Fauna Brasileira: Juriti

Dando continuidade à série de animais silvestres de aparição comum e características de fácil reconhecimento, hoje falaremos um pouco da Juriti Pupu, uma “Pomba” que habita praticamente todo o Brasil, sul dos Estados Unidos e algumas partes da Argentina.

Juriti-pupu

Nome científico: Leptotila verreauxi

Tamanho médio: 29 cm com cauda

Cores: Marrom, com o peito claro, possui alguns reflexos metálicos na nuca e no alto do dorso.

Alimentação: É granívora e frugívora, pois come grãos, sementes, frutas e vegetais.

Hábitos: Vive nas matas e ambientes bem arborizados, muito comum no chão de hábitats quentes, tais como bordas de florestas densas e cerrados. Vive solitária ou aos pares. Quando perturbada, foge caminhando sem fazer barulho ou voa, emitindo um som com as asas, até uma árvore próxima.

Reprodução: Seu ninho é feito de pequenos gravetos, sem forro. É tão ralo que às vezes, os dois ovos de cor clara-sujo podem cair no chão. Pode nidificar em pés de café e na entrada de grutas calcárias, no interior da mata.

Predadores naturais: Um dos principais predadores da Juriti no Brasil são as cobras.

Juriti descansando em seu ninho.

Em tamanho as Juritis são intermediárias entre as pombas e as rolas. No Brasil meridional há duas Juritis Leptotila Reichenbachi, cujo colorido é o seguinte: dorso avermelhado, frente e garganta alvacentas, vértice cinzento, pescoço e peito roxos, barriga branca. L. ochroptera difere da precedente por ter o dorso pardo-cinzento e a nuca e o pescoço posterior tem brilho metálico, verde furta-cor. Da Bahia para o Norte há uma outra Juriti, L. rufaxilla, porém pouco diferente.

Juriti é um nome  comum dado a diversas espécies de aves da família dos Columbídeos, onde se incluem pombos e rolas. Mais um animal comum de ser visto no campo ou em algumas partes da cidade.

Mais uma adição ao nosso conhecimento sobre a nossa Fauna, qualquer dúvida ou sugestões comentem abaixo.

Fonte: Wikiaves (com adições e subtrações de conteúdo).

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4 comentários

  • flint broadhead

    Essas pombinhas são consideradas uma praga na cidade onde eu morava pois atacam a plantação de soja, milho, trigo (plantio), girassol (colheita) entre outras, no caso do plantio o prejuízo podia passar dos 30% e no caso da colheita (o girassol mais especificamente) podia passar dos 50%. Na praça da cidade a prefeitura teve de arrancar dezenas de árvores pois o piso da praça ficava insuportável de tantas fezes e eram lavados todas as manhãs. Nessa região, a conhecemos com o “amargozinha” pelo gosto meio amargo da carne, no nordeste brasileiro são chamadas de “rebançã” ou “arribação”, na minha infância conhecíamos como jurití uma outra pomba maior que essa e menor que a asa branca que vive em interiores de matas, esta é mais arroucheada que esta espécie de jurití, que tem predominância acinzentada. Essa outra pomba a muitos anos que não vejo mais, não sei se foram extintas ou simplesmente se tornaram tão raras que nem são vistas mais, procurei no google e nenhuma imagem condiz com a espécie que eu conhecia como jurití. É uma enorme pena, não no sentido lato da palavra. Mas a postagem foi muito interessante e metódica, parabéns.

    • Aqui em Cubatão tenho visto uma população em crescimento dessas pombas maiores, algumas parecem ser maiores que os pombos domésticos

    • Eu acho q a pomba maior é a ASA BRANCA!

  • ivania candido

    A natureza e bela, tenho a sorte de ver e ouvir o cantar da juriti-pupu.

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