Post do Leitor: BoB – Um teste prático

Este “Teste” foi realizado durante a travessia do Parque Nacional da Serra dos Orgãos, saindo de Petropólis e chegando em Teresópolis durante 3 dias e 2 noites de caminhada com nível de dificuldade alto de acordo com informações no site do parque, sendo o primeiro dia composto exclusivamente por subidas em alguns pontos sendo necessário escalar degraus de rocha.

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Não era minha intenção montar essa mochila para ser uma BoB, porém a semelhança nos itens e tempo de duração de uma possível fuga quando “SHTF” (uma crise se estabelecer) fez com que eu resolvesse testar e avaliar se eu seria bem atendido ou não pelo peso que carreguei.

De acordo com informações do parque este é um breve resumo da travessia:

  • Primeiro dia: Sede Petrópolis – Castelos do Açu

Extensão do percurso: 7000 metros

Dificuldade: Difícil

A caminhada até o Açú é considerada pesada devido à grande variação atitudinal. Parte-se da portaria do parque, localizado no bairro Bonfim (cerca de 1.100m de altitude), chegando a 2.245m nos Castelos do Açú. A caminhada é relativamente curta (pouco mais de 7 Km de extensão) mas demora cerca de 6 horas para o montanhista médio.

  • Segundo dia: Castelos do Açu – Pedra do Sino

Extensão do percurso: 10000 metros

Dificuldade: Difícil

Grande parte da caminhada e realizada pelos campos de altitude, vegetação de pequeno porte que, no Estado do Rio de Janeiro, só ocorre na Serra dos Órgãos, em Itatiaia e no Parque Estadual do Desengano.

  • Terceiro dia: Pedra do Sino – Sede Teresópolis

Extensão do percurso: 11000 metros

Dificuldade: Difícil

O percurso do terceiro dia inclui apenas a descida da Pedra do Sino até a Sede Teresópolis do PARNASO. A descida é relativamente suave com belas vistas para o município de Teresópolis e do Parque Estadual dos Três Picos.

Irei também fazer um briefing sobre quais equipamentos levei, por quê os levei e o peso da mochila.

  • Itens de abrigo: Poncho em nylon ripstop, tarp 2,1m x 2,1m, anorak Conquista, fleece manga longa New Balance, óculos de EPI Nemesis com lente cobre (quebra a luz durante o dia e realça no fim da tarde os contornos) calça térmica Adidas, luvas de lã, touca de lã, luvas de couro Adidas, calça militar desert choc camo, bota para trekking pesado The North Face Chilkats, meias de caminhada, gorro Sobrevivencialista, saco de dormir Viper (guardado dentro de saco estanque), chinelos de borracha, calça de tactel forrada, blusa de moleton, 3 camisas, 3 cuecas, 5 pares de meia, sabonete, desodorante, toalha de rosto grande, isolante térmico de EVA 8mm (2,1m x 0,8m), kit de higiene dental, sacolas plásticas de mercado, 2 sacos de lixo para 200l (usos variados) e mais alguma coisa que devo ter esquecido…
  • Itens de “sobrevivencia”: Mini pedra de amolar Victorinox, 3 cobertores de emergência, 1 barraca de emergência, alicate multi-função Winchester, mini lanterna de LED, lanterna de cabeça Wenger 100 lúmens, lanterna LED 150 lúmens, cordoletes variados, 15m de paracord 550, 20m de corda dinâmica, 2 mosquetões médios, 2 rolos de papel higiênico, mini pá dobrável, cantil camelo 1,5l, cantil militar 900ml completo com caneco, suporte para fogareiro e bolsa, kit médico (com vários comprimidos, bandagens, antiséptico spray, lenços umedecidos para limpeza das mãos, mini lenços umedecidos em álcool para limpeza de ferimentos entre outras coisas, nesse kit médico tinha muito mais coisas do que eu precisei o que deixou ele bastante pesado), mini fogareiro, TekGáz, pederneira, fósforos , isqueiro BIC, Maglite solitaire, bússola, apito, GPS Garmin Etrex (já com a trilha mapeada), canivete de lâmina mista, faca de sobrevivência Coleman, pilhas e baterias extras, alguns tipos de combustível sólido (algodão com parafina e pastilhas de álcool) e 2 bastões retráteis de caminhada em alumínio.
  • Itens de alimentação: 5 sachês de carboidrato em gel (350kcal), 3 barras de proteína, 2 barras de peanutbutter (acho que o nome em português seja manteiga de amendoim), 6 barras de cereal comum, 5 drops de bala Halls, 5 paçocas de amendoim, 1 pacote de biscoito cream cracker, 250g de capuccino (receita feita por mim), 5 pacotes de suco Tang laranja, 3 pacotes de soro para reidratação oral (muito úteis, pois suei bastante e para evitar desidratação a cada 90 minutos, além da água ja ingerida, tomei 200ml de água com 2 colheres de sopa desse pó), sal de frutas, marmita militar do tipo que vira uma frigideira e um prato, jogo de talheres de encaixe, caneca de alumínio, copo retrátil de plastico, sachês de açúcar e sal, 3 pães de hambúrguer com 4 fatias de queijo e uma lasca generosa de goiabada (consumido no primeiro dia durante a caminhada e cafe da manha do segundo dia), o jantar, unica refeição cozida, foi composto de frango em cubos frito com alho, bacon e arroz (tudo isso acondicionado em ziplocs) e batata palha – deixei o arroz pré-cozido e o frango ao ponto, adicionei 1 copo de água ao conteúdo do pacote (500g) e deixei cozinhar por 5 minutos e ficou pronto-, esponja, detergente, álcool, pano de prato.

Todo esse equipamento mais 2,5l de água deixaram a mochila com um peso de 17,5kg. Usando uma lógica simples de carregar até 20% do meu peso corporal (peso atualmente 70kg), minha mochila deveria pesar no máximo 15kg. O peso foi fator determinante pois combinado com o nível de dificuldade da trilha, gerou um cansaço excessivo no primeiro dia. A temperatura era de 12⁰ graus e a sensação térmica de 5⁰ porém com sol a pino durante o dia todo… e claro, alguns se esqueceram do filtro solar (eu por exemplo)…

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Mas agora vamos para minha impressão sobre montagem e uso da minha BOB. Vou separar em alguns pontos para facilitar o entendimento do que eu senti e sofri durante essa aventura… Recomendo aos que puderem e quiserem fazer esse trajeto que façam, ver a baia de guanabara na cidade do Rio de Janeiro do alto da Pedra do Sino é indescritível, além de passar por trilhas que fazem parte da historia do Brasil desde a época do Império, cumes e vales maravilhosos pela imponência no topo da serra.

  • Itens que faltaram: Não senti falta de nada na montagem dessa mochila especificamente para esse trajeto, porém para outro percurso eu mudaria a configuração, deixando alguns itens de “sobrevivência” e alimentação já que nem passaram perto de serem usados. Por exemplo o fogareiro e o TekGaz, visto que utilizei a cozinha dos abrigos de montanha onde pernoitei. Não levei barraca, o preço para pernoite em bivak nesses abrigos é de R$ 25,00 ou seja troquei 3kg da minha barraca por R$ 50,00 de conforto.
  • Itens que sobraram: Paracord, corda, mosquetões, quase todo o kit médico… Alguns irão dizer que é melhor ter e não precisar do que precisar e não ter mas o kit médico estava muito grande e pesado, 3,5kg pra um kit médico eu acho demais ainda mais se eu for me deslocar em grupo os kits medicos podem ser complementares. Quase todo o kit de sobrevivência ficou do jeito que foi no fundo da mochila só fazendo peso extra, pelos meus cálculos eu estava com quase 6kg de peso inutil da minha mochila. Ao chegar em casa retirei os itens desnecessários e o peso baixou bastante.
  • Itens que eu incluiria: Outras 2 refeições para serem comidas como almoço já que eu senti falta dessa questão, meu corpo necessita de um almoço e não lanche, sei que comer e caminhar pode fazer mal, mas eu não me sinto bem sem almoço. Algumas frutas e frutas secas e mais carboidratos nas refeiçoes principais.

No mais é a primeira vez que escrevo algo do tipo, não sei se essa formatação é a mais adequada, mas fiz isso pra mostrar que por mais que você conheça o percurso, planeje durante dias (no meu caso 50 dias) e treine seu corpo e mente, na hora da verdade somente que você vera se dá ou não pro gasto. Eu poderia ter abandonado alguns itens pelo caminho se fosse numa situação real, porém esses itens fariam falta em algum momento…

Para esse percurso no próximo ano irei com minha mochila pesando no máximo 10kg no total, ja contando a água.

Post enviado pelo leitor do blog Michael Sobrevivencialista.

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25 Comentários

  • Legal a iniciativa, mas… 17,5 kg???
    Eu faço essa travessia com 7 kg no máximo, carrregando uma barraca.
    Mas eu não carrego 3 cuecas, muito menos sabonete e desodorante.
    2,5 l de água é exagero. 1 litro no máximo, contando que tem 1 ponto de água no meio do trajeto no primeiro dia, e a mesma coisa no segundo dia. No terceito tem água em abundância.

    Para uma BOB então essa mochila tá meio exagerada, não?!
    Vai comprometer muito a mobilidade.

  • Muito bacana compartilhar conosco sua experiência! Parabéns brother!

  • Opa! Muito interessante essa postagem!
    Realmente dá pra “enxugar” bem esse equipamento, mas como não conheço o lugar em questão, não vou arriscar dizer o que deve ou não ser revisto no check-list.
    E essa faca de sobrevivência COLEMAN? Não achei nada sobre ela, alias, nem sabia que existiam facas sob tag da Coleman… uma vez que a Nautika cuida dessa divisão.
    Posta algum detalhe sobre ela ai pra gente conhecer…

    Abraço e boas trilhas!

    • Wagner Stewan o que a Nautika faz com a Coleman no Brasil é sacanagem…ela traz os piores itens pra vender por aqui…
      Mas aqui tem um “review” que fiz pro forum aqui do site sobre essa faca, acho que dá pra ter uma ideia do que ela é.
      A primeira impressao que tive dela…
      http://sobrevivencialismo.forumeiros.com/t383-faca-coleman-para-bushcraft?highlight=coleman
      Depois de “prepara-la” pro uso…
      http://sobrevivencialismo.forumeiros.com/t681-faca-bushcraft-coleman?highlight=coleman

      • Nossa! Que faca bonita! Lembra muito a Guepardo Big-fish que tenho usado ultimamente…
        Se tivesse dessas pra vender aqui no Brasil, faria muito sucesso entre os bushcrafters com certeza…

  • Hassebrawbier

    Existem várias estratégias para reduzir o peso. Já que falou do kit médico, o meu pesa uns 200g. Do que eu acho necessário, não incluí compressa estéril e atadura. Fora isso, tem quase tudo. Por exemplo, para que spray anti-séptico? Geralmente tem 200 mL – ou seja, 200 g. Basta 10 mL de clorexidina (devidamente acondicionadas numa embalagem de shampoo limpa).

    • Hassbrawbier meu kit medico é todo composto por itens comprados nos EUA, em quantidades de 10-15ml no maximo, o problema é que eu levo lanterna, pilhas extras, bisturi com cabo em aço inox, luvas extras e varias pomadas que nao encontro em tamanho mini, somente normal (100g), pomada pra queimadura, picada de inseto/alergias, assaduras e outras…isso acaba aumentando o peso consideravelmente…mas to revendo a possibilidade de colocar essas pomadas em potes menores…
      Vlw pela ideia.

      • Hassebrawbier

        Dá para transferir as pomadas para um pote menor. Existe até um jeito de reaproveitar tubo de plástico de pasta de dente cortado ao meio. É o seguinte: corte o tubo de pasta ao meio e limpe bem o interior. A metade da rosca, com ela fechada, coloque a pomada que você quer. Não adianta encher, com a prática você acerta o quanto você deve por. Proteja o tubo com papel-manteiga, coloque sobre uma superfície de madeira e passe ferro quente (de passar roupa mesmo) para vedar a “bunda” do tubo. É meio difícil no começo, para achar a temperatura certa.

        Mas essa não é a mensagem mais importante. O mais importante ver bem se precisa de tanta coisa.

        Tenho dois kits: um pessoal e um para atender os outros. No pessoal, tenho gaze, atadura, agulha, tesoura, clorexidina, álcool isopropílico, glicerina e permanganato (que, para falar a verdade, só carrego para tentar fazer fogo), band-aid, lâmina número 11. No “coletivo” tenho torniquete, tubo naso-faríngeo, luvas, micropore, compressa, lanterna de cabeça e faca. Acho que mesmo os dois kits somados não pesam 3,5 Kg.

      • Hassebrawbier

        Outra coisa importante: ao invés de bisturi com cabo de aço, existe bisturi descartável. O cabo é de plástico, muito mais leve. E eu tenho um (que foi “desesterelizado”) cujo cabo é arredondado, do tamanho de uma moeda grande. Sugiro abolir a pomada para queimadura.

        Sugiro:
        a) pomada de corticóide (dexametasona, por exemplo)
        b) pomada genérica para assadura (hipoglos)
        c) vaselina sólida
        d) pomada para micose (se for passar mais do que três dias fora)
        e) clorexidina

        Uma coisa que muitas pessoas não sabem é que dá para usar a pomada de micose “profilaticamente” para impedir que as frieiras se desenvolvam.

  • Mauricio Preuss

    Caro Julio: parabéns pela aventura a única crítica construtiva é quanto ao uso de TANG!!!!!! Isso é um horror!! Comprovadamente composto unicamente de ingredientes artificiais, ao invés disso eu levaria compostos a base de glicose facilmente encontrados em qualquer loja de complementos alimentares para atletas inclusive deve ser até mais barato do que o famigerado TANG. Basta adiciona-lo a água e você estará sempre hidratado!

    • Mauricio Preuss num kit separado eu levei barras de proteina, saches de cabogel e outros itens somente para consumo em caso de emergencia, ja que nao gosto do sabor desses itens…o tang nao foi com intuito de hidrataçao, para isso usei agua e soro em po, o suco em po foi somente pra acompanhar os jantares ja que eu nao conseguiria levar coca-cola 😀
      Nao consigo almoçar ou jantar sem uma bebida acompanhando…pra minimizar isso tang de laranja resolve bem 😀

  • Cara! Muito bacana mesmo essa postagem! Não consegui ver o quanto de água carregava. O kit médico não tem boca, quando não leva precisa, então leva. Poderia da próxima vez fazer seu próprio rango pra passar essa experiência, não dispenso o fogareiro, ainda mais em parques que não podem fazer fogueiras com madeira local. Parabéns ao nosso amigo pela experiência! Precisamos mais dessas aqui.

    • Jonatashm no primeiro trecho carreguei em torno de 2 litros, colhida no bebedouro da entrada do parque, no decorrer do trecho várias fontes de agua foram usadas para encher os cantis com o devido tratamento (usei clorin, agua sanitária e iodo), com relaçao ao rango, preferi testar um pre-pronto (feito e embalado por mim tb) para nao perder mto tempo cozinhando ja que eu queria ter o maximo de tempo pra descansar pois no dia seguinte a caminhada recomeçaria cedo.
      Quando vou acampar e ficar em um local base levo os ingredientes e preparo, se possivel na fogueira, o rango. 😀

      • Entendo, mas tem situações de parques e reservas que não podem fazer fogueiras, por isso acho que o sobrevivencialista deve ter seu fogareiro, considero fundamental, além de não propagar fumaça e evita ser reconhecido pela fumaça. Me aventuro muito também, gostei da ideia do saco estanque pro saco de dormir, vou copiar. Você tá de parabéns!

  • Quanto mais conhecimento se obtém do local, menos coisas precisam ser levadas. Quanto mais viagens para locais desconhecidos você fizer, mais verá que tem coisas que julgamos serem importantes mas nunca são usadas.

    Temos necessidade de levar certos itens apenas após conhecer os mesmos. Antes de nos apresentar certo “item de sobrevivência” simplesmente não precisávamos.
    O nosso cérebro é tão criativo que só vemos algo como um problema quando ele enxerga uma solução, até então o problema não era um problema.

    • Ismael Andres quando se vai com um grupo conhecido fica mais facil vc eliminar alguns itens pois ja sabe que a mochila dos companheiros vai “completar” a sua porem nao foi esse o caso dessa experiencia…mas aos poucos vou melhorando e aperfeiçoando com novos conhecimentos e equipamentos melhores.

  • Legal o post Julio, muito instrutivo.
    Só um toque que queria deixar… É claro que é importante selecionar o que se leva na mochila, principalmente em uma situação mais singular como uma saída de campo. Porém é bom lembrar que numa emergência, em que não se sabe de antemão as condições pelas quais se poderá passar, é sempre bom levar itens que não se possa improvisar ou substituir em uma situação de necessidade. Mais do que levar o suficiente, é importante levar o que é mais útil, as chamadas peças chave, ou itens chave, que servem como coringa. No seu caso por exemplo poderia ser útil uma lona leve, que evita a necessidade do uso de um E-Bivvy exceto realmente em última instância. Mas como você disse, é melhor sobrar sem uso do que não ter em uma necessidade, em especial no caso do Firstaid. Não digo nem em um caso de uma saída de campanha ou caminhada, mas se fosse o caso de uma BoB mesmo… é sempre bom ter uma carta na manga.

  • experiencia é tudo e penso como vc é melhor ter e não precisar do q precisar e não ter.

    • Sandronsm eu penso assim, mas to precisando rever uns conceitos do que realmente preciso e do que acho que vou precisar.

  • Postagem muito boa amigo!
    Realmente só vemos como é que é na prática mesmo.
    Cara também acho que seu kit médico ficou meio pesado, mas nunca deixe de levar um kit de primeiros socorros, NUNCA!
    Obrigado por compartilhar sua experiência com nosco!

    • Leo a experimentaçao, mesmo que pra isso vc sofra como eu, vai ser sempre valida, mas pra chegarmos ao nivel de icones da sobrevivencia temos um longo caminho a percorrer, tanto em termos tecnicos como de equipamentos.
      Vlw

  • Is Mael essa divisao foi ate cogitada por mim, porem apos “testes” e conhecendo o percurso descartei essa ideia pois maos livres ou com bastao de caminhada e itens balançando pelo corpo nao seriam uma opçao.
    Mas pra outro tipo de percurso com certeza essa divisao é bem valida.

  • Será que dividir o peso da mochila com pequenos compartimentos espalhados pelo corpo ajudaria? Tipo uma pochete ou bornal com os kit mais utilizados…

    • Acho que isso ajuda muito por uma questão de praticidade mesmo. Particularmente me parece que ajuda na distribuição e equilíbrio do peso. Mas requer o cuidado de não se sobrecarregar, pois pode acarretar em uma certa dificuldade de deslocamento, sobretudo em região de mata fechada. ^_^’

      • Mauricio Preuss

        Caro Is Mael: eu aprendi na prática que ao se fazer longar caminhadas em terreno montanhoso eu tenho que levar em conta a maneira como arrumo a mochila, longas subidas eu coloco objetos mais pesados na parte de cima da mochila e para as descidas o contrário o centro de gravidade deslocado ajudará a manter o equilíbrio, funcio acreditem!

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