Histórias de sobrevivência: Steve Callahan – À deriva no meio do Atlântico

Neste novo quadro do canal você conhecerá diversas histórias de sobrevivência que demonstraram o quanto o ser humano é capaz de se adaptar, resistir e superar. Para este nosso primeiro episódio lhe convidamos a conhecer a jornada épica de Steve Callahan!

O que você acha que fez ele sobreviver por tanto tempo em uma situação tão extrema? Coloque a sua opinião nos comentários!

Até.

8 Comentários

  • Parabéns, gostei como você contou a história toda, bem claro e sucinto.

  • Murilo Almeida

    “Não fazer nada” ou “fazer muito pouco”, neste caso, é uma boa opção para sobreviver por tanto tempo… Ficar ” À DERIVA”, restrito a um bote, a mercê dos intemperes, deve ser psicologicamente desafiador…

  • Eis mais uma pequena contribuição sobre Steven Callahan neste link: https://notlek.files.wordpress.com/2009/10/a-deriva.pdf

  • Acredito que esse seja um dos cenários mais difíceis de sobreviver, pois é o náufrago fica a mercê totalmente ambiente totalmente: não pode tomar uma direção por conta própria nem fazer um abrigo decente e fogueira.

    • paulo andrade

      O pior é que abrigo e fogueira estão fora de cogitação, o ambiente é, como disse o Julio, salino (desidradante, pois o sal rouba água de tudo que encontra), fora o sol, o frio noturno, a desorientação que bate, a impossibilidade de explorar o entorno, a perda de força muscular por falta de movimentos, a falta dágua etc etc. Esse cara é um milagre vivo!!! Não é à toa que o livro dele só tem 3 exemplares na estante virtual, o mais baratinho a 75 paus. Quem comprou não se desfaz, é um testemunho raríssimo. O JL inaugurou essa série com chave de ouro.

      Aí, Max, pense nos mineiros chilenos que ficaram isolados quase 70 dias (vai ter filme com o Rodrigo Santoro em breve): situação semelhante. Nada a explorar. Nada de fogueira. O abrigo é um túmulo, do qual saíram numa cápsula (deu certo, felizmente).

      E a Apolo XIII? Explorar o que em 6 ou 7 m3? sem gravidade, sem nada, rádio falhando…

      E o povo que passeou pelos polos, em expedições que fracassaram?

      Nossa raça é bacana porque vai a limites, e depois deles!

      Sobreviver sempre, porque isso é mais (=sobre) que viver.

      abraço,

      paulo

  • Sugiro o filme Invencível de 2015. Boa parte do filme mostra três soldados à deriva e reflete bem a aflição do ocorrido. O filme é baseado na história de vida de Louis Zamperini, atleta americano e soldado da 2ª guerra

  • paulo andrade

    Muito bom, Julio! E vc mostrou mais uma faceta de sua personalidade, sabe narrar histórias de modo cativante. Parabéns!

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