Perguntas e respostas de Março! – No fio da navalha Ep.09

Hoje separamos os comentários mais votados do mês de março para responder em vídeo! Vamos falar desde o uso de balestras até qual o melhor tipo de cantil para ter na sua mochila!

Aí vai:

Adoraria ver a sua opinião sobre os temas que conversamos, deixe seu comentário abaixo!

Até.

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9 comentários

  • João Freitas

    Em visualizações percebi sua vasta experiências com lâminas. Sou novo no seu canal, e gostaria de saber.
    Quando devo utilizar minha lâmina em caso de defesa pessoal e como seria o método mais adequado e seguro?

  • Henrique Beust

    e mais uma coisa mas sobre armas semelhantes a de fogo.

    eu fui em um campo de paitball e joguei 4 partidas , eu perguntei para o meu pai que nota eu levaria de 1 a 10 e ele me daria um 7 a 8 .
    leve em conta uma condição, eu nunca tinha pego em uma representação de arma de fogo (no maximo em uma pistola nerf)
    eu jogo muito jogos de sobrevivência e tiro em primeira pessoa e eu via a posição do personagem quando ele ficava se movimentando de varios modos, ou seja eu ja tinha uma noçao de como jogar e consegui matar 10 jogadores e 3 deles com HEADSHOT mas com isso eu acabei levando 4 tiros nos braços e não morri em nenhum deles, tambem só fiz uma recarga

    E ENTÃO JULIO EU TERIA UMA NOÇÃO DE COMO PEGAR EM UMA ARMA DE VERDADE OU NÃO O QUE VOCÊ ME DIZ?

  • Henrique Beust

    Julio eu estou em duvida sobre o meu dia a dia.
    Tenho 14 anos, possuo um condicionamento físico muito bom e condicionamento mental controlável .

    eu faço natação 3 vezes na semana seg,qua,sex durante 1 h. Estou pensando em voltar a fazer jiu-jitsu ter,qui, fazia há 4 anos, mas agora estou com vontade de fazer denovo. Moro a 20 mins a pé da minha escola que fica numa subida de 2 quadras de fut cam.

    E percebo que minha personalidade é mais madura que os meus colegas da minha idade, eu me sinto como se eu tive-se em torno de 16 á 21 anos, mentalmente falando, e também eu sigo canais de assuntos variados ex de história, saúde, ciência, curiosidades,sedução,noticias,etc.

    me alimento bem e me hidrato bem,mas eu não possuo nenhum equipamento TÁTICO em especifico.
    no minimo uma segunda pele um cantil de metal e uma bússola militar.(que não aprendi a usar). sugestão de um video.
    mas não possuo nada de arma branca que eu possa usar no meu dia a dia, como por ex um canivete phantom ou semelhante (que irei aprender a usar o quanto antes).

    • Henrique, com relação a canivetes e facas entendo como se sente. Na sua idade eu também já gostava de cutelaria, mas sabia que meus pais não iam aprovar a ideia de eu andar com um canivete.
      Acredito que a grande jogada é você fazer seus pais não verem um canivete como uma arma, e sim como uma ferramenta (que diga-se de passagem, depois que você acostuma a ter por perto se torna algo bem útil). Isso deu muito certo comigo, hoje chego em casa com um novo canivete ou chego da rua e tiro meu canivete de dentro do bolso e ninguém mais liga.
      Sabe como fiz pra eles mudarem de ideia? Transformei esse gosto por cutelaria em algo útil pra eles, aprendi a afiar/amolar facas. Não sai comprando a faca tal ou o canivete X, comprei uma pedra de amolar igual essa aqui ( https://goo.gl/Iy1UhO ) e no fim de semana me aventurei a afiar uma das facas da minha mãe. O resultado? Ficou horrível kkk. Eu não sabia afiar facas, nunca tinha conseguido, fui pesquisar na internet e aprendi o básico, voltei e tentei de novo e de novo e de novo até que ficou boa (pelo menos na época eu achava boa). Com alguns meses de treino o resultado ja era bem satisfatório, hoje as facas de casa e canivetes ficam estilo navalha, da pra raspar pelo do braço.
      Depois de uns 2 meses afiando as facas minha mãe já tinha confiança de me deixar afiar as facas dela e meu pai já deixava eu afiar o canivete dele também, foi ai que falei pra eles que queria comprar um pra ter na mochila ou ter comigo quando estivesse fazendo algo (mexendo na horta de casa, aparrando a grama, andando pro mato, etc) e eles não viram problema em eu comprar um.
      Minha dica pra você seria essa: transforme isso em algo útil pra você e seus pais que eles vão ver com outros olhos (até porque, convenhamos, não vai adiantar nada você ter um canivete e não conseguir dar manutenção no fio).

      Espero ter ajudado, abraço!

  • Patrick Maciel

    queria saber se uma lanterna de dinamo seria um bom equipamento em uma cituaçao de crise ?

    Abraços.

    • É uma boa opção Patrick, mas não como lanterna primaria na minha opinião. Até hoje as lanternas de dínamo que vi não são muito fortes, então creio que o mais recomendado seria investir numa boa lanterna e ter uma de dínamo como backup.

  • Achei no mínimo contraditório o que o Julio falou a respeito de que não iria invadir a casa de um estranho para buscar recursos. Digo contraditório por vários motivos: o próprio Selco (http://shtfschool.com) que sempre tem seus textos traduzidos aqui no blog sempre fala do quanto uma pessoa muda durante uma crise (no blog mesmo tem vários relatos de coisas nada agradáveis que precisou fazer para sobreviver), esse papo de “ter minhas preparações para nunca precisar fazer isso” faz sentido até certo ponto.
    Digamos que suas preparações tem estoque de 6 meses, passando esse tempo seu estoque de antibióticos (por exemplo) acaba e você tem alguém do seu grupo precisando muito de antibióticos (questão de vida ou morte) e você sabe que a alguns quilometros de onde está a uma farmácia ou um lugar que provavelmente ainda tenha algo de util, você ira até lá e vai pegar, simples assim, é sobrevivência, se for pra morrer seu filho ou o filho do vizinho por falta de um remédio, vai morrer o do vizinho, é cruel mas é a realidade num cenário de crise real. Esse lance romântico de “homem bom e honrado” cai por terra no primeiro momento que falta algo ou a segurança sua e de seu grupo está ameaçada.

    Gostaria de deixar um pequeno trecho do texto “About some survival myths” que tem no blog do Selco (disponível no link: http://shtfschool.com/violence/survival-myths/) onde o que falei a cima é destrinchado em tópicos muito melhor explicados. Meu inglês não é dos melhores mas lá vai:

    “Ninguém se importa com razões e o que é certo ou que é errado quando ocorre um colapso. Se você acha que tem uma vantagem só porque você é um bom homem, você esta errado.
    A natureza é brutal e um bom homem morto ainda é um homem morto. Você vai encontrar-se em situações que se pergunta por que este cara morreu e por que esta família desapareceu. As pessoas agora esperam pelo sistema, como a luta épica do bem contra o mal. Não vai acontecer.”

    • Paulo,

      Compreendo seu questionamento. Concordo que muitas pessoas mudam durante a crise e que talvez conheçamos lados completamente inesperados de nosso comportamento, mas até onde vejo, não teria coragem de tomar algo de alguém inocente a força. Uma coisa é buscar por recursos, outra é roubar de alguém tendo consciência plena de que estarei prejudicando – talvez matando – a outra pessoa.

      Me chame de romântico, idealista ou fantasioso, mas não estou disposto a pagar este preço para continuar vivendo. Talvez se um familiar depender de tal ato eu o faça, mas esse lado de nossa personalidade só conhecemos quando é necessário conhecer.

      Me preparo para ser capaz de me defender e fazer o necessário para manter minha família em segurança, mas as consequências de atos como esses destroem qualquer chance de uma vida “normal” no pós-crise e vou evitá-los a todo custo.

      Abraços.

      • Fala Julio, obrigado pela resposta 🙂

        Primeiramente quero me desculpar se soou ofensivo quando falei romântico, na verdade não foi pra você kkk, é que o entretenimento sempre traz essa figura de bom homem em filmes, series e demais mídias que exploram situações catastróficas. São raros os protagonistas que fazem coisas ruins em nome da sobrevivência (algo muito provável de ocorrer numa crise), um exemplo bem mais “real” são as HQ’s do The Walking Dead. O protagonista faz muitas coisas que ele mesmo se assombra por ter tido coragem.

        Sobre o fato de que a pessoa não consegue ter uma vida normal depois que tudo passou eu concordo, você como psicologo sabe disso muito melhor do que eu.

        A questão de que somente numa situação real que sabemos do que somos capaz é que me assusta. Digo isso porque apesar da minha unica experiencia com violência ter sido durante dois assaltos (sendo um com direito a ficar de refém preso no banheiro, na época era pequeno mas lembro cada detalhe) acredito que numa situação real hoje eu não hesitaria em agir e isso me da medo. Durante as duas situações que passei incrivelmente não senti medo, estava calmo demais pra ser sincero, na segunda vez que já era mais velho (tinha uns 20 anos) cheguei a conversar com os 3 assaltantes que me pegaram na rua e até acalma-los para nada de pior me ocorrer (até porque reagir contra 3 caras armados com faca seria loucura, reagir somente se fosse inevitável que eu fosse ser morto). Então esse lado meu que teria coragem de agir eu tenho medo, não sei até que ponto essa “coragem” iria.

        Vlw Julio, abraço.

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