado, quando se está gripado mesmo, você não consegue sair da cama). A diferença e que tomando a vacina você se previne contra certo sofrimento. A vacina não possui nenhuma contra-indicação, tanto que pessoas idosas, crianças e com problemas respiratórios tem preferencia na vacinação, pois estes, em certos casos, podem morrer devido a gripes mais sérias.

    • Boa noite. Sobre as vacinas que o governo distribui eu nunca tomei e nunca tomarei. Aqui em casa tenho um exemplo dos seus efeitos duvidosos, a minha esposa raramente ficava gripada, até o dia em que resolveu tomar a “tal” vacina, agora só vive pegando gripe. E vindo da parte do governo eu fico ainda mais “cabreiro”. Será que essa vacina não é um meio estratégico para equilibrar as contas da Previdência Social? O povo está vivendo mais e uma “vacinazinha” aqui e outra ali soluciona o problema. Eu sou bem realista, não vão me dar algo sem receber alguma coisa em troca e no final sempre vai sair caro para mim. Amigos, estamos sozinhos, preparamo-nos para o pior, “não existe almoço grátis” e eu não somos cachimbo para ficar levando “fumo”, quando a M**** bater no ventilador o primeiro lugar a ficar deserto se chama Brasíla. Quando a enchente leva a casa do cidadão não existe “Minha casa, minha vida” para socorrer, o camarada completa 45 anos e está velho para o mercado de trabalho mas é muito jovem para aposentar. O Sistema de Saúde está o caos, aí os “Déspotas Esclarecidos do Poder” resolvem “importar” médicos cubanos, ora o problema maior não é falta de médicos, é falta de vergonha na cara, se todos estes “politiqunhos” parassem de roubar durante apenas um mês sobraria dinheiro para equipar todos os nossos hospitais e ainda para dar aumento para os médicos. É muita falta de vergonha na cara, roubam descaradamente e depois ainda se fingem de “doentinhos” para não ir para a cadeia. Me desculpem se eu fugi do tema e me excedi, mas tem coisas que me deixam tremendamente “azedo”. Não interpretem mal as minhas palavras não sou comunista, socialista, não sou nenhum “ista” da vida. Me considero um patriota extremo, mas para mim a Pátria é a minha terra, minha família, meu País e essa corja de vagabundos qua anda comandando os nossos destinos não faz parta da minha Pátria.

    • Não há problema algum em tomar vacinas distribuídas pelo governo, pelo contrário, eu peço que você as tome, pois assim vai ajudar muitas outras pessoas, já que alguns indivíduos não podem ser imunizados dessa forma, então, se todos estiverem imunes, as chances de uma doença se propagar são muito reduzidas.
      Falando mais tecnicamente pra que não ajam dúvidas, as vacinas contém nada mais que o patógeno atenuado ou partes do mesmo, que interagem com nosso sistema imune e deixam uma “memória”, treinando-o para uma possível futura infeção pelo patógeno em questão.
      É o mesmo princípio de ter contato com a terra ou outros ambientes, mas com o respaldo de nos imunizar contra doenças que não são tão normais e que facilmente nos matariam.
      Quanto a vacina da gripe que gera tanta polêmica, saibam que vocês também devem tomá-la, é muito importante evitar a propagação do vírus da gripe, que é algo muito complexo, já que o mesmo possui uma alta taxa de mutabilidade e muda conforme infecta cada pessoa.
      Eu também não concordo com o governo parasita que temos hoje no nosso país, mas matar através de vacinas é algo muito “Majestic 12”. Além do que, um parasita de sucesso, em geral não deseja a morte do hospedeiro, afinal, é dele que o parasita suga o que precisa.

  • Francisco Perez

    É simples: vivamos mais pela natureza e menos pela industria!

    Que absurdo! Alterações genéticas!

    É simples: mexa na terra e viva o mais, o mais selvagem que conseguir. Isso é independência! Isso é liberdade! Não tema a morte, mas a vença!

    Sejamos autossuficientes em tudo! Tudo mesmo!

    Alguém aqui já ouviu falar em “brahmacharya”?

    A respeito da imunidade o maxixe pode ajudar muito.

    Alguém já cogitou a hipótese de uma alimentação frugívora?

    Vocês meditam? Pensem a respeito?

    Boa sorte!

  • Boa tarde. Concordo plenamente sobre os perigos da automedicação e do uso indiscriminado de remédios. Eu particularmente procuro sempre que necessário utilizar métodos mais “naturais”. Felizmente gozo de boa saúde, talvez tenha uma boa genética ou seja por não cometer abusos com alimentação e nunca usar álcool. Tenho 60 anos e piloto motocicleta diariamente no Rio de Janeiro e isso é excelente para manter o equilíbrio e aguçar os reflexos. Apesar da minha aparência frágil ( no Box a minha categoria seria mosca-ligeiro pois sou pequeno e bem magrinho rsss rsss), as vezes em que fui a um médico foram por conta de acidentes, uma capotagem com meu carro, uma queda de um telhado e um acidente com um avião, mas sobrevivi sem fraturas ou sequelas. Hoje por exemplo, provoquei um corte no dedão do pé ao manusear uma escada de ferro. Rapidamente fui pegar o Iodo no meu EDC na mochila, mas o frasco tinha ficado em uma “necessaire” em outra mochila. Felizmente sempre carrego uma cabeça de alho, esmaguei um dente e apliquei sobre o corte. Dói muuuiiito e arde para “caramba”, mas era assim que os Legionários
    Romanos tratavam os seus ferimentos em batalha.
    Vaniel Bittencourt

    • Cara, você é mesmo um sobrevivencialista… Esperava ler muita coisa nesse post, mas cara, acidente de avião, sem fraturas ou sequelas. Sério, você não tem genética boa, tem o corpo fechado mesmo! huahuahua

  • para o pessoal mais estudado aí de plantão, não seria melhor uma modificação genética em nós seres humanos algo que conseguíssemos combater naturalmente sem precisar de antibióticos? qual consequência teríamos? e etc…

    • Assim que haver a descodificação do código genético humano que esta em curso e num futuro próximo ou distante, quem sabe possibilitar manipular de forma precisa os genes dos seres humanos, de modo a realizar algo semelhante ao que se faz com as plantas e os animais. ainda sim averia um grande debate sobre a viabilidade da técnica e possíveis efeitos colaterais de curto e longo prazo.

    • Cara, uma modificação genética seria perfeita, mas daqui que consigamos realizar um feito colossal desses, sem apresentar nenhum risco/efeito colateral ao ser humano, vai demorar.
      O sequenciamento do genoma humano já foi concluído, mas a parte mais complexa começa agora: descobrir pra que serve cada gene, que na maior parte das vezes não trabalham sozinhos.
      Mesmo depois de entender pra que tudo serve, ainda há toda a problemática de como e onde mexer pra que as alterações sejam realmente as desejadas.
      Resumindo, é impraticável. Ainda tentamos entender coisas “corriqueiras” como o câncer. Modificar um ser não é fácil, mesmo que isso já seja realizado em plantas e alguns animais, e acreditem, pra um resultado positivo, milhares falham.
      Não é barato, não é simples e em geral não é totalmente eficaz. Lamento jovem, mas o problema é grande. Mantenha-se saudável, evite tomar antibióticos e outros medicamentos sem necessidade, afaste-se de pessoas/locais com risco de doenças/epidemias e mantenha-se higienizado. E caso acredite em alguma divindade, reze. Haha

  • Comecei a trabalhar em farmácia em 1994 e meu amigo julio eu posso te garantir que já vi coisas de arrepiar até os sobrevivencialistas de extrema direita. As coisas na área da saúde são bem preocupantes, mesmo com a lei que obriga a retenção da receita para vendas de antibióticos o governo não consegue acabar com o uso indiscriminado desse medicamento. o antibiótico citado no texto que na verdade é encontrado na farmácia pelo nome de ceftriaxona, por exemplo, era para ser usado só em ultimo caso, mais ele ainda é vendido por farmácias sem ética cívica e moral sem a prescrição de receita por ser relativamente fácil de burlar o sistema. as vezes até ***************** ** ******* e aplicam por sua própria conta, isso sem falar de médicos despreparados que passam o dito cujo simplesmente por não saber qual a doença e não saber o que fazer…rsrsrs “isso mesmo, não saber o que fazer” ontem mesmo peguei uma receita de ceftriaxona 800mg para uma criança de 2 anos, cara incrível isso é como se fosse uma bomba nuclear em uma formiga. se vc for em um hospital publico e tiver um pouco de febre, eles nem pensam em te dar um paracetamol ou um dipirona já te metem uma ceftriax 1g no soro, velho ta feio a coisa já conheço algumas pessoas que ja são imune a ceftriaxona. recomendo não tomar antibiótico sem antes fazer uma cultura atravéz de um exame de sangue para saber qual é a bactéria e qual o antibiotico mais indicado. após isso tomar o antibiótico de maneira correta pois se nao tomar certo ou a quantidade ou tempo determinado ele tambem se tornara ineficaz.

    • Hassebrawbier

      Dose pediátrica de ceftriaxona 20 a 80 mg/Kg de peso. Ou seja, 800 mg de ceftriaxona está dentro do esperado para uma criança de 12 Kg – média de peso para criança de 2 Kg. Tem que ver se foi bem indicado, se a infecção diagnosticada era por um germe sensível. Cultura e antbiograma demora 3 dias para ficar pronto. Em alguns casos é recomendado iniciar o tratamento antes e alterar a prescrição depois.

      • uma infecção de garganta….. vc citou a bula ok entendo mais ja que não dava tempo para uma cultura que tal começar com uma amoxicilina 250mg ou se não achar suficiente associa um clauvulanato…. oque eu discordo é de ja administrar uma ceftriaxona 800mg ja de cara e depois ? quando ela tiver 3 anos 4anos 5 anos que vai vir?

  • poise é complicado

  • Excelente alerta! Algumas ações sociais também podem evitar a proliferação de bactérias e de superbactérias, além tudo o que já foi dito nos demais comentários, como evitar a automedicação, buscar o contato com o meio ambiente e com a natureza, o acesso a frutas e outros vegetais orgânicos, incluindo os silvestres, ações como o isolamento no caso de uma infecção, podem limitar a ação da bactéria, a pessoa deve ficar em casa e evitar ao máximo o contato com outras pessoas. Caso isso não seja possível e tiver que sair, o uso de máscaras cirúrgicas descartáveis pode impor uma barreira mecânica para as bactérias e levar proteção às outras pessoas, evitar o contato físico, mesmo que seja social como um simples aperto de mão. Habitos de higiene como lavar bem as mãos com regularidade e sempre que chegar de um local público como shopping centers, lojas, transporte público, etc.

    É claro que é muito difícil estancar completamente uma bactéria, porém se cuidarmos de nossas saúde pessoal com alimentos de excelente qualidade e grande variedade, incuindo frutas variadas, legumes e verduras diversas, pouca carne, bastante peixe e, se necessário consumindo suplementos vitamínicos de fontes puramente orgânicas dificultaremos a ação de tais bactérias em nosso próprio organismo, afinal a maioria das bactérias, mesmo as superbactérias, são oportunistas, atacam quando nosso sistema imunológica ou nossas resistências estão enfrequecidas.

    Eu realmente acredito que se nos prepararmos, e tomarmos os cuidados sociais adequados evitaremos pandemias e catástrofes.

    Jonathan Castellano
    http://www.beeready1.blogspot.com.br

    Não se surpreenda, prepare-se!

    • Jonathan, bom te encontrar por aqui. Realmente já tenho lido sobre super bactérias já faz alguns anos. Minha irmã que é médica desde os anos 90 já falava que a auto-medicação estava ajudando a selecionar as super bactérias. Acredito que a nossa cultura torna quase impossível eliminar esta prática tão comum e tão danosa a saúde pública.

  • A melhor defesa é não tomar medicamentos se não for absolutamente necessário e mesmo assim com prescrição; atividades em ambiente natural aumentam a imunidade do corpo, pois pequenos arranhões, contato com terra não urbanizada e alimentos silvestres provocam pequenos ataques de micro organismos que nosso corpo combate naturalmente, “exercitando” e fortalecendo as defesas.
    Lógico, a maior distância que puder ser mantida de hospitais e ambientes onde as superbactérias existam é mais que recomendável. Azar de enfermeiros, médicos, bombeiros e policiais que não têm escolha.
    A “tática” do TOC, de ficar se desinfetando a todo minuto, limpar fanaticamente cada canto de seu ambiente, etc, a meu ver é contraproducente. Isso causa uma deficiência fatal do sistema imunológico, por falta de “exercício” e, aí, não é necessário um ataque especial: qualquer gripe mata.
    mas sem exageros; se transformar num “hippye” só vai tornar a pessoa mal cheirosa. Tudo no equilíbrio.

  • Pois é, cada vez mais caminhamos forte para o progresso e melhorias, no entanto são pequeninos seres invisíveis que nos metem medo…. caso crítico esse.

  • Pois é Julio, vejo este problema com um enorme agravante aqui nas Terras Brasilis… A falta de informação!
    As campanhas Nacionais são destinadas a um público simples e por isso mesmo, deve ter o mínimo de informação para não causar dúvidas. Precisamos de canais como este para nos manter informados e buscar formas de evitar e/ou minimizar estes efeitos.
    Boa informação.
    Abraço a todos.

  • Inimigos pequenos mais mortais!

    Muitos acham que ser armar até os dentes é a solução para enfrentar o que pode vir mas se esquecem deste tipo de fatores.

    Estes inimigos chegam sem serem notados e quando se da conta deles em muitos casos já é tarde demais, isto os torna altamente letais e absurdamente assustadores!!!

  • Mais um ótimo post Julio! E tenho um pouco mais a acrescentar: Essas bactérias não são novidade aqui no país. Como mencionei no email, cheguei a iniciar um projeto de pesquisa que visava justamente a identificação de genes que codificam proteínas específicas, as beta-lactamases, capazes de quebrar a estrutura de muitos antibióticos.
    Isso em um microrganismo. Existem muitos outros, com outras “estratégias” de resistência (modificação da membrana, da parede celular, produção de outras enzimas).
    E mortes por aqui ocorrem sim. O material de pesquisa utilizado nos estudos do meu antigo laboratório, bactérias KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) eram isoladas de pacientes e, infelizmente, de cadáveres, oriundos do hospital onde estudo.
    Sim, mortes por bactérias multi-resistentes já ocorreram e ainda ocorrem, aqui no nosso país, bem como ao redor do mundo. Essa é só uma das ameaças. Fungos e micobactérias, além dos clássicos vírus são outros desafios mortais pra ciência, e como pesquisador e colega de outros pesquisadores da área posso afirmar: estamos a um passo de perder essa batalha. Sério.
    Como tem na matéria, a indústria farmacêutica não dispõe de meios para tratar esse tipo de infecções, então, como sempre, a melhor estratégia é ficar longe dos grandes centros, das grandes massas. Se a doença não chega até você, você dificilmente vai ficar infectado.
    Tentar se manter o mais saudável possível é imprescindível, pois uma gama desses germes são “oportunistas”, se aproveitando de outras infecções ou quando nosso corpo fica fraco, como em caso de cirurgias/transplantes (imunossupressão) para se instalar.
    Vamos rezar pra que nenhuma super-bactéria atinja o “status” de pandêmica, pois muitas vidas serão ceifadas, de um modo muito mais violento do que a Peste Negra ou a Gripe Espanhola fizeram.

  • Baita problema o nosso (humanidade). Se somarmos o uso abusivo de drogas ilícitas, uso compartilhado de seringas sem falar no sexo casual sem preservativos só fazem crer que estamos efetivamente com um problema e tanto!

  • carlossilvapb

    Tudo depende da velocidade com que uma bactéria resistente à antibióticos pode se espalhar entre seres humanos. Se for algo como uma superbactéria da tuberculose, facilmente transmitida pelo ar, estamos ferrados. Uma dessas poderia se espalhar pelo planeta inteiro em questão de dias. Existe um documentário muito bom, chamado Depois do Armagedon, do The History Channel (disponível no Youtube), que mostra os efeitos de uma possível pandemia no planeta. E não só as superbactérias são ameaçadoras, mas também os vírus. H1N1, e HN71 parecem ser ensaios da natureza para criar algo extremamente perigoso para a humanidade. Fiquemos atentos às notícias do surgimento de surtos de doenças infecciosas nos noticiários.

  • Henrique Lima

    Tenso…

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