SHTF School: “Fique ligado”

“Nas últimas 48 horas, quatro pessoas morreram no hospital por conta da gripe XYZ. Os representantes do hospital disseram que não há razões para pânico e que eles estão montando um comitê especial que irá monitorar de perto a situação e manter o público informado.

Descobrimos por fontes anonimas que outras 4 pessoas estão internadas no mesmo hospital e em condições muito graves. Estes pacientes estão sofrendo com o mesmo tipo de vírus. As nossas fontes dizem que a gerência do hospital ainda não sabe o que está acontecendo e o quão perigosa a situação realmente é.

Especialistas nos disseram que as pessoas devem se proteger com máscaras e evitar lugares públicos com grande concentração de pessoas. Continue ligado conosco para receber novas atualizações sobre esta situação”

O que isso realmente significa?

Imagine esta situação acontecendo no canal de TV da sua região e enquanto eles falam várias imagens de pessoas usando trajes amarelos carregando sacos pretos pesados, queimando pilhas de algo, vão aparecendo na tela.

Se você é um preparador, obviamente este tipo de notícia lhe deixaria muito preocupado, talvez até lhe levando a concluir que é o momento de “deixar a cidade”, ir para seu abrigo usando sua máscara ou roupa HAZMAT e atirando em qualquer um que tente te parar.

Isso é compreensível, se você sente que precisa correr, corra. Mas a realidade é que talvez esta história apenas diz que 4 pessoas morreram de gripe, como todos os anos. Um número enorme de pessoas morrem de gripe todo ano, geralmente pessoas idosas, crianças ou pessoas em péssimo estado de saúde.

  • O hospital realmente irá formar um comitê especial para conversar com a mídia, simplesmente porque a mídia gerou uma pressão enorme em cima da equipe querendo saber sobre “a situação”;
  • Esta “fonte anônima” geralmente é um cara que quer ter o seu momento de fama contando apenas que “existem mais pessoas em situações graves” (como em qualquer hospital);
  • O ‘especialista’ que a mídia contatou falou sobre medidas simples e baseadas no senso comum de que “você deveria ter uma máscara e evitar lugares públicos” se você quiser manter-se saudável e se proteger de qualquer doença.

Mas se você coloca estes relatos com imagens de fundo de pessoas carregando sacos grandes e usando roupas especiais, tudo muda, não é?

Talvez com uma pesquisa mais profunda você descobrirá que as imagens eram na verdade antigas, de uma matéria onde vacas estavam sendo queimadas por conta de uma doença.

O ponto aqui não é que você deve ignorar as notícias que você ouve, mas sim pensar sobre dois pontos chave:

  1. Pesquise ou tente pesquisar fatos sobre o que realmente está acontecendo. Tenha as suas fontes ou conheça pessoas que possuam contatos interessantes;
  2. Entenda que a mídia normalmente não está ali para nos ajudar, ela está ali para fazer mais dinheiro e não existe nada melhor para a audiência do que uma manchete dramática.

Algumas vezes as razões escondidas por trás de histórias como essas podem ser simples e até mesmo engraçadas. Por exemplo, pode não passar de um acordo em propagar esta notícia para estimular a venda de máscaras que X fabricante tem guardadas em um depósito, prover vacinas que enriquecerão a industria Y ou até mesmo uma simples manchete grande para atrair mais audiência.

E sim, algumas vezes poderá ser real. Se você não tiver nenhuma fonte de confirmação disponível, confie nos seus instintos.

Mas por favor, não “mantenha-se ligado” na frente da TV esperando pela próxima atualização. Vá para fóruns de pesquisa, pergunte para amigos… Faça algo ou apenas saia. Apenas não fique esperando na frente da TV.

Tempo, local, razões e exemplos de (má)informação

Um dos meus medos é perder o tempo correto de entrar no modo de sobrevivência e só perceber quando todas as outras pessoas também se tocarem disso. Se isso acontecer, as regras mudam e você pode esperar por qualquer coisa.

O que isso significa?

É ótimo quando você percebe, enquanto preparador, que o momento de crise começou e então começa a agir de acordo com a situação, enquanto todas outras pessoas continuam estáticas. Por outro lado, não é uma boa notícia quando você percebe a crise ao mesmo tempo que “a população” toda.

Eu vi pessoas queimando casas (algumas com famílias dentro) apenas por que achavam divertido. Eles tinham uma expressão de felicidade e prazer em suas faces, como se quisessem fazer aquilo por todas suas vidas e só não tinham feito antes pois o sistema poderia castigá-las.

Mas eu vi eles fazerem coisas como essas quando perceberam que ninguém iria puní-los. Eles gostaram disso.

Você quer estar presente quando isso acontecer?

Então, você como preparador tem um grande objetivo: Perceber o momento da crise bem antes do que este tipo de pessoas.

A captação de informações certas no momento certo pode salvar sua vida. A grande diferença entre você e as “ovelhas” é que você tem que ter meios para obter estas informações e agir de acordo com o que elas lhe dizem.

É claro que neste ponto da conversa você já sabe que não pode depender da mídia convencional para conseguir informações, ao menos não para conseguir vantagem em relação ás outras pessoas.

É importante que você tenha planos para ativar conforme as informações vão aparecendo, para ir em um modo mais homem cinza e deixar a área ou até mesmo de entrar no modo de sobrevivência onde você já vai se preparar para fazer coisas ruins para se manter vivo.

Informações possuem valor, que podem mudar rapidamente de acordo com o quão novas ou velhas são. Apenas lembre-se: Informações importantes são sensíveis ao tempo.

Vamos fingir que a história do começo deste texto é real, e que uma pandemia está realmente começando e você recebeu esta informação antes do caos acontecer, antes de tudo começar a desmoronar e os serviços falharem.

Neste caso você teria tempo suficiente para deixar a área e ir para um abrigo seguro, quem sabe até parando em lojas para comprar tudo o que você precisa caso não estivesse preparado o suficiente.

Você sabe que a crise vai acontecer em três ou quatro dias e que você tem exatamente esse tempo para se preparar, ir para o seu abrigo e esperar as coisas desandarem.

Ou ainda, você sabe que estas notícias de pandemia são um exagero e você compra várias máscaras para vender para as pessoas preocupadas, lucrando boas quantidades de dinheiro.

Nos dois casos a informação é valorosa pois você conseguiu ela antes dos outros.

Informações erradas, mitos, rumores e medo

Medo é algo que move as pessoas em diferentes direções. É uma sensação natural e todos nós temos alguns medos ou vamos experienciar medo em algumas situações.

Em termos de um cenário de crise, o medo pode ser “neutralizado” com atividades como treinos, confiança em suas habilidades e planos ou simplesmente experiência de vida.

Um dos maiores medos que eu experimentei e que vi outras pessoas experimentarem durante a crise era o medo do desconhecido. O “desconhecido” podia ser muitas coisas diferentes, mas a maioria do tempo era induzido pela falta de informação.

O que isso siginifica? Que ele funciona em diferentes níveis.

Por exemplo, algum tempo depois do começo da crise rumores de que estavam usando gases venenosos em partes da cidade começaram a circular. Você não conseguia apontar as fontes ou quem realmente viu o fato acontecendo, mas todos falavam sobre isso tinham muito medo.

Como resultado, durante este período você conseguiria facilmente “conquistar” um prédio cheio de pessoas apenas jogando uma granada de fumaça dentro do local. As pessoas corriam em completo pânico.

Em alguns casos, atacantes apenas incendiavam coisas para criar a fumaça e preparar a invasão.

Sim, isso soa estúpido agora, mas o que um bando de civis sabem sobre gases venenosos militares? Ninguém sabia como eles se pareciam ou funcionavam.

Medo é uma coisa grande.

No seu caso pode ser qualquer outra coisa, então não subestime o poder da informação errada quando você for jogado no meio do colapso.

Quando uma crise acontece, a primeira coisa que surgem são os rumores – pois muitos usam eles como vantagem. Por exemplo, imagine o impacto de um rumor de que quinhentas pessoas armas estão chegando na sua região da cidade e estão matando todos pelo caminho.

Ou por exemplo, o mito popular de que beber álcool no frio te aquece.

Os donos de gangues costumavam plantar rumores semelhantes para controlar o mercado e vender comidas contrabandeadas ou até mesmo tirar pessoas da cidade ganhando grandes quantidades de ouro no processo.

No meio de tudo isso você estará fortemente tentado a mentirar para si mesmo, dizendo que tudo ficará bem, que nada vai dar errado pois o mundo é grande demais para ninguém vir ajudar e que pequenas crianças não tem como morrer em pleno século 20 por falta de medicamentos.

Como conclusão, informações falsas e reais sempre estarão aí, antes e depois da crise. E sim, é estranho pois algumas vezes é difícil encontrar boas informações mesmo em tempos “normais”.

Siga o que está acontecendo, escolha cuidadosamente suas fontes e sempre verifique a credibilidade dos fatos.

Quando uma crise acontecer você trabalhará baseado em pequenos pedaços de informações e erros vão acontecer, não há como evitar.

O que você pode evitar é a sua vontade de confiar em uma informação simplesmente por que você está precisando de alguma segurança. Busque aprender sobre as coisas agora, não no meio de uma emergência.

Saiba como sobreviver ao frio e esteja pronto para isso, saiba como criar uma boa horta e você não terá que apostar na informação de que um cara está vendendo comida em tal lugar.

Preparação é a chave e em muitos cenários conhecimento realmente é poder.

Traduzido do blog SHTF School

 

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27 Comentários

  • Como exemplo, uma publicação alarmista que mistura ciência (ruim) e fé, e os impagáveis comentários: http://filosofiaimortal.blogspot.com.br/2015/08/nasa-mentiu-e-nibiru-esta-mesmo.html

  • Acredito que muita criança acessa o blog Lourenço.

  • Fellipe Rabelo

    se alguem souber de forum ou grupos pra troca de informações e quiser passar adiante eu agradeço.. grande abraço.
    48 84217366

  • Em caso de algum grande problema na área da saúde, o meu copo está meio cheio, ou meio vazio. Trabalho em um Hospital, e consequentemente tenho acesso a diversas informações antes que o povo de uma maneira em geral, o problema que posso ser um dos primeiros a possuir o problema caso o mesmo tenha um grande potencial de contaminação e se alastre.
    Mas venho aqui para dar uma sugestão, o que vocês acham de fazer uma coluna ou uma matéria com os equipamentos dos leitores, tipo os programas da tv que analisam a preparação de cada um dos indivíduos mostrados dentro da realidade deles colocada. Exemplo, 5 leitores mandam para vocês fotos de seus edc´s, e a realidade para cada um foi concebido (que provavelmente o edc de um policial será diferente de um músico, e os dois estarão corretos),e vocês do site, talvez com algum convidado da área que possui um canal no youtube ou mesmo um site, analisam o edc da pessoa, caso esteja demasiado longo para ser um edc, ou falte algo se deparar com tal ocorrência. Acredito que é valido, visto que os leitores teriam diversas realidades para eles demostradas, e como algumas pessoas pensam em resolver diversos problemas. Não precisaria ficar apenas no edc, pode ser passar para outros níveis de preparação, só citei o edc, que é o mais básico de todos e que teoricamente todos utilizamos todos os dias,

  • Devo confessar que tenho uma curiosidade mórbida em acessar vídeos e sites no youtube que falam sobre o “fim do mundo”. Aqueles bem confiáveis, que citam o amigo da NASA, a entidade mística que avisou, que todos os governos do mundo já sabem…não para ver os vídeos, mas os comentários…..caras…é uma lição sobre a credulidade humana….cada coisa sem noção que chega a dar pena…um mix de credulidade e fé cega assustador. Um operador capacitado em contrainformação pode fazer um verdadeiro estrago.

    • Olá Hwidger,

      Acredito que o “viés de confirmação” seja um grande fator aqui. Geralmente as pessoas tendem a procurar fatos que comprovem suas visões, levando-as à conexões desconectadas da lógica. É uma pena ver que muitos ficam presos nestas fantasias enquanto os verdadeiros problemas estão acontecendo atrás da cortina.

      Abraços,
      Julio.

      • Oi Julio. Sem dúvida. Cara, coisas do tipo: há um enorme planeta entre a Terra e Júpiter e todos estão escondendo! Poutz….um planeta dezenas de vezes maior que Júpiter é algo fácil de esconder, né? Um professor disse em sala: “O bom senso é a coisa melhor distribuída no mundo. Ninguém acha que precisa de mais bom senso do que tem”. Abraços.

  • Interessante, pois a primeira coisa que fiz ao ler o título do post foi tentar obter mais informações sobre “gripe XYZ”, entendo agora, depois de ler tudo, que o nome é genérico(para ilustrar a situação), mas vai saber? Com tantas doenças por aí.

    Ótimo post!

  • Kaye Yamamoto

    Ótimo texto. Na crise recente do ebola, fiquei muito perto de entrar em “modo sobrevivência”. Acompanhava diariamente a evolução da epidemia. Realmente o timming é o mais importante!

    • Somos dois então Kaye. Não acreditava no potencial pandêmico visto a limitação da contaminação, mas nunca podemos ter certeza de nada, rs.

      Abração.

  • Magnifique!!!! Como sempre!

  • Assim como podemos entrar em “modo de sobrevivência” tardiamente, também podemos sofrer o “efeito manada” nos deixando levar pelo pânico de alguns e seguindo os mesmos passos que uma multidão apavorada ou levando-nos a uma moblização sem real motivo!
    Recordo de um incêndio ocorrido faz muito tempo na Suíça, se não me engano: uma espécie de trem levava os turistas até o topo da montanha, através de um túnel, para de lá descerem esquiando. Quando se aproximava do topo, irrompeu-se o incêncio e a maioria dos turistas preferiu o menor trajeto (até o topo) e poucos resolveram descer. Os primeiros morreram e os outros se salvaram, já que a fumaça subiu em direção à saída superior – óbvio -, asfixiando quem ali estava!
    As opções mais fáceis, sejam vias de fuga, abrigos ou fontes de alimentos serão as mais disputadas!
    Quanto ao sensacionalismo da mídia, lembremos do vírus da gripe H1N1! Quanto Tamiflu não foi vendido nessa epidemia?

    • Olá Max,

      Bastante interessante o fato relatado. O efeito de pânico sempre é complicado pois elimina o pensamento racional (como no caso, lembrar-se de que a fumaça sobe) e exige grande disciplina comportamental para ser contido. Não é a toa que temos de praticar habilidades e simular cenários para conseguirmos criar uma resistência maior à ataques de ansiedade.

      Abraços,
      Julio.

      • Olá Júlio,
        O tal “feito manada” em piscologia tem até outra termologia, não é? Mas o fato é que a maioria das pessoas agem de acordo com as emoções e não com a razão. Meu avô, português, vindo para o Brasil com 13 anos, foi um próspero agricultor. Ele tinha uma intuição para negócios interessante: se um determinado produto (alface, por exemplo)estivesse muito barato, com excesso de oferta, ele ia ao mercado e comprava quilos de sementes de alface. Questionado porque iria plantar algo que estava com super oferta, ele respondia: ” Agora ninguém vai querer plantar alface e daqui a 3 meses vai ter pouca oferta.”
        Fugir do senso comum não é sucesso garantido, mas assim como toda técnica sobrevivencialista, serve para aumentar nossas probablidades de sucesso. Mas resisitr à ansiedade (nossa e da família) e a tentação de “correr junto com a multidão” só com muita força mental mesmo, além de antever e estudar os possíveis cenários de crise!

    • Me lembrou o caso da boate Kiss, em Santa Maria RS, onde as pessoas tentavam sair desesperadas feito animais, onde morreram vário pisoteados, espremidos contra a parede, com o crânio perfurado por um salto e dezenas morreram dentro dos banheiros, que no desespero foram confundidos com a saída e uma vez lá dentro não havia como sair, pois, haviam dezenas de pessoas te empurrando. Segundo os médicos, se as pessoas simplesmente tivessem se abaixado, colocado um tecido molhado cobrindo as vias aéreas e se evadissem do local rápida e organizadamente, as mortes teriam sido drasticamente reduzidas, infelizmente o local inadequado, sob uma situação inadequada (estava superlotado), somados ao desespero e às atitudes tomadas em decorrência dele resultaram na tragédia que todos vimos. A lição que fica do incidente na boate e no trem é de sempre manter a calma, por mais difícil que seja a situação, e raciocinar, eu vi um documentário sobre esse caso do trem, se não me engano, nem mesmo os atletas de elite que viajavam no trem conseguiram correr nem 200 metros na fumaça, e a maioria dos corpos foi encontrada nos primeiros 15/30 metros. Nunca percam a calma, treinem, se preparem para possíveis acidentes ou situações de estresse como essas, para o choque ser menor na hora e você simplesmente não ser mais uma ovelha na manada correndo em direção ao abismo, seja a moça que entrou dentro de um freezer na boate Kiss e se salvou, sejam as pessoas que foram em direção ao trem em chamas e desceram o túnel, e sobreviveram, sejam o que age pela razão e não pelo impulso, você pode estar em uma situação ruim, mas não precisa piorá-la.

      • Não sabia dessa moça que entrou no freezer na boate Kiss. Mas sinceramente, eu em uma situação dessas talvez não resista a tentação de correr 15 m até à saída de incêndio, ignorando que há centenas de pessoas no caminho.rss

  • Em tempo de facebook onde boatos sáo compartilhados sem ao menos pesquisar ou ter uma minima desconfiança da notícia. Ótimo artigo, ser cauteloso com as informações é tão importante quanto estar atento a elas.

    • Não tenho facebook, mas fico espantado como as pessoas dão credibilidade a todo boato que aparece ali! Não são adolescentes, mas pessoas maduras que se deixam enganar! Basta alguns cliques para pesquisar em sites confiáveis para ratificar os fatos.

      • Fico pensando qual será o próximo “2012”…. escrevi alguns textos aqui sobre esse tema, na época. Muita gente ganhou dinheiro com isso….

  • Primeiramente ótimo post Júlio! Obrigado.
    Estou procurando fontes confiáveis de informação em tempo real, já tenho algumas mas quanto mais melhor. Acho de grande ajuda se pudermos estar um passo à frente e compartilhar esse tipo de informação que trata o texto e outras do meio militar e político antes de viralizar no meio civil.
    Eu participava de alguns grupos de apoio tático no What’s up, mas acabei saindo porque parecia um mix de Linha Direta com o programa do Marcelo Resende, você ia dar uma olhada no grupo pra ver as notícias e era perigoso sair sangue da sua mão só de tocar no cel, um verdadeiro filme de horror 100% real e sem cortes. Acho que não é esse o objetivo de se criar grupos.
    Enfim quem quiser se organizar nesse sentido, conte comigo.

    • Olá Henry,

      Hoje em dia há enorme dificuldade de encontrar meios de informação confiáveis, afinal, como o Selco mesmo pontua, o interesse atual da mídia hoje é ganhar dinheiro – não necessariamente informar. Criar uma rede de informações é algo demorado e que exige um grande processo de filtragem e exploração.

      Um grande abraço,
      Julio.

    • Fellipe Rabelo

      henry, a galera apela.. eu sou parceiro pra criar um grupo q funcione… informacoes reais. grande abraço 48 84217366

  • carlossilvapb

    Então, você como preparador tem um grande objetivo: Perceber o momento da crise bem antes do que este tipo de pessoas.

    Esse é o maior ensinamento que um preparador deve absorver!

    • Fala Carlos!

      Com certeza. Antes de qualquer equipamento de sobrevivência, ter meios de obter informações antes da população geral é a melhor arma que você pode ter.

      Abraços.

      • Há um visitante aqui que negativa uns comentários só por existir o botão para isso…..

  • EVANDRO ANDRADE DOS SANTOS .

    MUITO BOM .

  • Demóstenes Jr.

    Realmente, estas estratégias nos distraem do que realmente importa. O que mais mata no mundo são doenças ligadas à falta de saneamento básico e boa alimentação, ou seja, desnutrição e água contaminada, disso governo e mídia nenhuma fala. O pior são as vacinações obrigatórias, além de não proteger são caras e perigosas, vocês já se perguntaram por que você que está vacinado não pode se aproximar de um doente contaminado com a doença para o qual você mesmo está oficialmente “imunizado”? Isto não é lógico nem faz sentido, a não ser provar que as vacinas, ou a maior parte delas não funcionam. Informação ou conhecimento é mesmo poder.

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