Como a greve dos caminhoneiros pode afetar você

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Se as grandes cidades brasileiras funcionam como os “órgãos vitais” do país, as estradas são o sistema circulatório que as mantém vivas. Contudo, graças aos aumentos sucessivos no combustível e condições de trabalho oferecidas para os caminhoneiros, estes decidiram paralisar suas atividades. Você já pensou em como isso pode te afetar e como se preparar?

Para aqueles que não estão cientes da situação, segue um pequeno trecho descrito no site Brasilpost:

“Os protestos fecharam 70 pontos em estradas federais, em sete Estados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais), segundo o último boletim Polícia Rodoviária. Mas há protestos também em rodovias estaduais, como no caso da rodovia Anchieta, que liga a Baixada Santista à região metropolitana de São Paulo.

O governo federal estima “graves prejuízos” em função das paralisações, e busca negociar com as lideranças do movimento para colocar um fim aos protestos, sem acenar positivamente para uma das principais reivindicações: a redução do preço do diesel. Os protestos ocorrem em um momento em que o país vive uma situação delicada de ajuste da economia e em meio ao escândalo de corrupção na sua maior empresa estatal, a Petrobras.”

Com um sistema ferroviário quase que inexpressivo, o Brasil conta com caminhões para transportar praticamente tudo o que utilizamos para manter nossa rotina. Vamos agora passar por os aspectos principais e dar algumas dicas de como evitar ser pego despreparado:

Combustível

Os postos de gasolina são abastecidos por caminhões tanque, que trazem combustível direto dos fornecedores. Sem movimentação nas estradas, os postos estão ficando sem estoque para venda. Vários municípios já estão enfrentando falta de combustível e a tendência é a escassez aumentar progressivamente conforme a duração da greve.

Os postos tendem a possuir uma reserva de até três dias extras para conseguir manter o atendimento, porém a velocidade com que esta reserva se esgota está diretamente relacionada com o movimento de veículos no local.

Como prevenir: Se você ainda não está com o tanque do carro cheio, é o momento certo. Apesar de caro, mais vale conseguir comprar combustível agora do que precisar depois e simplesmente não achar nos postos ou até mesmo enfrentar racionamentos (como já tem acontecido em algumas cidades). Se possível, adquira alguns galões extras para guardar em sua casa. Se precisar de dicas sobre isso, cheque nosso vídeo sobre o assunto.

Comida

A intensidade em que os mercados serão afetados dependerá da região onde você mora. A maioria dos mercados compra seus legumes e verduras de propriedades próximas, porém ainda assim a carne e grãos processados tendem a ficar escassos. O primeiro item que tende a sumir das prateleiras é o leite “de saquinho” pois estes possuem alta rotatividade e exigem abastecimento constante, assim como outros itens de curta validade. Se você reparar que o mercado do seu bairro está ficando sem estes produtos, esteja atento e prepare-se para uma escassez de maior escala.

Como prevenir: Já nos cansamos de falar sobre armazenamento de comida aqui no blog. Independente do produto estar ou não na prateleira, este seria o momento mais sábio para você investir em grãos e enlatados, visto que a tendência é que o preço destes itens subam bastante nos próximos meses. Se quiser dicas de armazenamento, sugiro este tutorial que fizemos.  Se for possível, você pode até pensar em formas de produzir alimentos em casa para maior segurança.

Entregas de encomendas

Se você possui itens encomendados da internet e a sua cidade possui bloqueios, prepare-se para esperar. Muitas transportadoras estão sofrendo atrasos enormes em entregas quando os caminhoneiros não conseguem prosseguir viagem.

Como prevenir: Não dependa de produtos que “estão para chegar”. Faça seus planos de preparação sem depender de nada que você já não possua, caso contrário correrá o risco de apostar tudo em um item que pode não chegar a tempo para ajudá-lo em uma situação de aperto.

Violência

Apesar da intensificação dos confrontos entre caminhoneiros e polícia, ainda não há indícios de que pode haver um aumento na violência em cenário urbano. O risco aqui reside se a crise começar a impactar duramente na entrega dos recursos acima, o que provavelmente desencadearia problemas sociais causados pela extrema falta de produtos.

Como se prevenir: Idealmente, a melhor escolha seria dar entrada no registro para ter armas em casa. Apesar do porte ser quase totalmente proibido para civis, ter armas em casa ainda é possível se você tiver paciência com a burocracia. Outra forma de se preparar é fortalecendo a sua casa contra assaltantes. Se quiser entender melhor, veja nosso vídeo sobre o assunto.

Durante todos os anos deste blog vim escrevendo para explicar que as condições sociais e econômicas do Brasil (e mundo) têm se deteriorado constantemente. Ao observar a natureza das notícias que rodam hoje nas mídias me assusto sobre o quão correto eu pareço estar. Peço que dêem atenção a estas dicas, não sou catastrófico porém o cenário não parece melhorar tão cedo.

E na sua região, como está o abastecimento de produtos? Está sofrendo racionamento ou falta de algum item?

Até.

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28 comentários

  • Essa pequena greve dos caminhoneiros foi para nós como uma simulação de incêndio não programada. Serviu para refletirmos se estamos ou não preparados para qualquer eventualidade do tipo. Lembrando que o decorrer do protesto foi de maneira lenta, porém impactante. Em uma guerra, podemos nos ver cercados em poucas horas, pois o inimigo não vai perder o fator surpresa e o governo não vai querer causar pânico na população. As informações podem chegar tarde demais e dependendo da procedência nem vai ser levada a sério.
    A mensagem que fica é: Esteja sempre pronto para o pior.

  • Rodrigo Penna

    É mais ou menos o seguinte: O Irã é do Diabo e nós vamos torturar e matar ele, nem que para isso precisemos destruir a biosfera.

    Me desculpem mas preciso dar um grito de Aleluia e glória ao capitalismo e a dependência tecnológica! Hurra!

    O mesmo se aplica ao “demônio comunista”. E do mesmo modo era com os ditos povos bárbaros para o Império Romano e os povos pré-colombianos para a supremacia branca.

    – Oh pai… onde estás?!
    – Estou ocupado escutando aleluias e atendendo a encomendas.

    Mal sabem vocês que os tais endemoniados, desta e de outras épocas, são muitas vezes menos sujos por dentro que os cristãos de agora.

    Ai ai…

    • Yogue Imortal

      Concordo contigo, Rodrigo.

      Obrigado pelo vídeo, na verdade já o tinha assistido antes.

      Entendo que a crise vai piorar… não sei se será aguda, mas parece ser que sim, e a principal causa – tanto causa negativa a longo prazo, como positiva em curto prazo – á a ignorância.

      De modo geral, a cada lua estamos mais ignorantes – é verdade… sim, a tecnologia é cada vez mais complexa e poderosa… Como poderíamos então estar mais idiotas? Mas a tecnologia é produzida por nós?! A compreendemos, temos o controle dela?! Não é em função dela e do conhecimento dela que se organiza toda a sociedade? Por acaso não é ela, a aplicação dela ou também a ausência dela, que ocasiona as crises sociais que ambicionamos lograr?

      Recomendo aos prezados colegas sobrevivencialistas, que interpretem essa crise crônica a qual estamos vivendo, como um alerta e um aprendizado, pois a conjectura internacional aparenta uma crise muito pior.

      Tratando de assunto não tão aceito… ou talvez compreendido: Façamos o raciocínio do “louco”: Pensem o mundo no futuro, como ele seria? Organizado-o – isso é elementar – em função do desenvolvimento tecnológico. E também dos resquícios morais do passado, mas também da nossa capacidade mental. A resposta é a expansão espacial, a alimentação artificial, a manipulação genética, a banalização das drogas farmacêuticas, a supressão da natureza, o controle – como já se faz – da opinião social. Quais as etapas para isso? É… para uma mudança tão forte é preciso muitas mortes… Se preparem para a 3ªG.M. Pode até ser que ela não seja atômica, mas recesso, escassez de alimentos, doenças, catástrofes naturais, com certeza. Porém é bem possível que a merda esporre no ventilador e a sagrada biosfera, compadre Rodrigo, vá pro inferno.

      Mande-me um E-mail, será uma privilégio conjugar informações contigo.
      franciscopreig@gmail.com

  • Minha dica é: aos primeiros sinais de saques em mercados, vá ao mercadinho mais próximo de sua casa e compre o que puder prá estocar e que dê por pelo menos uns três meses, até já fiz uma lista, rsrs

    • Minha dica é: não esperar os sinais de saques em mercados… pode ser tarde demais!!!! O armazenamento deve estar pronto na hora do apuro!!

  • Aqui na minha cidade (Rio Grande – RS) há a ameaça de faltar água, pois os químicos usados nao tratamento da água não chegam.
    Carne e leite não tem mais.
    Realmente, assim percebemos como a nossa zona de conforto é vulnerável!

  • Infelizmente nosso país caminha para uma guerra civil, para quem acompanha as noticias políticas e econômicas já deve ter percebido que os indícios que comprovam isso já vem aparecendo a muito tempo e cedo ou tarde tudo isso vai acabar explodindo, pois já atinge níveis estratosféricos, e o pior é que a própria população é culpada por isso, pois permite e contribui para que isso ocorra, o que me causa uma grande indignação, por isso cito alguns pontos para reflexão:

    -desvios/gastos públicos exagerados e mal planejados em todos os níveis de governo (isso já é noticia comum todos os dias),

    -falta de estrutura básica em todas a áreas de desenvolvimento do país (estrada, portos, aeroportos, hidrovias, ferrovias);

    -violência absurda (cerca de 50-60 mil homicídios por ano, isso o que é contabilizado…);

    -população corrupta e desonesta em grande parte (maldito “jeitinho” brasileiro”);

    -mal gerenciamento de recursos ambientais (vide situação da água);

    -“emburrecimento” da população por apego a coisas estúpidas e não produtivas (em vez de estudar os adolescentes e jovens de hoje preferem ouvir FUNK e “conversar” nos apps da vida…entre outras coisas piores como consumo de álcool, drogas e prostituição, claro não posso generalizar mais ao menos metade são assim, sem contar que muitos pais dão de presente celular e perfil de facebook para crianças com 5-6 anos de idade… isso quando não ficam se exibindo ao invés de cuidar dos próprios filhos…..).

    Sei que é um blog sobre sobrevivencialismo, mas para mim essa situação acima descrita está diretamente ligada aos diversos riscos que estamos vivendo agora e serve para mostrar que estar preparado é uma necessidade, pois nosso pais seguindo nesse caminho a situação tende a piorar ainda mais…

    • yogueimortal

      Em termos gerais, concordo contigo, mas esse não é um prenúncio de uma guerra civil – para que isso ocorra é necessário que haja insatisfação popular aguda, crônica e organizada.

      • Yogue Imortal

        Além de que, o Brasil é intimamente relacionado com os EUA e Inglaterra, o máximo que pode acontecer são convenientes tentativas frustradas “pseudo-comunistas” que apenas fortaleceriam ainda mais a ideologia do “jeito-de-ser-americano”, e poderiam ainda mais suprimir os direitos individuais e ridicularizar ideias realmente livres. O comunismo, socialismo etc. é impraticável neste país, pois aproximadamente 90% da população é cristã e 80% moram em regiões urbanas, além do já citado american way of life incutido no sutil de nossas memórias por filmes, jogos, programas de sarcasmo, pelo hino nacional do brasil: “E o sol da liberdade em raios…” entre outros vetores de influência sentimentalista.

    • Guerra civil como? Dos pró-tucanos contra pró-petistas?

      • Guerra civil no sentido de guerra mesmo, desordem e caos, pois com um governo ativo já temos um situação desastrosa todos os dias, imagina se o “pouco governo” realmente cai…. basta ver nas manifestações que ocorrem, diversas pessoas infiltradas aproveitam para saquear e roubar, depredar…. infelizmente para alguns, qualquer falha do governo é usada para tirar proveito em situação própria.

  • Sei que vc trabalha fora, e a vida está corrida. Mas peço encarecidamente que leia meu comentário até o final Julio.

    Sempre me interessei pelo sobrevivencialismo como algo que queria conhecer e participar, Afinal, pra mim, não é nenhuma loucura querer se preparar para qualquer eventualidade futura, Mas a medida que o tempo passa, me conformei com a vida e me acomodei demais. É vergonhoso, mas sou sincera. Um dos meus valores mais altos é a Segurança, ou a necessidade de conforto, como o próprio Julio falou. Portanto penso até demais antes de tomar uma decisão, O lado bom, é que num possível cenário de crise, sou capaz de manter a mente calma.
    Mas realmente não parei para pensar que algo pudesse acontecer tão logo. Sou uma pessoa prática, e não sou adepta de melodramas. Mas hoje realmente me assustei.
    Fiquei sabendo dos rumores que estão circulando nas redes socias sobre uma possível intervenção militar, fechamento de estradas a longo prazo, e consequentemente escassez de alimento nos mercados. Até aí tudo bem, rumores são rumores.

    Mas hoje, um sargento aposentado do exercito da minha cidade Amambai – Mato Grosso do Sul, foi enfático. Disse que recebeu uma ligação de um ex colega e confirmou que a situação vai piorar drásticamente. Esse sargento aposentado disse com todas as letras que vai começar a estocar comida. Meu tio que nunca acreditou nessas coisas, disse que não vai pagar o documento da moto esse mês para estocar comida. Meu próprio pai, que definitivamente nunca levou a sério o que eu falava a respeito de sobrevivencialismo me confirmou que vai fazer o mesmo.
    Agora te pergunto Julio:
    Será que essas medidas estão sendo tomadas em meio ao desespero de rumores, ou realmente a situação é alarmante. Tenho medo em estar sendo exagerada.
    Mas as pessoas, meus colegas de trabalho, estão ficando assustadas. O meu medo é que devido as pessoas se assustarem a comida comece a faltar no mercado por que elas estão começando a fazer estoques em casa. Então, o que não era um problema, mas devido as pessoas descontroladas, se torne um problema sério.

    • Muito boa sua explanação, Aline. E as dúvidas, pertinentes.
      Se você dissesse que os paulistanos armazenariam água em tonéis por causa de uma seca vindoura, as pessoas dariam risada, mas, sim, chegamos a esse ponto.
      Eu também sou bem controlado, e é difícil ficar apavorado, mas começo a ficar bem preocupado. Os sinais são tão claros! Nosso país já passou por dificuldades e conseguiu vencê-las, mas isso foi antes de ficarmos entregues à políticos que roubam toda a riqueza do Brasil e deixam seu povo a mercê do salve-se-quem-puder.
      É aquele antigo ditado vindo à tona: “onde há fumaça, há fogo”. E o que esse sargento disse –“a situação vai piorar drasticamente”– não parece algo tão distante de acontecer.

    • Olá Aline,

      Primeiramente fico feliz em saber que você é uma conterrânea, passei bons momentos em Amambai. Em relação ao seu comentário, entenda que se observarmos a progressão dos fatos nada está sendo repentino.

      Quando criei o blog a quase quatro anos atrás foi porque senti uma constante deterioração do sistema atual e percebi que em algum momento o mesmo chegaria ao ponto de quebra. Durante todo este tempo, mantive a postura de divulgar a importância da preparação e prevenção, mesmo em vários momentos sendo taxado de lunático.

      Hoje, o cenário começa a mudar, como você mesmo notou. Pessoas que antes sequer tinham comida para dois dias em casa começaram a se assustar e estão tomando providências. Se o cenário político está ou não sob risco, pouco importa. O maior problema é quando as ovelhas começam a querer quebrar o cercado que as seguram – e estamos perto disso.

      Eu sempre acreditei que o problema da crise são as pessoas que não se preparam para elas. O que nos diferencia é a capacidade de antever as situações e evitar estarmos inseridos nelas.

      Meu conselho é simples: Não se desespere, porém não durma no ponto. Se possível, aumente seus estoques de comida em casa (que seja 50 ou 100 reais a mais em grãos) e se possível verifique formas de defesa caso as coisas piorarem, na sua região esse ponto é mais simples de ser resolvido.

      Ainda não chegamos lá, mas tudo me indica que seremos “venezualizados”. Aprender a produzir seu alimento, coletar sua água e providenciar sua defesa deve ser prioridade até o final deste semestre.

      Vamos em frente, conte comigo caso precise de algo.

      Abraços,
      Julio.

      • kkkk seremos “venezuelados”!!! Vou rir mais um pouco tá? kkkkkk
        Mais um olha embaixo da cama antes de dormir para ver se não tem comunista escondido…

      • Quando digo “venezuelados” estou me referindo a queda na qualidade de vida das pessoas que residem no país (falta de produtos nos mercados, economia quebrada e outros) e não ao modelo de governo vigente no local. Poderia muito bem ter utilizado o termo “argentinizados” para dizer a mesma coisa.

        Não gosto de me posicionar politicamente pois sempre acabo ganhando comentários construtivos como o seu, desculpe se me expressei de forma errada. Ainda assim, me impressiono com o quão fácil é julgar e satirizar os outros antes de questionar e esclarecer um ponto duvidoso. Obrigado pelo seu comentário.

      • Me desculpo pelo comentário jocoso, mas tive a impressão que o termo “seremos venezuelados” fosse relativo a uma eventual adoção, por parte do governo atual, de meios não-democráticos para gerir o país futuramente.

  • Aqui nas Minas Gerais, apesar de também ter bloqueios, estamos relativamente tranquilos, o que impacta mais é no momento de deslocamento. Mas como Júlio mesmo falou, ele não é catastrófico mas prevê que a situação não irá melhorar, eu vou além, a tendência é de piora, pois a economia ainda não foi atingida, e depois que ele se deteriorar, é que vamos ver a cara do bicho papão. Infelizmente, somos Governado por pessoas despreparadas, e que tem outros objetivos, do que o bem estar da população, então eles estão se lixando para o povo em geral.

  • Leandro macedo

    O mais interessante é isso que falou no final do vídeo, as mudanças estão ocorrendo, mas para um cenário ruim, então temos que nos preparar…

    O engraçado é que esse assunto de “sobrevivencialismo” era visto como coisa de louco quando comentava 2 anos atrás, hoje eu falo disso e poucas pessoas acham um absurdo…

    • Concordo contigo. Esse pensamento de estar preparado está aumentando. Eu notei q cada vez mais pessoas consideram importante ter noções de sobrevivencialismo. Como o cenário mundial está instável, a sensação de segurança tem diminuído. E vemos q dentro do nosso país a cultura de passividade está passando e ativistas estão ganhando apoio da comunidade. Aqui no litoral norte do Rio Grande do Sul os efeitos ainda são poucos, mas eu e diversas famílias já temos estoque de alimentos p 30 dias e meu tanque de combustível está cheio.

  • eulerbrandao1969

    Excelente texto meu amigo

  • Parabenizo-o pelo seu texto, sempre claro e relevante.
    Aqui na minha região, meio-oeste de SC, não há uma gota sequer de gasolina nos postos. Os produtores de aves, suínos e leite estão seriamente atingidos. Os animais confinados estão morrendo de fome por falta de ração e o leite está estragando por falta de recolhimento. Os mercados ainda possuem mercadorias, mas os estoques estão baixos. As agroindústrias estão sem capacidade de escoamento da produção e paralisaram as atividades. As forças policiais estão começando a usar de força bruta para desobstruir as vias, porém os ânimos dos manifestantes estão se exaltando e já há focos de vandalismo e violência. Há grande apoio popular aos manifestantes, porém a tendência é de que haja uma grande revolta quando começarem a faltar os itens de alimentação.
    Esta é a situação: pré-caos.

  • olá, moro em umuarama no pr. e aqui tambem esta tendo bloqueios nas estradas como em grande parte do paraná, mas ao contrario do que diz na tv nao ha motivo para ficar desesperado porque tem combustivel e nos mercados esta tudo normal exeto na parte de legumes e hortaliças que desde que a greve começou já foi afetada, o que eu quero dizer é que é sempre bom estar atento à evoluçao de um evento como esse que acontece no brasil nesse momento,mas sem se precipitar, pois no dia que a noticia da possível falta de combustivel circulou todos correram para os postos e enfrentaram filas enormes para encher o tanque porem ate agora á combustivel.

    • Eu moro na região metropolitana de Umuarama, e bem como Daivid falou aqui so esta faltando as hortaliças e legumes, mas isso eh facilmente contornado, pois a produtores menores na regiao que da pra comprar deles, porem uns 4 dias para ca esta tendo falta de gas para as casas, os que chegam na cidade logo as pessoas compram para manterem em estoque, e assim sempre fica em falta, fora isso tudo normal

    • Leandro macedo

      Acho que o papel do sobrevivencialista é realmente se preparar antes desse caos, por isso que acompanhamos os assuntos gerais e nos preparamos da melhor forma possível.
      Então temos que nos preocupar sim.

      Se estiver realmente preocupado com isso, vai seguir as dicas e armazenar combustível em casa e não precisará enfrentar o caos nesses momentos.

  • O Brasil vive um péssimo cenário. Altas nos impostos, falta d’água, greves, caos na saúde, problemas de abastecimento, violência a níveis alarmantes, sistema de ensino público fraco, escândalos financeiros, surgimento de novas doenças e bactérias super-resistentes… Vivemos momentos periclitantes, e como diz o Julio, devemos estar preparados para dias difíceis.
    Ainda não tinha dado os parabéns pelo novo logotipo do site, que ficou excelente!!

  • Os impactos aqui no Rio Grande do Sul estão se dissipando. Mas caso a situação se agrave, algo q realmente pode acontecer, quero estar preparado, e incentivo outros q conheço a fazer o mesmo. Um abraço de duas voltas e meia Júlio.

  • Excelente post júlio.

    Aqui na minha cidade, joinville – SC, no mercado que costumo comprar meus produtos do dia-a-dia (uma franquia chamada Giassi) já não possui leite de caixinha nas prateleiras, tive que rodar a cidade para achar. Aqui ainda não senti impacto nos outros setores, como gasolina ou outros alimentos. Mas estou sempre de olho nas notícias e no meu estoque de comida.

    Att

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