Preparação para crises: O guia para quem está começando!

Se você é novo no mundo do Sobrevivencialismo é fácil sentir-se perdido com a quantidade de informações disponíveis na área… Então decidimos criar um guia bem direto e simples para você!

Neste vídeo você aprenderá a “Regra dos 3”, e ela será uma excelente diretriz para que você possa investir seu tempo de forma estratégica e consiga se preparar mais rapidamente.

Depois de assistir o vídeo não se esqueça de nos contar o que achou e se concorda com as linhas de raciocínio que desenvolvemos!

Até.

3 Comentários

  • Penso que seja muito difícil sequer imaginar cenários e menos ainda em como se preparar, para quem nunca teve qualquer contato com sobrevivência e suas subcategorias, se podemos chamar assim (ex.: escotismo, radioamadorismo, camping, primeiros socorros, autodefesa, SA, avaliação de riscos, finanças, OPSEC, estratégia e tática, sociologia e psicologia, etc.). Da pra estimar que 99% das pessoas não faz ideia do que seja passar sequer um dia e noite numa selva. Mesmo se for uma area pré-tratada como por ex. um reflorestamento ou camping selvagem ou uma fazenda, com uma barraca e equipamentos, é preciso muito preparo mental sobretudo se estiver sozinho. E quantos já saíram de casa pra passar um FDS inteiro “morando” na rua e vagando pro aí com os sem teto, expostos aos inúmeros perigos de uma cidade grande? A maioria nem treina com suas BOBs. Como vai ser quando precisar caminhar 15km por dia em vários terrenos com 10, 15kg ou mais nas costas? Mesmo sobrevivencialistas com amplo treinamento militar ou nessas outras áreas, realisticamente, apenas melhoram as probabilidades de sobrevivência em contextos verdadeiramente caóticos. Uma coisa é treinamento, outra é a prática: quem estudou mas não sai do grid terá mais chances, claro, mas tb mais dificuldades do quem se expõe aos riscos reais em treinamento. E tb depende muito do grau de SHTF. Isso dito, é inquestionável um grande benefício da preparação: o treinamento, o equipamento, o processo e a mentalidade desenvolvida ajudem no principal, que é não entrar em pânico. Num SHTF real teríamos dois momentos. A prática do sobrevivencialismo pode aumentar as chances no curto prazo, quando o desespero e o pânico sempre causam muitas baixas na população, principalmente urbana. Em qualquer situação normal ou SHTF, quem esta preparado tende a se manter mais calmo e pensar com lógica e bom senso, além de ter mais agilidade e mobilidade. Mobilidade é fundamental. Um segundo momento é mais complexo pq depende de onde vai o mundo e quanto tempo vai demorar para a crise passar. Como dizia um grande instrutor que tive: quando um grupo mergulha para atravessar um rio (referência a uma crise), quem vai sair do outro lado é só quem nada melhor ou mais rápido, mas quem tem mais fôlego, mais calma e mais determinação.

  • Célio Freitas

    Muito bom, como sempre Júlio
    com relação a ficar sozinho, penso que é fundamental compreender que isso vai contra a natureza humana, eu por exemplo, não vejo sentido em lutar para preservar apenas a própria vida e esquecer da família e amigos.
    Penso que o importante da sobrevivência é o sentimento de pertencimento e da necessidade de se preservar e tentar proteger seus entes queridos.

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