Dormir no mato: As nossas histórias mais interessantes! – Sobrecast 73

Quais dicas podemos passar para aqueles que nunca dormiram no meio do mato? E quais nossas experiências mais interessantes? Vamos conversar sobre isso!

Não importa qual a sua experiência em acampamentos e jornadas em mata, cada noite é única. E você, tem uma história boa para contar? Diga nos comentários!

Até.

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3 Comentários

  • Fui acampar uma vez numa praia deserta, deixamos um cara encarregado da barraca e ele disse que tava tudo certo.
    Descemos do busão e começamos a caminhada de uns 20 km, no meio do caminho deram falta do lampião que tinha ficado no meio do mato na beira da estrada e o escolhido para resgatar o lampião foi eu, voltei debaixo de um sol de rachar com direito a borrachudos que me picavam numa velocidade que se ouvia o barulho da batida na pele e passei meia hora procurando o desgraçado do lampião até que achei.Na volta no meio da trilha, uma jiboia estava tomando sol e depois de pedir para ela deixar eu passar entendi que ela não me entendia pois ela nem se mexia e fui obrigado a dar a volta nela pelo meio dum brejo que afundava até perto do joelho.
    Chegando na praia fui avisado que o cara da barraca só trouxe a armação e a lona de cima mas mesmo assim montaram, e fomos todos pro mar quando um camarada começou a gritar: Corre!
    A maré subiu que ninguém viu e pegou a “barraca” e tudo que estava debaixo dela e já estava tudo nadando pra todo lado.
    De noite fizemos um buraco pra colocar um fogo e cozinhar salsicha até que um teve a ideia de irmos até um vilarejo lá na casa do chapéu ver se encontrava um fumo porque o que tinha molhou na maré alta e ninguém quis ficar sozinho lá, então foi todo mundo, quando voltamos, sem fumo, na panela tinha um purê de borracha alaranjada que fedia muito.
    Fomos dormir debaixo de ma ventania que atravessava a tal barraca quando ouço um barulho que ia aumentando em nossa direção, no meio do breu vi que um monstro à 200 km por hora sem freio estava se aproximando, era um cavalo que não sei de onde veio nem pra onde ia mas a gente estava no meio do caminho dele, de repente o bicho para e fica fazendo aquelas cavalices de frente à barraca e o povo dentro da barraca gritando pra afugentar o cavalo que foi gente fina e foi embora…
    De manha peguei uma prancha pra aprender a surfar, a correnteza começa a puxar para as pedras em volta do morro e começo a gritar pra alguém me ajudar mas ninguém me ouve ou vê,
    quando fui chegando nas pedras depois de desistir de remar procurei uma mais ou menos positiva para subir, a pedra escolhida para a escalada era mais negativa debaixo d’água e fiquei me ralando todo até que consegui subir e voltar para a praia depois de uma hora no meio do mato parecendo uma batata que saiu do descascador sangrando por todo lado.
    Depois de 3 dias voltamos, eu com fome, preto, todo picado e esfolado mas foi da hora.

  • ANDRE LUIZ ANDRADE

    Recentemente acampei no alto do Morro do Cambirela, na grande Florianópolis, e subestimei o frio!!!!
    Além da baixa temperatura havia o vento forte que fazia com que a sensação térmica despencasse!!!
    Minha barraquinha iglu mais parecia uma biruta kkkkkk!!! Valeu a experiência, na próxima estarei mais bem preparado.
    Grande abraço a todos 🖖

  • ANDRE LUIZ ANDRADE

    Primeiro!!

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