Fábrica de armas na Venezuela? Mulher a deriva no mar? Confira! – Boletim Ep.01

O Boletim Sobrevivencialista é a sua fonte de informações compiladas da semana. Informação é o elemento chave de qualquer preparador, por isso saber o que está acontecendo em seu país e no mundo é imprescindível para manter-se seguro! Vamos conhecer o que a primeira edição nos trás de importante?

Para os que preferem as notícias escritas, aqui vão elas de forma resumida:

Rússia quer abrir fábrica de fuzis Kalashnikov na Venezuela

A Rússia planeja abrir em 2019 uma unidade de produção de fuzis Kalashnikov na Venezuela, disse a empresa exportadora de armas russa Rosoboronexport nesta terça-feira (21), segundo a agência de notícias RIA.

A fábrica Kalashnikov na Venezuela entrará em operação plena em 2019, disse o vice-primeiro-ministro russo Dmitry Rogozin, responsável pelo complexo industrial militar no gabinete de ministros.

Rogozin explicou que o equipamento industrial russo já está na Venezuela e que se aguarda o fim da construção do edifício da usina. Segundo ele, a estrutura do edifício está construída, faltando os acabamentos: instalação de portas, janelas, ligação às redes de água e luz. Mais cedo, o embaixador russo em Caracas, Vladimir Zaemski, disse que a construção da planta de fuzis Kalashnikov na Venezuela é um projeto emblemático da cooperação russo-venezuelana.

A Venezuela será o primeiro país, além da Rússia, onde será organizada a produção licenciada de fuzis Kalashnikov.

FONTE

Mulher cai de navio e fica 10 horas à deriva em alto-mar

Uma mulher britânica sobreviveu por 10 horas à deriva em alto-mar, no litoral da Croácia, após cair da popa de um navio.

Kay Longstaff, de 46 anos, estava a 95 quilômetros da costa, no Mar Adriático, quando foi resgatada no último domingo e levada para o hospital. Ela contou que estava sentada na parte de trás do convés, quando caiu na água. “Tenho muita sorte de estar viva”, acrescentou.

A sorte realmente parece que estava a seu lado. Simon Jinks, instrutor de sobrevivência no mar, diz que ela deve ter afundado cerca de três ou quatro metros após a queda e teve a sorte de não ser puxada para debaixo do navio. 

As águas próximas à embarcação costumam ser turbulentas – e, segundo ele, “algumas ondas podem te afastar, enquanto outras podem te puxar”. Mas isso depende da velocidade do navio e, mais uma vez, da sorte.

É provável que ela também tenha ficado “sem fôlego” ao despencar de um navio tão grande. O segundo golpe de sorte de Longstaff foi a temperatura da água, estimada em cerca de 28-29°C.

As “condições (do mar) eram calmas e planas”, o que significa que ela era capaz de flutuar, nadar e “se manter praticamente onde caiu”.

“Ela não estava sendo golpeada pelas ondas o tempo todo. Se tivesse, teria, inevitavelmente, se afogado”, avalia.

As roupas e os calçados ajudam na flutuação assim que você cai na água, porque prendem o ar, segundo a Royal National Lifeboat Institution (RNLI), ONG que realiza resgates no litoral do Reino Unido. Boiar calmamente, ao invés de ficar se mexendo sem parar, também colabora.

As pessoas a bordo do navio sentiram sua falta e usaram as câmeras do circuito interno de televisão para identificar seu paradeiro – mais precisamente, o momento da queda e, consequentemente, sua provável localização.

Mas, como diz Tipton, ainda assim é muito difícil encontrar alguém flutuando sozinho em alto-mar, especialmente à noite.

“É realmente muito difícil encontrar algo que é basicamente uma cabeça na água.”

Kay Longstaff foi encontrada a cerca de 1,6 km do local em que caiu do navio. Longstaff, por exemplo, teria dito a um dos socorristas que cantou a noite toda para tentar se aquecer.

FONTE

Irã exibe primeiro avião de combate fabricado no país

O Irã apresentou nesta terça-feira o avião de combate “Kowsar”, de fabricação 100% iraniana, durante um desfile militar em Teerã e na presença do presidente Hassan Rohani.

O caça, equipado com radares polivalentes, foi aprovado com louvor nos voos de teste e, a princípio, fará um voo público na quarta-feira, informou a agência Tasnim. Uma emissora mostrou o presidente iraniano Hassan Rohani na cabine do avião durante o dia nacional da indústria de defesa.

“Quando falo de nossa capacidade de defesa, isto significa que buscamos uma paz duradoura”, afirmou Rohani em um discurso exibido na TV pública.”Alguns pensam que quando se aumenta a força militar, você está buscando a guerra. Mas nós buscamos a paz e não queremos a guerra”, completou o presidente iraniano.

“Se não tivermos meios de dissuasão, isto dará luz verde aos outros para que entrem no país”, disse Rohani.

Rohani, presidente há cinco anos e em dificuldades depois que os Estados Unidos abandonaram o acordo nuclear e restabeleceu as sanções econômicas contra Teerã, se esforça em buscar equilíbrio entre moderação dissuasão.

“Nossos recursos são limitados, mas adaptamos nossos mísseis em função das ameaças e ações de nossos inimigos, como meio de dissuasão ou de resposta devastadora”, disse o ministro iraniano da Defesa.

Trump retirou em maio passado seu país do acordo nuclear assinado entre as grandes potências e o Irã em 2015 e, em maio, restabeleceu unilateralmente as sanções econômicas contra Teerã.

Em novembro, está prevista uma nova onda de sanções que afetarão principalmente o setor de hidrocarbonetos para aumentar a pressão sobre o Irã. Os analistas acreditam que as vendas de petróleo iraniano poderão diminuir até 700.000 barris diários, equivalente a um terço das vendas atuais. O secretário de Estado americano Mike Pompeo anunciou a criação de grupo de trabalho sobre o Irã destinado a fazer respeitar as sanções econômicas. Várias empresas internacionais começaram a abandonar o Irã, como a petroleira francesa Total.

FONTE

Mulher é morta por jacaré enquanto passeava com cachorro

Uma mulher que levava o cachorro para passear perto de uma lagoa da Carolina do Sul morreu nesta segunda-feira (20) ao ser atacada por um jacaré de 2,44 metros, disse o xerife do condado.

Autoridades receberam um telefonema na manhã desta segunda-feira (20) alertando que uma mulher estava sendo atacada em uma lagoa na ilha Hilton Head Island, destino turístico popular do estado norte-americano.

A polícia recuperou o corpo e identificou a vítima como Cassandra Cline, de Hilton Head Island. O jacaré que se acredita ser o responsável pelo ataque foi capturado e morto, disse Robert McCullough, capitão do Departamento de Recursos Naturais da Carolina do Sul.

O cachorro não foi ferido, disseram as autoridades.

Os jacarés normalmente arrastam suas vítimas para o fundo da água até sua presa parar de respirar e ocultam o corpo para se alimentarem mais tarde.

Ataques de jacaré são incomuns nos Estados Unidos, onde a maioria das mortes relacionadas a animais são causadas por animais de fazenda, vespões, abelhas e cães, de acordo com um estudo publicado em março.

Mas há casos conhecidos. Em junho um jacaré de quase quatro metros matou uma mulher na Flórida, relatou a Comissão de Conservação da Pesca e Vida Selvagem do estado à época.

Dois anos atrás um jacaré pegou um menino de dois anos na beira de um lago do resort do Walt Disney World na Flórida. Seus pais tentaram salvá-lo, mas não conseguiram libertá-lo.

FONTE

A mochila high-tech que pode ‘coletar do ar’ 40 litros de água por hora

Em um cenário contemporâneo marcado por aquecimento global e sucessivas crises hídricas, muitos são os cientistas que buscam alternativas para a obtenção de água potável. E todos são unânimes em um ponto de vista: as soluções, neste quesito, jamais são concorrentes; elas se somam e precisam ser adotadas dentro de parâmetros de consciência ambiental e uso sustentável dos recursos do planeta.

Uma novidade neste campo é a proposta apresentada nesta terça-feira (21) pelo engenheiro mecânico Shing-Chung Josh Wong, professor da Universidade de Akron, nos Estados Unidos. Em um evento promovido pela American Chemical Society, ele demonstrou a viabilidade de uma engenhoca que promete servir para “coletar” partículas de água da atmosfera. Em forma de uma mochila, seria capaz de obter até 40 litros de água limpa e potável por hora, mesmo em ambientes áridos.

O modelo desenvolvido pela equipe de Wong, que ainda não saiu do papel, é semelhante a uma mochila. De acordo com o cientista, a inspiração veio de um curioso inseto, o besouro-da-namíbia. O bicho, que habita o hiperárido deserto do país africano que lhe empresta o nome, retira toda a água de que necessita para viver graças a um sistema de absorção de partículas do ar em sua carapaça.

“Tive a ideia quando estava visitando a China, que tem um problema de escassez de água doce. Há investimento em tratamento de águas residuais, mas pensei que era preciso somar esforços em outras frentes”, contou o cientista.

O pesquisador acredita que, no futuro, um programa semelhante poderia ser uma “solução viável” para locais afetados pela seca, como o Estado americano da Califórnia, a região noroeste da China, diversas regiões africanas, partes da Austrália e do Brasil.

“Acredito que governos ou companhias possam criar algum programa para financiar tal mecanismo”, disse Wong, que está em busca de financiamento para transformar o protótipo em um produto consolidado.

O cientista não crava o valor que o produto custaria, mas acredita que a mochila coletadora, em escala, possa ser produzida a custo acessível.

FONTE


E então, gostou da iniciativa? Acredita que isso pode ajudar a manter você mais informado? Comente abaixo!

Até.