Erros comuns de Sobrevivencialistas iniciantes! – Preparado Ep.01

Como já dissemos em muitas matérias aqui no portal, iniciar no Sobrevivencialismo não é algo fácil. Com as toneladas de informações que existem sobre o tema é fácil focar em pontos que não são interessantes e que podem até mesmo direcionar você para o lado errado, então, para ajudar, hoje conversaremos sobre os erros mais comuns que você precisa evitar.

Quais são esses erros?

Aqui vai uma versão em vídeo onde argumentamos de forma mais ampla sobre os erros, porém não deixe de ler a lista abaixo que conta com mais alguns erros bastante complicados!

1 – Obsessão sobre com cenários extremos e o dia do “juízo final”
Não adianta pensar no “apocalipse”. Pense nos cenários mais próximos da sua realidade! Você tem economias para manter sua família caso perca seu emprego? Você tem medicações em quantidade boa caso elas faltem na farmácia? E o gás de cozinha, você tem um botijão de reserva? De nada adianta gastar milhares de reais em coletes, mochilas e balestras se o simples não está garantido.

Além disso, de nada adianta se preparar para uma guerra nuclear se você não está em uma zona de possível alvo. Será que uma enchente ou até mesmo uma seca não são preocupações mais próximas da realidade? Pois é.

2 – Confiar em equipamentos em vez de habilidades
Um bom curso de primeiros socorros geralmente custa até 400 reais, mas aposto que você tem mochila, barraca, faca e itens que somados custam muito mais do que isso, não é? Adquira conhecimento. Foque em desenvolver suas habilidades e aí sim, veja nossos vídeos e verifique quais equipamentos entram melhor na sua realidade.

3 – Ficar obcecado com “fugir para o mato”
Sejamos honestos… Se você não tem um abrigo preparado e bem estruturado, conhecimentos e prática ampla na área de caça e uma série de outras coisas, viver no mato não é uma opção viável. Antes de pensar em fugir, pense em reforçar as preparações da sua casa ou estruturar um abrigo secundário na área rural, por exemplo.

4 – Não ter um plano para evadir
De nada adianta ter equipamentos perfeitos e não ter um planejamento. Quais são as rotas que você pode pegar se precisar sair rapidamente da sua cidade? Que meio de transporte é o mais eficiente? Como escapar de engarrafamentos?

6 – Subestimar as outras pessoas e os “inimigos”
A maioria dos preparadores assume que as pessoas comuns não tem habilidades suficientes para competir com ele, seja em termos de sobrevivência ou de combate, e isso é ferir um dos maiores princípios do combate – nunca subestime seu oponente. Você NÃO sabe se aquele que está vindo para saquear a sua casa é realmente um marginal oportunista ou se é um ex-militar altamente treinado que precisa alimentar seu filho que está chorando de fome.

7 – Não ter um grupo ou comunidade de suporte e comunicação
Não, lobos solitários não existem, eles morrem. Invista nos seus vizinhos, amigos e família.

8 – Falha na prática
Você construiria um carro e venderia sem fazer test-drive? Não. O mesmo acontece com seus planos, eles precisam ser colocados em prática para que você descubra as potenciais falhas.

9 – Equilíbrio mental
Você se conhece quando está cansado, com sono e sob grande estresse? Sabe gerenciar crises em um grupo e motivar os membros da equipe? O que você vai fazer se a sua esposa simplesmente sentar e começar a chorar dizendo que não quer mais fazer nada? Ou ao contrário?

10 – Condicionamento físico
De nada adianta ter milhares de reais em alimentos e equipamentos se você é incapaz de realizar uma atividade intensa (correr, cortar lenha, etc) por períodos prolongados. A resistência do seu corpo com certeza vai ditar as ações que você realize e, por consequência, as suas chances de sobrevivência.

Você lembra de mais algum erro perigoso? Coloque nos comentários abaixo!

Até.

 

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23 comentários

  • Roque Cezar de Campos

    Parabéns Júlio. Colocastes o dedo exatamente na ferida. Muito bom. Vá em frente com o E-book e a série de vídeos, serão utilíssimos para os curiosos de primeira, para os principiantes e para os experientes sobrevivencialistas.

  • Grande Júlio, um vídeo assim é como jogar álcool em um machucado. No início dói muito, mas depois vem os benefícios. Reflexões assim são importantes, uma vez que, com o passar do tempo esquecemos de alguns detalhes e podemos nos descuidar. Então, estes “erros mortais”, não são apenas de sobrevivencialistas iniciantes, mas podem ser de velhos sobrevivencialistas descuidados, ou “termalizados” como se diz na Física. Um abraço. Parabéns pelo vídeo.

  • Olá Júlio,
    Comecei sou um estudante de psicologia também, e recentemente tenho me atraído muito pelos seus vídeos e agora pelo seu blog, acho super legal sua ideia e estou bastante entusiasmado com tudo isso inclusive até decidi criar um blog para me ajudar a melhorar na minha carreira profissional e nesse seu modo sobrevivencialista de ser. Ainda sou um iniciante, porém por estudar psicologia não sou tão “afobado” e nem ligo muito para casos apocalípticos e nem nada do tipo, e acho que seus vídeos de certa forma estão me ajudando bastante na faculdade. Espero cada vez mais sucesso para você meu amigo, agora sou um leitor fiel e espero cada vez mais conteúdos interessantes e que me ajudem a ingressar cada vez mais nesse “modo” de viver. Abraços!

  • Fabiano Oliveira

    Sou um entusiasta do assunto. Às vezes parece que sou louco, pois estou sempre alerta, esperando que alguma catástrofe ocorra. Tenho colecionado alguns equipamentos de sobrevivência, principalmente armas brancas, como facas, machetes, machadinhas, cantis, pederneira e outros. Como sou policial militar, também possuo armas de fogo e pretendo estocar munição. Já passei por algumas experiências em caçadas à infratores fugitivos no interior de matas fechadas e posso dizer que a experiência não é nada agradável. Temos que observar o terreno, relevo, vegetação, clima, animais peçonhentos, sem falar no desgaste físico e mental, fome e sono. Por vezes a gente tem a sensação de que vai apagar. Enfim, se é muito difícil para o caçador, imagine como seria para a caça. Sim! Porque, dependendo do evento catastrófico que por ventura possa vir a ocorrer, nós poderíamos nos encontrar na situação de caça. E, com certeza, muitos de nós estaríamos acompanhados por esposa e filhos pequenos. Quem tem família não vai fugir sozinho. A vida não faria sentido sem nossos entes queridos. Só para refletir. Ps. Gosto muito deste site.

  • Recentemente, tivemos um episódio complicado durante a prezepada, quero dizer, durante a manifestação das mulheres dos PMs no ES. Não chegou a ser um evento igual ao que os preparadores e sobrevivencialistas acreditam que estejam preparados… Mas foi complicado, e olha que o Estado estava presente com o exército e a Força Nacional…Aí lhes convido ao seguinte raciocínio… Você se prepara para o “previsível”…
    E para o imprevisível? Você se prepara ou já pensou nisso?!?
    Vc se prepara para defender suas posses e pertences… Legal, muito bonito…
    E se você, devido ao imprevisível perdeu suas posses, seus pertences, seu local estratégico? Sua Bug Out Bag, e aí?
    Você está preparado psicologicamente para tomar, roubar ou furtar de alguém?!?!
    Ou você acha que mendigar no SHTF irá funcionar?!?!

    Fica a reflexão… Acho que seria um ótimo ponto de discussão…

  • NUCUTUTINHA PREGOS

    De fato que essa “cultura” de sobrevivencialismo de agora, esta mais ligada ao comércio,do que a própria prática em si, e esta desvirtuando o âmbito original da coisa, que é ser o mais efetivo com o mínimo de recurso, abrindo mão de aumentar sua capacidade diante as dificuldades, para “comprar” essa capacidade com altas tecnologias QUE SÃO FUNDAMENTAIS SIM, mas não para a maioria do uso que as pessoas tem feito.

    Minha opinião! não afirmo isso com uma verdade propriamente dita, pois cabe a cada um interpretar o texto, da maneira que quiser.

  • O vídeo é bom, mas deixou algumas frentes abertas que poderiam ter sido melhor tratadas. Não gostei da parte que diz que os principiantes não tem paciencia de ver um video como este. Mas, como alguem se cre preparado para dar conselhos inclusive sobre tecnicas de gerenciamento de equipe pode dizer uma burrada destas? Te parece que essa declaração incentiva e estimula ou derruba a moral de quem esta começando nessas lidas sobrevivencialista? Quantos dos seus seguidores são principiantes? Um pouco de respeito pelos seus seguidores nao vem mal. Outra coisa que não gostei foi quando disse que se esta sozinho e sem o apoio nem da familia, essa pessoa não tem nenhuma chance. Nesse ponto acho que ele arrebentou com 90% de todos os sobrevivencialistas! Porque eu gostaria de saber quantos sobrevivencialistas contam com o apoio da familia? Uma coisa ainda que me chamou a atenção e acho profundamente equivocado: Dizer que os cenarios apocalípticos não devem ser considerados. Uma olhadinha de leve nos jornais e noticiarios deixa claro que esse é o cenario mais provavel e que tudo deve girar em torno dele, tendo em consideraçãos as diversas situações que daí podem ocorrer. Nao acho que esse preparador esteja preparado para me ensinar nada. Sinto muito mas é a minha opinião, mas acho que nada vale, porque segundo o que foi expressado principiante nao serve pra nada e esta mortinho e quem for principiante e nao tiver apoio da familia entao pode ir preparando a alma que ja nao ha como salvar o corpo.

    • Olá Nelci!

      O meu objetivo com este vídeo foi somente causar reflexões, especialmente para o público bastante volátil que encontramos na plataforma do Youtube. Caso você tenha se ofendido peço desculpas, talvez isso tenha acontecido porque você não é o público alvo.

      No entanto, não reitero nenhuma de minhas colocações. Você como preparador-sobrevivencialista solitário, sem apoio da família terá severas dificuldades em uma situação de emergência. Basta olhar as estatísticas e história que verá que somente grupos coesos e com boas capacidades e sincronia foram capazes de perseverar perante as adversidades.

      Além disso, não disse que os cenários apocalípticos devem ser desconsiderados, apenas pedi que as pessoas priorizassem as ameaças mais iminentes. Como disse em vídeo, de nada adianta me preparar para uma guerra nuclear se um curto circuito na fiação velha da minha casa pode fazer eu perder tudo o que eu tenho.

      Assim como respeito sua opinião, tomo liberdade de dizer que se você ficou ofendido é porque acertei em cheio na sua ferida. Em vez de assumir uma postura defensiva e se fechar para a discussão é mais interessante analisar estes seus pontos de vulnerabilidade e então trabalhar para que eles não existam mais.

      Principiantes nunca estão condenados, mas os “sensíveis demais” com certeza estarão.

      Abraços.

  • Nossa, vou ser sincero. De todos os seus vídeos essa foi o melhor. Eu sou bem desse entusiasta mas sei q não estou preparado e é sempre bom ouvir umas verdades pra ver se dessa vez eu fico firme e mantenha meus estudos e treinos por mais tempo! Um dia eu chego lá

  • Marcelo soruco

    Ola julio
    Otimo video, parabens…
    Tenho uma duvida que acredito mais gente tenha…
    Tenho bastante experiencia em trilhas na mata, e acredito que o suficiente para me virar na cidade, mas……
    Casei, e tenho uma esposa gravida… xiiiiii… TUDOque eu sei foi posto em xeque….
    Uma coisa é garantir minha segurança, outra de da minha familia. Concordo que em muitos pontos o conhecimento se aplica com eficiencia, mas em outros me sinto totalmente descuberto… Ex. posso evadir uma situação de crise sozinho, mas como, qual a melhor maneira de minimizar os riscos com uma criança e uma mulher?
    Entende, existem alguns pontos totalmente especificos…
    Não sei se vc é casado/tem filhos, mas acredito ser um tema interessante…
    Obrigado
    Marcelo Soruco

    • Marcelo Soruco, bom ter levantado este assunto, normalmente as pessoas veem os que se preparam para possíveis emergências, catástrofes ou qualquer coisa que signifique rápida saída em circunstancias atípicas do dia a dia como tendo um perfil atlético, moderno, operacional e “solteiro”, Ha quase três anos atrás me fiz essa pergunta também, de como seria zelar por mim e minha família composta alem de mim, minha esposa e um filho de 2,8 anos, impossível não pensar, porem a solução veio exatamente contrariando aquilo que alguns, principalmente os mais jovens ou iniciantes veem por ideal, ou seja, me dei conta que apenas eu não daria conta de cuidar de tudo sozinho, então reiterei o assunto com a esposa e ganhei uma forte aliada nas preparações para uma possível situação de colapso ou emergência, nos organizando em todos os aspectos, foi então que vimos a real necessidade de agregar pessoas mais achegadas da família, e com a mesma visão é claro, e também alguns amigos próximos de total confiança, hoje estamos entre quatro chefes de família e dois amigos que eram lobos solitário, hoje compomos um grupo aqui no RS, visando preparação e sobrevivencialismo, com o principal objetivo de termos uma sobre vida quanto ao restante que estará sempre indiferente para tais assuntos, ainda temos muito que evoluir como grupo, porem já demos os primeiros passos!

    • Olá Marcelo!

      Primeiramente fico feliz em saber que está acompanhando e gostando do conteúdo. A verdade é que a minha premissa básica durante o processo de criação de conteúdos é “vivenciar para aprender e depois transmitir”. Isso quer dizer que ainda não sei como é possuir uma esposa grávida ou um filho pequeno para proteger e, se me manifestar sobre o assunto, posso parecer leviano ou desconectado da realidade, compreende?

      Ainda assim, vou começar a pesquisar sobre o assunto e assim que encontrar um bom texto para traduzir ele será postado aqui!

      Abraços!

  • Muito bom obrigado!

  • Tenho medo de baratas e ratos, o que faço

  • Júlio, você poderia sugerir algumas dinâmicas para grupos sobrevivêncialistas.

  • carlossilvapb

    11) Achar que armas resolvem tudo.
    12) Achar que dá para comer insetos, beber urina e outras atitudes extremadas impunemente (como nos programas do Bear Grylls)

  • Ótimo conteúdo!

  • Leandro Mendonça

    Muito bom o vídeo, realmente são informações e reflexões muito boas.
    Parabéns pelo trabalho.

  • Formato do vídeo muito bacana!
    Ótimos alertas; conteúdo, só para variar, excelente!

    Continue assim, Julio!

    Abraços!

  • Nelson Rubens

    A melhor postagem dos últimos anos. Em meio à “youteberização” do canal de comunicação que você criou, falta esse tipo de conteúdo, que remete a verdadeira proposta do sobrevivencialismo, a evolução pessoal, desapego material e preparo para situação reais.

    Por favor, Julio, revise seu conteúdo de forma editorial e filtre-o para que não se torne mais um canal de “youtuber”. Vlogs, Lives, polêmicas baratas para coletar views… só me fizeram entender que a sobrevivência do canal como forma de entretenimento sobrepujou a informação que você se comprometeu em trazer. Parte da cultura dos colecionadores de gadgets e o aumento dos campeiros embusteiros de final de semana vieram com essa transformação.

    Sou comunicador de profissão e fico triste em ver que o canal ficou mais bonito, mais profissional em diversos aspectos… Mas mais irrelevante em meio a tantos outros rasos e insossos outros dá plataforma.

    • Olá Nelson,

      Compreenda que estamos trabalhando arduamente para fazer tudo se encaixar da maneira ideal. Atualmente é fato que TEMOS de seguir as tendências da plataforma ou simplesmente cairemos no esquecimento e, por falta de rentabilidade, todo o projeto será abandonado… Essa é a dura verdade.

      Contudo, entenda que o objetivo da criação de vários quadros no canal foi exatamente para oferecer conteúdos de entretenimento porém também manter o espaço para conteúdos educativos e que não possuem tanto apelo para o público “massivo”. Além disso, meu plano é começar a escrever mais aqui no portal, retomando as reflexões e abordagens que fazia anteriormente – só me falta tempo.

      Enfim, entenda que penso como você e também me preocupo com tudo o que foi dito, porém estou tentando encaixar o “sonho na realidade” e garantir a viabilidade do projeto. Peço paciência nesta fase e prometo que muitas coisas boas vão surgir.

      ABraços.

  • Olá Júlio, ótimo artigo. Sou inciante e anotei muitos pontos tanto do vídeo quanto do texto. Procurei mapear os problemas da minha cidade e algumas providências que podem ser tomadas, tanto hoje quanto futuramente.
    Minha maior dificuldade sinceramente é o que pode ser feito hoje, pois estou passando por um tratamento longo e até o momento passo longos períodos internadas e por recomendação não posso realizar esforço físico. Pode parecer estranho uma pessoa na minha situação pensar em sobrevivencialismo (rs), mas minha minha situação será passageira. Até poder recuperar condicionamento físico, expor-me em ambientes com muita gente. Eu gostaria de sugestões sobre práticas que eu poderia realizar apesar das limitações apresentadas. Atualmente possuo reserva financeira, mas acho que posso usar meu tempo livre para outras coisas. Quais novos conhecimentos eu poderia adquirir e praticar?

    Moro em zona urbana, o principais problemas da minha cidade estão relacionados a saneamento básico (falta de água, enchente e a energia elétrica pode faltar por longos períodos). Internet e sinal de celular tbm pode faltar por até 3 dias (acho essa parte importante pq falta de comunicação atrapalha a resolução de problemas e avisar caso algo aconteça, como um acidente em casa).

  • J. C. de Oliveira

    Olá Júlio, venho acompanhando o canal a algum tempo. O tema sempre me interessou e achei legal ter encontrado o teu canal. Faço (ou fazia, pois a algum tempo não tenho feito) trilhas offroad e tenho ciência que é também uma atividade que requer preparo (fiz curso de direção offroad antes de iniciar). No passado trouxe ao Rio um socorrista para dar um curso de primeiros socorros focados ao público offroad que foi ótimo! Com respeito a preparação de um modo mais amplo, acredito que a provocação que fizeste no teu vídeo, sobre a necessidade de experimentar em primeira pessoa o uso de equipamentos e técnicas afins, acredito que isso te abriria espaço para criar cursos focados a serem proferidos Brasil afora. Seria necessário calcular o tamanho mínimo da turma para que a arrecadação justificasse teu esforço. O curso poderia seguir o modelo de aula teórica em um dia, seguido de aula prática no dia seguinte (geração de fogo usando técnicas variadas, criação de abrigo, marcação de perímetro, etc.). em geral podes aproveitar a realização do curso para trazer equipamentos que a turma possa ter interesse em adquirir. Posso te ajudar a montar uma turma no Rio de Janeiro. Em Petrópolis consigo local gratuito para a aula teórica, a área da subida para a Pedra do Açú poderia servir para a parte prática (pendente de verificar com os administradores do Parque Nacional Serra dos Órgãos a respeito). De minha parte tanto poderia fazer o curso quando ele eventualmente vier ao Rio, como eventualmente em Florianópolis, onde vez por outra visito familiares. Na minha próxima ida espero visitar a Via de Fuga pessoalmente. Desejo-te sucesso no canal, na loja e nos demais empreendimentos na área que vieres a atacar. Abraços!

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