TRILHEIROS-CGR: Ida a usina hidrelétrica abandonada

Mais uma vez voltando a falar sobre uma das aventuras que nós dos TRILHEIROS-CGR resolvemos fazer. Desta vez fomos até a antiga Usina Hidrelétrica de Campo Grande, um lugar que está totalmente em ruínas e é muito misterioso. Sabe aquela sensação de estar sendo observado? Que alguém vai chegar a qualquer momento? É essa a sensação que tivemos quando permanecemos por lá. Ficam algumas fotos e o vídeo, espero que gostem!

Será que alguem vai aparecer ali?
Uma das placas da sede da usina, será que é antiga? 1923

Fica agora o vídeo para vocês verem um pouco da aventura

  Quase morri “subindo o cano”…

8 Comentários

  • Alan Oliveira Cordeiro

    Sabe se alguém morreu na usina?

  • Ildeu raimundo da Silva

    É uma pena deixar esta usina abandonada e em ruinas.É um lugar meio fantasmagórico.Gostei da pesquisa e fotos.Obrigado Bruno
    de Pará de Minas ,Ildeu Silva,,ex operador de usinas e subestações.

  • Tenho muita vontade de ir a essa trilha, tem como passar mais informações?

  • Encontrei algumas informações sobre a usina:

    Outra transformação ocorrida em Campo Grande diz
    respeito à instalação da Companhia Mato-grossense de
    Eletricidade (CME), na década de 1920, substituindo o
    ciclomóvel28 – gerador a vapor de potências desconhecias que
    supria as necessidades de energia elétrica no perímetro urbano
    de Campo Grande. A CME construiu, em 1924, na região do
    Inferninho, próximo à fazenda do Dr. Vespasiano Martins, a
    Usina do Ceroula, com turbinas Pelton Voigt/ Siemens e um
    sistema de “11,4 kV, com cerca de 15 quilômetros, transmitindo
    e distribuindo a partir de um prédio em uma empresa à Rua
    General Rondon, esquina da Avenida Calógeras, de onde
    derivavam os alimentadores pioneiros e se situavam as
    balanças de série da iluminação pública em 2,2 kV.” 29
    Com a instalação da usina e a ampliação da potência
    elétrica, os habitantes de Campo Grande viram a chegada de
    novos aparelhos de caráter doméstico, como a vitrola e os
    refrigeradores (vale a pena frisar que houve a possibilidade de
    uso desses aparelhos e não a sua popularização) e os de caráter
    mais público, como o cinema, com tecnologia sonora e visual,
    que promoveram enormes transformações sociais e
    arquitetônicas na cidade.

    Revista de História Regional 13(2): 246-262 , Inverno, 2008
    Página 10

  • julio.souza

    Olá Brunão, achei um artigo na internet que diz que esta usina pertenceu a organização DHARMA, a mesma do seriado Lost… O vídeo ficou show, as fotos também, mas pelo que vi acho que não posso falar o mesmo da comida de vocês (rs)! Brincadeiras a parte, parabéns pela iniciativa do blog e não esqueçam de me convidar para as próximas trilhas! Abraços!

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