Post do Leitor: Epidemias – Ameaça mortal e invisível

Hoje, no mundo globalizado em que estamos, as principais ameaças capazes de nos afetar severamente que podemos imaginar são geralmente os desastres naturais, quedas de governos, guerras e ameaças biológicas, como por exemplo, as epidemias.

Hoje vamos pensar um pouco mais sobre esta última. Antes de tudo, acho interessante diferenciar epidemias e pandemias visto que muitos confundem os dois termos:

  • Epidemia: Quando uma doença é altamente contagiosa, podendo ser letal ou não, atinge um região, estado ou país.
  • Pandemia: Quando a doença afeta continentes ou o mundo inteiro.

O ponto principal deste post são as epidemias e como elas podem ameaçar a sua vida e de seus entes queridos. 

Imaginamos uma seguinte situação:

Uma nova gripe surge na China. Ela é aviária mas só é transmitida de aves pra humanos. Os sintomas são de febre alta e tosse. Em certos casos progrediram para formas bastante graves da doença, incluindo pneumonia grave, síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA), choque séptico e falência múltipla de órgãos, que podem evoluir para o óbito. Naturalmente, a tendência do vírus é se propagar, logo, seguem as  sequências de fatos:

  1. O Vírus  chega em Hong Kong mas sofreu uma mutação e não está restrito mais apenas ao contágio de ave para humano, mas de humano pra humano;
  2. O vírus sai do continente de origem e vai pra Europa, América do Norte e América do Sul;
  3. Após três dias depois da saída dessas pessoas contaminadas pra essas localidades elas estão em estado passivo da doença mas já contaminaram várias pessoas. sete dias depois os primeiros casos dessa doença, que foi batizada de H7N9, começam a aparecer;
  4. Dez dias depois, as pessoas dos primeiros casos estão em estado Grave chegando ao óbito. A doença se espalha com grande força, chamando a atenção da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças);
  5. A taxa de mortalidade chega a 30%, o que é relativamente grave e pode ser comparado à Gripe Espanhola, que matou mais de 25 milhões de pessoas ao redor do mundo;
  6. Um mês depois, vários casos se espalharam no Brasil, EUA, Canada, México entre outros países. Aproximadamente, 5 milhões de pessoas no Brasil estão contaminadas;
  7. Caso o governo não tiver um plano pra controlar a situação, em 2 meses começam a surgir saqueadores, blackouts, revolta da população, água e comida contaminada, sendo tais acontecimentos são cotidianos.

Essa simulação é baseada em uma situação avançada da gripe, onde a cura não foi encontrada. Resumindo, o mundo que conhecemos está em um Apocalipse Biológico de Nível 6, que é o máximo. Usando o simulador pandêmico GLEAMviz, pude analisar que, em 1 ano, mais de 500 milhões de pessoas ao redor do mundo poderiam estar mortas, caso não conseguissem encontrar uma vacina. Felizmente essa situação não ocorreu, mas a doença que acabei de dizer é real sim.

A Gripe aviaria H7N9 que surgiu na china ano passado está crescendo rápido, mas ainda controlada pois apenas está passando de ave pra humano. Ainda assim, possui taxa de mortalidade de 30%. Os sintomas que foram descritos acima são os sintomas reais da H7N9. Os pesquisadores afirmam que há uma possibilidade grande de ser transmitida de humano pra humano pois o vírus está constantemente mudando.

Dizem que já encontraram a vacina dessa nova gripe, mas não tem afirmação. Você já imaginou se essa situação que criamos ocorre mesmo? O que você faria? Quais itens que você acha que ajudariam a protegê-lo? Você possui equipamentos de proteção biológicas como mascaras, luvas e óculos de proteção?

Caso tenha, parabéns. Caso não tenha, comece a montar um plano pra esse tipo de situação. Devemos estar mais atentos a esse tipo de ameaça. Por isso, tire um tempo curto do seu dia para poder pesquisar e rapidamente você estará pronto pra essa situação. 

Se você quiser ver como ficaria o mundo ou um país nessa situação, assista o filme: Contágio. Ele mostra com muito detalhe a situação da sociedade nesse tipo de ameaça global.

O que vocês acham sobre esse assunto?

Post escrito pelo leitor Issacar Brunow.