Fiz uma oficina de Trekking em Minas Gerais! – Bota Suja Ep.09

Tivemos a oportunidade de fazer uma oficina de Trekking com um dos grandes nomes da área aqui no Brasil, então decidimos mostrar essa jornada para você! 

Recomendo que antes de ver o vídeo você ouça nosso último episódio do Sobrecast onde entrevistamos o Guilherme Cavallari, dono da editora que nos recebeu para dar o curso (clique aqui).

Aí vai o relato da jornada!

Se você gostou do conteúdo, não deixe de checar a editora Kalapalo! Basta clicar aqui. E aí, o que achou da aventura? Acha que é uma experiência legal de participar?

Até.

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3 Comentários

  • Anderson Fernandes

    Julio,

    Para começar qual curso é melhor?

    a) Oficina de Trekking Kalapalor,
    b) Curso da equpe SOR .

    Você deve rebater com a pergunta de “Qual é o meu objetivo?”

    Começar a fazer aventuras outdoor, trekking, travessias como a praia do Cassino, e, jornadas mais arrojadas como o monte Roraima.

    Entendo que os dois cursos são bons, o ideal seria fazer os dois. Mas, se fosse para começar, e, só podesse escolher um qual seria?

    • Olá Anderson,

      Cada curso tem sua função. Acredito que se você busca por conhecimento do mundo Trekking (equipamentos, como montar um acampamento, o que levar) a Kalapalo é uma boa opção.

      Caso esteja buscando endurecimento comportamental, desafio físico e aprender princípios de atendimento pré hospitalar em locais de difícil acesso, SOR.

      Se eu pudesse recomendar uma ordem, primeiro o da Kalapalo e depois do SOR… Só cuidado para não se acostumar com a mordomia lá do Cavallari e depois sofrer no SOR. rs.

      Abração!

      • Anderson Fernandes

        Julio,

        Primeiramente obrigado pela sua resposta. Já escrevi para o Cavallari, e, ele só tem agenda para abril ou maio de 2018. Paciência é importante neste tipo de atividade.

        Estou rompendo com o ciclo do sedentarismo com atividades físicas. Sou engenheiro de formação, meu trabalho é um bom trabalho, mas, é trabalho de escritório, e, contato com clientes em obras dentro de sítio urbano. É um trabalho árido neste tipo de experiencia e vivência.

        Para sair do ciclo do sedentarismo primeiro caminhadas, já consigo caminhar 10 km a 16 km em ambiente urbano com alguma elevação sem maiores problemas. Como a ideia é mais atividades agora quero sair do urbano, e, ir onde não fui ainda. Por isto, subir o Monte Roraima, fazer a travessia da Praia do Cassino, e, outros trekkings no Brasil, America Latina, e, outros Países.

        Gosto da sua linha narrativa. Da forma que você propõe os problemas, apresenta o caminho, supera os per causos do caminho, e, mostra como supera-los. Sem falar no Bota Suja como opções de aventuras, trilhas, e, trekkings. Os review de equipamentos, alguns equipamentos que desconheço e passo a ter a impressões, outra situação, são os equipamentos que eu já conheço e reforço minha opinião sobre os equipamentos.

        No campo das sugestões já avaliou a subida do Monte Crista no norte catarinense. Destino comum para praticantes de trekking aqui da região norte do estado de Santa Catarina. Antes que me atirem a primeira machadinha, existem inúmeros destinos de trekking nas outras regiões de Santa Catarina, e, do Brasil. Como eu disse é uma sugestão….

        Situados entre Joinville, e, Campo Alegre, e, Garuva. É um destino de comum para os praticantes de trekking da minha região. É possível fazer em um dia de caminhada com o famoso bate e volta, mas, não recomendo. Se fizer eu recomendo um pernoite pelo menos.

        Em Joinville existe a AJM Associação Joinvilense de Montanhismo que faz jornadas. Também há o Grupo de Resgate em Montanha de Joinville que já fez algumas operações de resgate na região do Monte Crista.

        Existe a possibilidade mostrar o uso de rádio amador como recurso nesta trilha. Existe uma repetidora do Clube de Radio Amadores de Joinville (CRAJE) que dá cobertura para radio VHF em boa parte desta trilha. Se não, por toda a trilha. Desconheço toda a trilha.

        Fiz a suposição que o recurso de rádio amador na travessia Cassino seria uma opção interessante, descobri com colegas rádio amadores do Rio Grande do Sul que a maior parte da praia não tem cobertura das repetidoras de VHF, e, UHF. Novamente não atirem o primeiro rádio amador HT se este cenário mudou.

        O rádio amador é um recurso interessante para cenários de crise, ou, em lugares distantes. Claro que para o uso deste recurso é necessário o registro, e, a autorização da ANATEL. É um recurso tão bom, e, atual que a Polícia Civil, Polícia Militar, Bombeiros, Defesa Civil, Marinha, Exercito, e, Aeronáutica tem versões próprias e fechadas deste sistema.

        Como pode deduzir eu sou de Joinville. Fica aqui a minha sugestão da subida ao Monte Crista.

        Continue o bom trabalho, e, produzindo o bom conteúdo que você vem nos brindando.

        Um abraço,

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