Sobrevivência E… Bicicletas (Com Henrique – Canal Pra Quem Pedala)- Sobrecast 77

Bicicletas e sobrevivência, como estes mundos se encontram? Existe possibilidade de usar a prática do ciclismo ao seu favor em situações de emergência? Vamos conversar sobre isso! 

Um grande obrigado ao Henrique do canal Pra Quem Pedala pela enorme aula e contribuição! Espero que você também tenha gostado. O que você pensa sobre o assunto, vale considerar bicicletas como um investimento interessante?

Até.

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2 Comentários

  • Danilo Iuri Sacramento

    Júlio,

    Parabéns pelo seu trabalho.
    Eu quero fazer um pedido a vocês. Verifiquem os casos de brasileiros que morrem em silos de grãos.

  • Caros Lobo, Ébano, Henrique, trupe e leitores, há algumas considerações que não foram consideradas. Hoje em dia os compósitos viraram moda na questão ciclística, e compósitos APODRECEM, eles tem tempo de vida extremanete curto em comparação com metais. Só que um quadro de titânio custa os olhos da cara! Cerâmicas, fibras, tudo isso tem um tempo de vida curto e o upgrade é fundamental, pois quebrar uma ponteira (é o onde o eixo se fixa), um cachimbo, é acidente certo e em alta velocidade é perigosíssimo. Tem que trocar o tempo todo.
    Outro detalhe é que uma bike é mais perigosa do que moto pois ela embola conosco no acidente, enquanto moto foge e não nos “ataca”.

    Ao Henrique sugiro que produza alforjes aerodinâmicos, pois no cicloturismo a aerodinâmica é mais importante até que no ciclismo competitivo, onde existe vácuo, e em cicloturismo pedalamos sós e dependendo da região, o vento é absurdo e contra.
    Fazer uns alforjes de plástico termoformados ou fibra seria um grande lance.
    Adequar os alforjes ao designi da bicicleta é também fundamental.
    Em termos de exercício creio que o mais eficaz é o remo, pois atua todos os músculos de forma homogênea, mas não é disponível em todo canto. Aí, a bike realmente é mais eficaz, não pela eficácia em si, mas sobretudo pela disponibilidade.

    O ciclismo mais próximo do sobrevivencialismo é o cicloturismo, no cicloturismo se entende que estamos sós dependentes de nós, apenas nós!
    Fazer cicloturismo é praticar sobrevivencialismo bicicletal.

    Com relação a segurança, todo ciclista tem que entender o que todo motociclista e todo motorista tem que entender, a pessoa a pé sempre está em desvantagem, ela não tem o “conforto” de um celim, ou o conforto rwal de um acento de automóvel, assim, é fundamental entender a proporcionalidade da questão, da mesma forma que um automóvel garante o conforto total, inclusive contra intempéries, sendo pelo bom senso é obrigado a ceder SEMPRE para pedestres, ciclistas e motoqueiros, as bikes e motos sempre tem mais eficácia em chegar no lugar seguro que um a pé, assim pelo bom senso deveria ceder SEMPRE ao pedestre. Só que veículos tem menor poder de parada, um pedestre para fácil, enquanto uma bike para menos e um automóvel precisa de muito espaço para parar.
    Outro detalhe nessa questão é a velocidade, a maioria dos acidentes são provocados pela velocidade. Descontado é claro, a desgraça do álcool.
    Uma moto a mais de 150 km/h chega tão rápido que antes da piscada o pedestre já foi atingido.
    Uma bike vulgar em alta velocidade atinge uns quase 40 km/h e uma pessoa andar em alta velocidade me pavimento que permite pedreste é um canalha e em meu entendimento deveria ser varrido de circulação.
    A maioria dos ciclistas de bicicleta cara é prepotente e abusado, é o clássico playboy, e esse tipo é pernicioso em convívio social. A maioria dos ciclistas, sobretudo em brasília são apenas playboys que adoram esnobar equipamento caro (Não falta bike mais cara que automóvel!), e são prepotentes inclusive contra automóveis. Acham que o automóvel deve abrir espaço para o pelotão, e isso até ciclista de competição com vergonha na cara fica P da vida com essa conduta abjeta de playboy que gosta de esnobar bike cara.
    E isso é muito mais comum do que parece, pois ciclismo é esporte caro e vaidoso, tanto é que depilam as pernas e alegam que é para evitar inflamação, mas competidores profissionáis assumem que isso é uns 10% o resto é vaidade de exibir musculos na perna. É como fisiculturismo, é vaidade pura, em uma nação com alta concentração de renda e produtos todos extrancgeiros caríssimos. Na europa e EUA isso é comum, todos podem comprar uma bike top e dessa forma os playboy não usam desse artifício para se pavonearem. Já aqui nessa cloaca injusta, bike cara é plataforma para vaidoso. E a prova maior é que somos medíocres em qualquer expressão esportiva.
    Observo que em SC tem muito ciclista profa, e é facil vê-los na serra do rio do rastro, os caras sobem a parede em treino, em brasilia a cambada pedala no plano em alta velocidade, entendo como pedalistas de perfumaria. E não por acaso é onde mais existe bibelô de ciclismo.

    São críticas que vão ofender muito playboy, mas é fundamental para entender a psiquê dessa cambada que pode pagar mas não tem qualidade para praticar.
    E são os que mais reclamam de pedestres.
    Pedalista bom sequer se aproxima de passeios onde existem pedestres. Ele sabe que o lugar edele não é onde pessoas andam a pé. e se tem que passar por esse pavimentos vai devagar respeitando os pedestres.

    Apesar de crítico, meu comentário foi baseadona opinião de quem anda a pé, anda de bike, e conhece muito pedalista profa e também playboy que quer mais é mostrar roupinha apertada com grife e perna depilada. São muito semelhantes a playboy que compra prancha de surf só para tirar onda sem pegar onda!
    É isso.
    Agradeço a atenção
    Obrigado

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