Desafio da casa sobrevivencialista #08 – Preparado Ep.18

Em nossa série onde analisamos casas sobrevivencialistas que vocês enviam sempre recebemos a crítica de que o valor para construir os projetos seriam astronômicos. Hora de apresentar uma alternativa mais acessível!

Sim, não é uma “fortaleza apocalíptica”, mas está muito mais próxima da realidade. O que você achou? Concorda com os pontos que colocamos?

Até.

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5 Comentários

  • mozart oliveira

    Sendo bastante POLEMICO E pedindo licenças pelas Grosserias ( tem um propósito ): Que Groselhice sem tamanho , quanta bobagem , fantasia , que mundo os senhores estão vivendo ? o que garante que poderemos permanecer numa casa sobrevivencialista ? e se houver alguém que ao ver esse BUNKER pensar : ” nossa aquela casa ali é ” da hora ” ” top” , quero ela para mim ! mesmo em casas bem fortificadas nós vemos invasores entrando nelas , creio que quanto menos chamar atenção melhor … essa casa dará certo para o nosso Brasil , por que aqui galera não tem : Guerra Civil , Guerras , Revoluções armadas , Governos ditatoriais e muito dificilmente usaremos técnicas sobrevivencialistas em tempos de paz , salvo enchentes , greve de caminhoneiros onde temos as vezes uma estrutura minima de Defesa Civil , alguma mini calamidade como desmoronamentos de terra , invasão de barro tóxico em mariana-Mg ,, chuvas aqui em Goiania -Goiás( RSRS) o interessante seria fortificar a casa sem parecer um Bunker ,talzez uma saída subterranea para o outro lado da Rua ou mata , um Shelter blindado com alimentos , armas e rádio para enfrentar o Apocalipse , auxílio de se possivel cameras para ver a rua , um rádio amador para comunicação sem depender da rede celular ou fixa e tentar deixar a casa sem depender da energia da Compania eletrica ( solar ) , fora cultivo de horta e frutas …..
    Vim aqui só para polemizar e questionar , para tentar provocá-los ,pois, ficar aqui rasgando seda elogiando , ninguém cresce assim…
    abraços

  • Caro Lobo, trupe e elitores, o primeiro ponto falho é o “degrau”, o canteiro na frente que garante inclusive um bom saltador sequer tocar na cerca, é um degrau convidativo à invasão!
    O espaço entre o muro da frente e o segundo muro é bem pequeno, qualquer um salta ele e já cai dentro do ambiente!

    A questão do painel solar é fato o que comenta pois custa caro e nem precisa de crise energética para a galera cleptomaníaca ou aborrescente se manifestar só pelo desafio de roubar, algo com bravata de pichador de muro!

    As portas são grandes facilitando a invasão e o arrombamento, quanto menores as portas mais seguro é, para entender isso é interessante observar a forma de portas da antiguidade, onde elas são extreitadas no topo, e na base obrigando só um entrar de cada vez e sem dar chance de desviar de um ataque de dentro.
    Janelas em meu entendimento tem que garantir entrada de luz e vento e impedir a visão de fora, devem ser como um pergulado vertical e com aberturas em ângulo a favor da entrada de sol e dificultando o avistamento de frente.
    A mínima ventilação do projeto é algo problemático, pois não há circulação de ar nessa varanda dianteira e em dia quente a coisa pega!

    O solo está sobremaneira impermeável (erro comum em toda cidade grande) impedindo a filtragem e sobrecarregando sistemas pluviais, valeria colocar drenos para coleta de chuva no solo.
    O pouco espaço dianteiro (proibido na maioria dos planos diretores de cidades e leis de edificações) garante que uma bomba é potencializada, mesmo que um cabeção de nego garante uma explosão estimulante para a molecada já bastante imbecilizada pela educação degenerada de hoje em dia, e não só em época de são joão!!

    O espaço da horta é pequeno em relação à área disponível, valeria reduzir o espaço do churrasco, pois comensalismo em época de crise não existe, afinal os viveres viram artigos de luxo!

    As caixas dágua estão vulneráveis, e entendo como fundamental a geometria do telhado, em minha opinião esse tem que abrir mão da estética e ficar com as águas para dentro, de forma a formar um ralo central de coleta de água de chuva, e também para garantir uma coluna de ar ascendente puxando o ar quente de dentro da casa ao mesmo tempo que facilmente fechável quando se busca o aquecimento.

    Entendo que fazer residência sempre desconectada do solo é fundamental, dificulta o acesso e se garante um vão abaixo para se usar em qualquer projeto inclusive garagem.
    E o custo apesar de maior por conta do concreto da lage e das vigas, vale usar tecnologias alternativas no projeto de forma que esses custos são severamente reduzidos. Por exemplo: colunas feitas com tubulação de esgoto, garantem a não necessidade de caixas de formatação da coluna e ficam como acabamento no fim, e o PVC não é um plástico combustível, derrete mas naõ pega fogo fácil ainda mais com o miolo concretado.

    Usar colunas de dormentes também é algo interessante, e o uso de containers é algo a se pensar, se bem isolados termicamente são fantásticos e garantem uma resist~encia estrutural sem precisar de colunas ou lages.

    Acho que antes de nos propormos a fazer um projeto residencial é fundamental ter alguma noção não só de métodos alternativos, mas sobretudo conhecimentos de física.

    Minha sugestão é comprarem o livro “arquiteto dos pés descalsos” do projeto TIBÁ, material nobre em qualquer tempo, ensina não só construir em função das disponibilidades de material e espaço, mas também ensina a construção de hortas, biodigestores, armazenamentos de água e alimentos (talhas de filtyro são excelentes para o armazemnamento de grãos e frutas por exemplo).
    E é interessante ler sobre galera que pega veleiro para viver (pois em veleiros o momento é critico SEMPRE! Um exemplo do que digo: batatas se não lavadas e mantidas no breu duram até 6 meses, e não só elas.
    Como digo veleiros são sobrevivencialismo na veia, sem preparação e estratégia viver em veleiro não é possível, pois uma calmaria no meio do pacífico não pode ser resolvida só pesca, isso é bonito no selfie mas não na vida real. Ler a expedição Kontik de Thor Heierdall (personagem brilhante), aliás, todos os livros dele, é leitura básica e fundamental dos sobrevivencialistas.

    E aproveito para pedir aos que gostam de vomitar tolices em contraponto ao que coloco que em vez de se manifestarem de forma néscia, ofereçam o que venho oferecendo ao site e a todos os sobrevivencialistas!
    Mesmo entendendo a “umanidade” um lixeira só, busco de todas as formas ao meu alcance, agregar valor de forma que haja alguma possibilidade de luz no fim do tunel!
    Se me creem desagradável, me ignorem, e agreguem.
    Parabéns ao Cleberson, pode não ter sido muito feliz na proposta, mas fez, buscou agregar valor. E com isso agregou inclusive valor ao seu projeto com as observações dos pontos falhos!

    É isso, agradeço a atenção
    Obrigado

    • Errata
      O breu que comentei é escuro e não o material, mea falta!

    • Thor Heyerdahl é o nome desse nobre camarada que citei, peço desculpas pela poluição por conta de meus erros “digitais”! 😀

  • Vlamir Bueno

    Parabéns ao Cleberton pelo projeto. Quanto à legislação de algumas cidades que exige 5 metros de recuo, ou se faz um sobrado para atender, e ao mesmo tempo, aumentar a área construída pra poder acomodar mais pessoas, ou compra-se outro terreno, como os 10 de frente por 30 metros, comum à muitas cidades. Quanto aos painéis solares basta que os monte sobre a churrasqueira ou telhado, ocultando-os para quem passa. Aumentar a altura dos muros com alvenaria ou grades metálicas. Creio que essas mudanças já atenderiam os pontos observados pelo Julio. Abç a todos.

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